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09/07/1997 - Campeonato Brasileiro 1997 - 1ª fase - Internacional 2 x 1 Portuguesa

INTER ESCALA REFORÇOS CONTRA A LUSA
Porto Alegre - O centroavante Sandro Sotilli será o companheiro do goleador Christian no ataque colorado para a partida de hoje à noite, contra a Portuguesa, no Estádio Beira-Rio. O ex-atacante do Ypiranga substituirá Fabiano, que está com uma lesão muscular e só deve voltar no domingo, contra o Cruzeiro. O jogo de hoje será o primeiro da equipe do técnico Celso Roth em Porto Alegre na competição. A direção espera, no mínimo, 30 mil torcedores.
O motivado Sotilli não esconde de ninguém seus planos para para esta primeira apresentação com a camisa colorada no Beira-Rio. Ele quer repetir a sua boa atuação no segundo tempo do confronto contra o Corinthians. “Sei da responsabilidade de substituir o Fabiano, que é um ídolo da torcida, mas tenho certeza que darei muitas alegrias aos colorados”, afirmou o atacante.
Além de Sotilli, que marcou 11 gols no último Gauchão, o lateral-esquerdo Luciano também fará a primeira partida diante da torcida colorada. É com uma incumbência forte.
Será dele a responsabilidade de cobrar faltas e escanteios. “A bola parada é uma especialidade minha”, atestou Luciano.
No treino coletivo de ontem, Roth exigiu muitas cobranças do lateral para a área. “O Luciano terá que se soltar para o ataque bem mais do que contra o Corinthians”, afirmou o treinador colorado.
Fonte: Pioneiro (RS), 09/07/1997, p. 28. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/885959/241055. Acesso em: 02 ago. 1997.

CAMPEONATO BRASILEIRO 1997 - 1ª FASE - INTERNACIONAL 2 X 1 PORTUGUESA
Data: 09/07/1997
Local: Beira-Rio - Porto Alegre (RS)
Público: 8.635
Renda: R$ 77.745,00
Juiz: Dalmo Bozzano, auxiliado por Fábio Nardi Barros e Rubens Berton.
Cartões: Ânderson Luiz (I); Rodrigo Fabri, Valmir, Márcio Defendi, Capitão, Alex Alves, Roque e César Augusto (P).
Gols: Sandro Sotilli 7’/2 (I); Christian 30’/2 (I); Rodrigo Fabri, pênalti 43’/2 (P).
INTERNACIONAL: André; Gustavo, Márcio Dias (Marcão), Régis e Luciano Almeida; Ânderson Luiz, Fernando, Sandoval (Diogo Rincón) e Marcelo Rosa; Sandro Sotilli (Odair) e Christian. Técnico: Celso Roth.
PORTUGUESA: Márcio Defendi; Valmir, Jorginho Baiano (Élvis), César Augusto e Augusto; Capitão, Roque, Rodrigo Fabri e Aílton Delfino; Alex Alves e Leandro Amaral (Curê). Técnico: Edinho.

Substituindo Fabiano, o centroavante Sandro Sotilli
abriu o placar diante da Portuguesa.
Fonte: Pioneiro

Canal: Hilhotta - Futebol Antigo 

INTER CONFIRMA BOA FASE COM VITÓRIA
Porto Alegre - A fase é tão boa que o primeiro gol da vitória por 2 a 1 sobre a Portuguesa, ontem, no Beira-Rio, teve a decisiva participação de um adversário. Eram sete minutos do segundo tempo, quando o reserva Sandro Sotilli, que substituía Fabiano, tentou jogada pessoal. Pegou a bola no flanco, procurou o meio e desferiu um chute forte com o pé esquerdo. O goleiro Márcio Defendi estava no lugar certo e, com certeza, não teria maiores dificuldades para fazer a defesa. Mas, antes de chegar ao gol, a bola desviou levemente no zagueiro César.
Antes de marcar, no entanto, o Inter teve enormes dificuldades, especialmente no primeiro tempo. A Lusa ameaçava com frequência. Era um jogo aberto, com chances para os dois lados. Com uma marcação defeituosa, o Inter tratou de valorizar a posse de bola, esperando o final do primeiro tempo. Assim mesmo, poderia ter aberto o placar aos 38 minutos. Christian fez uma bela jogada, descobriu Marcelo no lado esquerdo e o volante cruzou em busca de Sandro Sotilli, que chutou por cima.
A vantagem no placar trouxe facilidades para o time colorado na segunda etapa. Mas faltava o gol de Christian. E ele veio aos 30 minutos, com a preciosa colaboração de Sandoval. O meia fez quase tudo sozinho, mas na hora de chutar preferiu encostar para Christian, que não teve nenhuma dificuldade para fazer 2 a 0. A Portuguesa descontou com Rodrigo, de pênalti, aos 43 minutos.
Fonte: Pioneiro (RS), 10/07/1997, p. 32. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/885959/241129. Acesso em: 02 ago. 2023.

