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31/1/1998 - Amistoso - Internacional 3 x 2 Veranópolis

AMISTOSO - INTERNACIONAL 3 X 2 VERANÓPOLIS
Data: 31/1/1998
Local: Sessinzão - Cidreira (RS)
Público: 2.500
Juiz: Vinícius Costa, auxiliado por Júlio César Fraga e Cléber Ferreira.
Gols: Luiz Carlos Matos 6’/1 (I); Christian 21’/1 (I); Ânderson Luiz 22’/2 (I); César 40’/2 (V); Renatinho, pênalti 41’/2 (V).
INTERNACIONAL: André (Preto); Enciso (Jardel), Márcio Dias, Régis (Ronaldo) e Marcos Paulo; Ânderson Luiz, Fernando (Odair), Luiz Carlos Matos (Gustavo) e Marcelo Rosa (Claiton); Mazinho Loyola (Paulo Diniz) e Christian (Marcelo Scott). Técnico: Celso Roth.
VERANÓPOLIS: Carlos Alberto (Dalmoro); Márcio (Eduardo), César, Sandro e Joel Cavalo (Menegon); Joel Marcos, Evandro, Rogério (Luciano) e Santa Rosa (João Pedro); Renatinho e Zé Roberto (Carlos Alberto). Técnico: Tite.

Depois de abrir 3 a 0 no primeiro tempo,
o Inter se acomodou e quase sofreu o empate.
Fonte: Correio do Povo

Zezinho

ZEZINHO
(atacante)

Nome completo: José Conceição Costa
Data de nascimento: 13/9/1974
Local: Macaúbas (BA)

CARREIRA:
1994
Vitória
1995
Rio Branco-SP
1996
Veranópolis
1996
Rio Branco-SP
1997
Caldense
1997
Toulouse-FRA
1998
Madureira
1998
América-RN
1999
Vasco
1999
Internacional
2000
Vasco
2000
Náutico
2001
Portuguesa
2001-2002
Ceará
2002-2003
Beira-Mar-POR
2004
Ceará
2004
Atlético-MG
2005
América-RN
2006
Cascavel
2006
ASA-AL
2007
PetrolinaPE
2007
Cratéus-CE
2007
4 de Julho-PI
2008
Boa Viagem-CE
2008
River-PI
2009
Tiradentes-PI
2009
Picos-PI
2009
Nova Russas-CE
2010-2011
Cratéus-CE

Quando Zezinho abria a boca, sempre soava arrogante. Mas em suas atitudes, o atacante tinha humildade exemplar. Quando adolescente, Zezinho trabalhava em uma empresa de granito e mármore, mas a lei o impediu de seguir trabalhando. O futebol, até então um hobby, se tornou uma alternativa para driblar as dificuldades.

Apadrinhado pelo prefeito de Macaúbas, Zezinho foi levado às categorias de base do Flamengo no início dos anos 90. Retornou à Bahia em 1992 e se profissionalizou no Vitória em 94. No Rio Branco de Americana começou a alçar os primeiros vôos da carreira, marcando gols e ganhando destaque.

Depois de passar pela Caldense, Zezinho ficou meio ano no Toulouse. Com problemas de adaptação, retornou ao Brasil. Defendeu Madureira, América de Natal e Vasco, onde marcou um dos gols da decisão do Torneio Rio-São Paulo, driblando o goleiro Zetti, no jogo de ida.

Zezinho veio para o Internacional em setembro de 99, e às vésperas de um Gre-Nal válido pelo Campeonato Brasileiro, já chegou botando lenha na fogueira fora das quatro linhas. O Internacional foi derrotado e o atacante deixou o gramado do Olímpico vaiado por ambas as torcidas. Walmir Louruz insistia em apostar no atacante, mas foi demitido e a insistência de nada valeu. Com Émerson Leão, Celso retomou a titularidade absoluta e Zezinho ficou na reserva até o final do ano.


Retornou ao Vasco e, a partir de então, se aventurou por Portugal e pelo nordeste no Brasil, especificamente por Piauí e Ceará. Encerrou a carreira no Cratéus, em 2011. Zezinho pendurou as chuteiras, mas tem uma escolinha de futebol na sua cidade natal, Macaúbas, na Bahia. Durante sua passagem por Porto Alegre, o atacante fazia doações a instituições de caridade, além de distribuir cestas básicas em Macaúbas. 

Odair

ODAIR
(volante)

Nome completo: Odair Hellmann
Data de nascimento: 22/1/1977
Local: Salete (SC)

CARREIRA:
1997-1998 - Internacional
1999 - Fluminense
2000 - Internacional
2001 - Veranópolis
2001 - América-RN
2002 - Mamoré
2003 - Brasil-PEL
2003 - Enkopings-SUE
2004 - América-RJ
2005-2006 - Remo
2007 - CRB-AL
2008 - Eastern-HKG
2009 - Brasil-PEL

Um jovem líder em campo, com um futebol técnico e eficaz, capitão das seleções de bases. Essa é uma sina que faz o torcedor colorado se encher de esperança, ao esperar um novo Falcão ou Dunga. Tudo indicava que mais um jovem volante seguiria nesse caminho.

O volante Odair saiu de Santa Catarina e veio para o Beira-Rio jogar na base do clube. Se profissionalizou em 1997. No ano seguinte, foi o capitão na conquista da Taça São Paulo de Futebol Júnior e recebeu mais oportunidades no time de cima.



Em 99, foi emprestado ao Fluminense, onde levantou o caneco da Série C do Brasileirão. Após retornar de empréstimo, chegou ao Beira-Rio e foi dispensado através de um telefonema do supervisor do Inter na época, Edson Prates. O ocorrido abalou Odair, que ficou desempregado até seu passe ser comprado por apenas R$ 54 mil.

Depois disso, passou por Veranópolis e América-RN no mesmo ano. Em 2002, foi para o Mamoré, onde disputou a Sul-Minas, participação inédita para o clube. No mesmo ano, teve sua primeira expericência internacional, jogando no Enkopkins, da Suécia.

Retornou ao Brasil para jogar no América-RJ, em 2004. No ano seguinte, ajudou o Remo a subir da Série C para a B. No clube paraense, permaneceu até 2006. Jogou pelo CRB até a metade de 2007, quando se transferiu para o Eastern, de Hong Kong.

Seu último clube foi o Brasil de Pelotas, em 2009. Naquele ano, o ônibus que levava o Brasil de volta à sua cidade, após um amistoso contra o Santa Cruz, capotou no caminho de volta. O zagueiro Régis, o atacante Claudio Milar e o preparador de goleiros Giovani Guimarães.

No final do ano, Odair pendurou as chuteiras, retornando ao Beira-Rio para se dedicar às categorias de base do clube que o formou, e onde foi dispensado injustamente quando sua carreira parecia promissora.