16/11/1996 - Campeonato Brasileiro 1996 - 1ª fase - Portuguesa 1 x 2 Internacional

CAMPEONATO BRASILEIRO 1996 - 1ª FASE - PORTUGUESA 1 X 2 INTERNACIONAL
Data: 16/11/1996
Local: São Januário - Rio de Janeiro (RJ)
Público: 340
Renda: R$ 3.660,00
Juiz: Antônio Pereira da Silva
Cartões: Capitão, Flávio Guarujá (P); Leandro Machado, Enciso e Marcelo Rosa (I).
Gols: César Augusto 8’/2 (P); Luiz Gustavo 19’/2 (I); Leandro Machado 20’/2 (I).
PORTUGUESA: Clemer; Carlos Roberto, Valmir, Marcelo e César Augusto; Capitão, Gallo, Zé Roberto e Caio; Alex Alves e Flávio Guarujá. Técnico: Candinho.
INTERNACIONAL: André; Edinho Vichetin, Gamarra, Régis e Arílson (Alberto); Fernando, Ânderson Luiz, Enciso e Paulo Isidoro (Luiz Gustavo); Fabinho e Leandro Machado. Técnico: Figueroa.

Leandro Machado sacramentou a vitória diante da Portuguesa.
Fonte: Pioneiro
Ânderson Luiz isola.
Fonte: Pioneiro

Canal: Hilhotta

08/06/2008 - Campeonato Brasileiro 2008 - 1º turno - Portuguesa 3 x 1 Internacional

CAMPEONATO BRASILEIRO 2008 - 1º TURNO - PORTUGUESA 3 X 1 INTERNACIONAL
Data: 08/06/2008
Local: Canindé - São Paulo (SP)
Público: 3.415 pagantes
Renda: R$ 49.295,00
Juiz: Wagner Tardelli, auxiliado por Fabrício Vilarinho da Silva e Jesmar Benedito Miranda de Paula.
Cartões: Ricardo Lopes, Guiñazu, Alex (I); Bruno Recife (P).
Expulsão: Alex (I).
Gols: Nilmar 8’/1 (I); Washington 1’/2 (P); Bruno Rodrigo 12’/2 (P); Diogo, pênalti 20’/2 (P).
PORTUGUESA: André Luís; Patrício, Bruno Rodrigo, Halisson e Bruno Recife; Dias, Erick (Wilton Goiano), Preto (Carlos Alberto) e Edno; Diogo e Christian (Washington). Técnico: Vágner Benazzi.
INTERNACIONAL: Renan; Índio, Orozco e Marcão; Ricardo Lopes (Ramón), Edinho, Guiñazu, Magrão (Taison), Alex e Andrezinho (Adriano); Nilmar. Técnico: Guto Ferreira.

Canal: GOLS DO INTER

Marinho Peres

MARINHO PERES
(zagueiro)

Nome completo: Mário Peres Ulibarri
Data de nascimento: 19/3/1947
Local: Sorocaba (SP)

Carreira:
1965-1967
São Bento
1968-1971
Portuguesa
1972-1974
Santos
1974-1976
Barcelona-ESP
1976-1977
Internacional
1977-1980
Palmeiras
1980
Galícia
1980-1981
América-RJ

Marinho começou a sua carreira no São Bento, time de sua cidade natal. Ao seu lado, um companheiro que mais tarde viria a ser seu colega na Seleção Brasileira: o gigante Luís Pereira. O zagueiro nunca passou por dificuldades na vida, mas a responsabilidade sempre foi ponto forte de sua carreira.
Em 1968 foi para a Portuguesa, onde teve sua primeira convocação, ainda no mesmo ano. O jogador é lembrado até hoje pelos torcedores da Lusa por ser o autor do primeiro gol da história do Canindé. Porém, uma sequência de resultados ruins fez com que Marinho saísse pela porta dos fundos.
Foi a oportunidade de ouro para que o Santos aproveitasse e levasse o zagueiro para a Vila Belmiro. Boas atuações e o título estadual de 1973 (dividido com a própria Portuguesa) renderam mais convocações na fase de preparação para a Copa do Mundo de 1974. Mais uma vez, Marinho Peres estava ao lado do amigo Luís Pereira.
O Brasil terminou a Copa na 3ª colocação e Marinho Peres encerrou o Mundial como capitão. A vitrine despertou a atenção dos espanhóis Real Madrid e Barcelona, ainda mais pelo fato de o zagueiro ter a dupla nacionalidade. O Barcelona levou a melhor, mas a passagem pela Espanha foi longe de ser favorável.
Por ter a dupla nacionalidade, Marinho seria obrigado a prestar o serviço militar obrigatório. A direção do Barcelona tentou articular um “adiantamento” na documentação do atleta, mas não adiantou. O zagueiro acabou fugindo da Catalunha e vindo para Porto Alegre.
Novamente no Brasil, a sorte sorriu para Marinho Peres. Ao lado de Figueroa, conduziu o Internacional ao oitavo título estadual consecutivo e ao bicampeonato nacional. O Internacional, acostumado com zagueiros botinudos, viu uma defesa formada pela raça do chileno e a elegância de Marinho.
Entretanto, Marinho ficou encarregado de ser o protagonista da zaga colorada em 1977, após a saída de Figueroa, mas a perda do título estadual para o Grêmio pesou e o jogador não soube lidar com o fato de ser uma das referências do time. Deixou o clube no segundo semestre de 77 e foi para o Palmeiras, onde foi vice-campeão brasileiro em 1978, perdendo a decisão para o Guarani. Antes de encerrar a carreira, passou por Galícia e América-RJ.

Zezinho

ZEZINHO
(atacante)

Nome completo: José Conceição Costa
Data de nascimento: 13/9/1974
Local: Macaúbas (BA)

CARREIRA:
1994
Vitória
1995
Rio Branco-SP
1996
Veranópolis
1996
Rio Branco-SP
1997
Caldense
1997
Toulouse-FRA
1998
Madureira
1998
América-RN
1999
Vasco
1999
Internacional
2000
Vasco
2000
Náutico
2001
Portuguesa
2001-2002
Ceará
2002-2003
Beira-Mar-POR
2004
Ceará
2004
Atlético-MG
2005
América-RN
2006
Cascavel
2006
ASA-AL
2007
PetrolinaPE
2007
Cratéus-CE
2007
4 de Julho-PI
2008
Boa Viagem-CE
2008
River-PI
2009
Tiradentes-PI
2009
Picos-PI
2009
Nova Russas-CE
2010-2011
Cratéus-CE

Quando Zezinho abria a boca, sempre soava arrogante. Mas em suas atitudes, o atacante tinha humildade exemplar. Quando adolescente, Zezinho trabalhava em uma empresa de granito e mármore, mas a lei o impediu de seguir trabalhando. O futebol, até então um hobby, se tornou uma alternativa para driblar as dificuldades.

Apadrinhado pelo prefeito de Macaúbas, Zezinho foi levado às categorias de base do Flamengo no início dos anos 90. Retornou à Bahia em 1992 e se profissionalizou no Vitória em 94. No Rio Branco de Americana começou a alçar os primeiros vôos da carreira, marcando gols e ganhando destaque.

Depois de passar pela Caldense, Zezinho ficou meio ano no Toulouse. Com problemas de adaptação, retornou ao Brasil. Defendeu Madureira, América de Natal e Vasco, onde marcou um dos gols da decisão do Torneio Rio-São Paulo, driblando o goleiro Zetti, no jogo de ida.

Zezinho veio para o Internacional em setembro de 99, e às vésperas de um Gre-Nal válido pelo Campeonato Brasileiro, já chegou botando lenha na fogueira fora das quatro linhas. O Internacional foi derrotado e o atacante deixou o gramado do Olímpico vaiado por ambas as torcidas. Walmir Louruz insistia em apostar no atacante, mas foi demitido e a insistência de nada valeu. Com Émerson Leão, Celso retomou a titularidade absoluta e Zezinho ficou na reserva até o final do ano.


Retornou ao Vasco e, a partir de então, se aventurou por Portugal e pelo nordeste no Brasil, especificamente por Piauí e Ceará. Encerrou a carreira no Cratéus, em 2011. Zezinho pendurou as chuteiras, mas tem uma escolinha de futebol na sua cidade natal, Macaúbas, na Bahia. Durante sua passagem por Porto Alegre, o atacante fazia doações a instituições de caridade, além de distribuir cestas básicas em Macaúbas. 

Paulo Isidoro

PAULO ISIDORO
(meia)

Nome completo: Alex Sandro Santana de Oliveira
Data de Nascimento: 30/10/1973
Local: Salvador (BA)

CARREIRA:
1993-1994
Vitória
1994-1996
Palmeiras
1996
Internacional
1997-1998
Guarani
1999-2000
Cruzeiro
2000
Kawasaki Frontale-JAP
2001
Vitória
2001
Cruzeiro
2002
Fluminense
2002
Malatya-TUR
2003
Brasiliense
2004
Portuguesa
2005
Santo André
2005
Fortaleza
2006
Juventus-SP
2006
América-RN
2007-2008
Fortaleza
2009
Bahia
2010
Fortaleza
2011
Mogi Mirim

A carreira do meia Paulo Isidoro começou como um meteoro, assim como sua velocidade na armação das jogadas para a finalização dos seus companheiros. Paulo Isidoro é apenas um apelido, dada a semelhança física com o clássico ponta-de-lança atleticano dos anos 80.
Destaque das categorias de base do Vitória no início dos anos 90, foi um dos grandes nomes no vice-campeonato brasileiro de 1993, jogando ao lado de Dida, Alex Alves e Roberto Cavalo. Na disputa do Torneio da Uva, em Caxias do Sul, Paulo Isidoro chamou a atenção do Palmeiras, que também participava da competição e o levou a São Paulo.
Se em 93, Paulo Isidoro bateu na trave, no ano seguinte a conquista veio jogando pelo Verdão. Permaneceu no clube até 1996, quando se transferiu para o Internacional no início de maio. Sua estréia foi diante do Flamengo, no dia 9 de maio daquele ano. No Beira-Rio, Paulo Isidoro teve um bom desempenho, mas acabou ficando na reserva de Marcelo Rosa. Ainda assim foi um dos protagonistas da conquista do Torneio Mercosul.
Em 1997, o meia foi para o Guarani, onde permaneceu até o ano seguinte. Pelo Cruzeiro, mais títulos na conta: Copa Centro-Oeste de 1999, Copa do Brasil 2000 e Copa Sul-Minas de 2001. Outro momento importante da carreira do meia foi em 2005, quando foi destaque do Fortaleza no Campeonato Brasileiro.
Paulo Isidoro defendeu, ao todo, dezesseis clubes, sendo 14 no Brasil, um no Japão e um na Turquia. Parou de jogar aos 38 anos. Depois disso, passou a se dedicar à carreira de treinador.

Norberto

NORBERTO
(volante)

Nome completo: Norberto Arruda Lemos
Data de nascimento: 18/2/1964
Local: Umuarama (PR)

CARREIRA:
1978 - Londrina
1979-1985 - Pinheiros-PR
1986-1990 - Internacional
1990-1991 - Coritiba
1991 - Grêmio
1992 - Coritiba
1993 - Al-Arabi-SAU
1994 - Portuguesa
1995 - Fluminense
1996 - Rio Branco-SP
1996 - Goiás
1997 - Bragantino

Norberto é protagonista de uma troca um tanto inusitada no esporte. Trocou o pugilismo pelo futebol ainda na adolescência. E não foi por deficiência técnica. Norberto foi campeão londrinense na categoria peso mosca.

O meia começou a carreira no Londrina, mas logo se transferiu para o Pinheiros, um dos times que originaram o Paraná clube. Àquela altura, já era considerado o melhor jogador do estado do Paraná.

Veio para o Internacional no início de 86. Depois de um ano instável, Norberto começou 87 com a fama de jogador violento e truculento, já que Ênio Andrade recuou o meia e o designou a função de volante.

A partir de então, a carreira de Norberto engrenou, depois de administrar melhor os fatores extracampo que incomodavam o jogador. Nem mesmo a contusão que sofreu em 88 o fez perder a vaga de titular para Leomir.

Colaborou diretamente nas grandes campanhas dos Brasileiros de 87 e 88, além da semifinal da Libertadores de 89. Mas, se o volante escapou do rebaixamento com o Internacional em 1990, não teve a mesma sorte jogando no Grêmio. Caiu para a segundona em 1991.

Outro grande momento de sua carreira foi jogando pelo Fluminense, onde chegou às semifinais do Campeonato Brasileiro de 95. Porém, uma virada sensacional do Santos acabou com o sonho do volante.

Norberto sempre foi um exemplo de dedicação nos treinos e colocou nomes como Bonamigo, Bernardo e Jandir na reserva de Internacional e Grêmio. Parou de jogar aos 33 anos, no Bragantino.

Júnior Paulista

JÚNIOR PAULISTA
(zagueiro)

Nome completo: Luiz Antônio Gaino Júnior

Data de nascimento: 7/1/1981
Local: Jundiaí (SP)

CARREIRA:
2002-2003
Portuguesa
2003-2004
Internacional
2005
Gama
2006
Rio Branco-SP
2006-2007
Santo André
2008
União São João
2008
Mirassol
2009
Feirense-POR
2010
São José-SP
2010
Vila Nova
2011
Marília
2011
Pelotas
2012-2015
Santo André

O zagueiro Júnior começou no Lousano (atual Paulista) de Jundiaí, sua cidade natal, aos 9 anos de idade. Aos 16, foi para a Portuguesa, onde se tornou atleta profissional em 2001, depois de fazer uma excelente Taça São Paulo. Na Lusa, permaneceu até 2003, após o rebaixamento do time no Campeonato Brasileiro de 2002.

Contratado pelo Internacional para integrar o elenco no Brasileirão de 2003, o jovem Júnior teve poucas oportunidades com o técnico Muricy Ramalho, atuando apenas cinco jogos, disputados contra Figueirense, Flamengo, São Paulo, Bahia e Paraná.

Júnior passou a ser "Júnior Paulista" porque o Internacional já tinha um meia homônimo. Em novembro de 2003, sofreu uma grave lesão no joelho e ficou quase um ano parado. Retornou aos gramados no segundo semestre de 2004 pelo Inter B, na disputa da Copa FGF. O Inter acabou eliminado nas semifinais, perdendo para o Gaúcho de Passo Fundo.

No final do ano, Júnior Paulista trocou o Inter pelo Gama. Passou por Rio Branco-SP, Santo André, União São João, Mirassol, Feirense-POR, São José-SP, Vila Nova-GO e Pelotas. Retornou ao Santo André em 2011, onde jogou até encerrar a carreira em 2014. Em janeiro de 2015, foi promovido a auxiliar-técnico do clube.

Jones

JONES
(atacante)

Nome completo: Jones Roberto Minosso
Data de nascimento: 12/8/1960
Local: Getúlio Vargas (RS)

CARREIRA:
1978-1979 - Inter de Lages-SC
1980-1981 - Internacional
1981-1982 - Operário-CG
1982 - Sport
1982 - XV de Jaú
1983 - Colorado-PR
1984 - Santo André
1984-1985 - Portuguesa
1986 - São Bento
1986 - Rio Branco-ES
1987-1988 - Ferroviária-SP
1988 - Ceará
1988-1989 - Acadêmica de Coimbra-POR
1989 - Porto-POR
1990-1991 - Inter de Lages-SC
1992 - Figueirense
1992 - Inter de Lages-SC
1993 - Operário-PR

Peregrino do futebol, o atacante Jones era um centroavante que, como muitos, se destacava em equipes de menor expressão pelo Brasil. Gaúcho de Getúlio Vargas, começou a carreira na Inter de Lages, em 1978.

Em 1980, Jones deixou Lages e retornou ao Rio Grande do Sul para defender o Internacional. Reserva no Inter, Jones começou a ter espaço a partir da metade da campanha no Brasileiro de 1980. No mesmo ano, o Inter deixou o Gauchão escapar mais uma vez.

Já em 1981, Jones permaneceu até a metade da temporada, deixando o Inter e indo para o Operário de Campo Grande. A partir daí, a carreira do atacante se tornou digna de um nômade, passando pelos quatro cantos do país.

Passou por Sport, XV de Jaú, Colorado-PR, Santo André, São Bento, Rio Branco-ES, Ferroviária-SP, Ceará, mais uma vez pelo Inter de Lages, Figueirense e Operário-PR. No exterior, defendeu a Acadêmica de Coimbra, de Portugal, na temporada 1989/1990.

Pendurou as chuteiras em 1993, se arriscando como técnico até 95, quando abandonou de vez o futebol para se dedicar à fábrica de carrocerias herdada de seu pai.

Em 99, pescava com alguns amigos em uma represa no município de Campo Belo do Sul, em Santa Catarina, quando a canoa que o transportava virou e seu pé ficou preso na rede de pesca. Jones faleceu por volta das 16h30min do dia 15 de novembro.

Jones era muito querido pela população de Lages, especialmente pela torcida do Inter local. A cidade de Lages possui um ginásio com o nome do atleta, em homenagem às alegrias que Jones Roberto Minosso proporcionou à cidade.