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10/06/2017 - Série B 2017 - 1º turno - Internacional 4 x 2 Náutico

SÉRIE B 2017 - 1º TURNO - INTERNACIONAL 4 X 2 NÁUTICO
Data: 10/06/2017
Local: Beira-Rio - Porto Alegre (RS)
Público: Público: 23.342 (20.310 pagantes).
Renda: R$ 488.363,00
Juiz: Paulo Roberto Alves Júnior, auxiliado por Ivan Carlos Bohn e Luciano Roggenbaum.
Cartões: Danilo Silva (I); Rodrigo Souza, Gerônimo, Nirley, Vinicius e Darlan (N).
Expulsões: Nirley e Tiago Cardoso (N).
Gols: Carlos 9’/1 (I); Vinícius 44’/1 (N); William Pottker, pênalti 5’/2 (I); D’alessandro, pênalti 12’/2 (I); Iago 39’/2 (N); Marcelo Cirino 47’/2 (I).
INTERNACIONAL: Danilo Fernandes; Edenílson, Danilo Silva, Léo Ortiz e Uendel; Rodrigo Dourado, Fabinho e D’Alessandro (Juan Alano); William Pottker, Carlos (Diego) e Nico López (Marcelo Cirino). Técnico: Guto Ferreira.
NÁUTICO: Tiago Cardoso; David, Aislan, Nirley e Manoel; Darlan, Amaral e Rodrigo Souza (Giovanni); Erick, Gerônimo (Alisson) e Vinícius (Iago). Técnico: Waldemar Lemos.

Canal: Gols do Inter

Marcos Paulo


MARCOS PAULO
(lateral-esquerdo)

Nome completo: Marcos Paulo dos Santos
Data de nascimento: 30/7/1973
Local: São Paulo (SP)

Carreira:
1993-1994
Santos
1994
União Barbarense
1995-1996
Santos
1996
Náutico
1997
Ituano
1997
América-MG
1998
Internacional
1999
América-MG
2000
América-RJ
2000-2001
Juventude
2001-2002
São Caetano
2003
Fortaleza
2004
Vasco
2005
Rio Branco-SP
2006
Treze
2007
América-SP
2008
Santacruzense
2009
União Barbarense
2010
Mixto-MT

Quando a fase é ruim, não há milagre que consagre um jogador. O grupo colorado do primeiro semestre de 1998 que o diga. A direção colorada contratou um balaio de jogadores por empréstimo, selecionados na zona intermediária do futebol brasileiro. É o caso do lateral-esquerdo Marcos Paulo.
O jogado até que teve um começo promissor na equipe do Santos, sendo reserva imediato de Marcos Adriano na campanha do vice-campeonato brasileiro de 1995. Passou por Náutico e Ituano, clube que ajudou a ressurgir na elite paulista, até ter outro bom momento na conquista da Série B de 1997, defendendo o América-MG.
Em fevereiro de 98 foi contratado pelo Internacional por empréstimo. Sob o comando de Celso Roth (vade retro), jogou um futebol medíocre, assim como a maioria dos reforços que vieram naquele ano. Com atuações muito ruins, assim como quase todo o time, Marcos Paulo acabou sendo preterido e afastado com a vinda do técnico Cassiá e a contratação do paraguaio Espínola.
Em dezembro, com o final do empréstimo, retornou ao América-MG, onde ajudou o clube mineiro a subir mais uma vez à primeira divisão. Sua carreira ficou marcada por mais vice-campeonatos estando no banco de reservas: Gauchão 2001 pelo Juventude; Brasileiro de 2001 e Libertadores de 2002 pelo São Caetano.
Participou da campanha que culminou no rebaixamento do Fortaleza em 2003 e disputou sua última Série A pelo Vasco, em 2004. Antes de pendurar as chuteiras, passou pelo futebol paraibano, interior de São Paulo e pelo Mato Grosso.

15/2/1967 - Amistoso - Internacional 1 x 0 Náutico

AMISTOSO - INTERNACIONAL 1 X 0 NÁUTICO
Data: 15/2/1967
Local: Eucaliptos - Porto Alegre (RS)
Renda: Cr$ 14.282.200,00
Juiz: José Luís Barreto, auxiliado por Orlando Simões e Ivaldo Mensch.
Gol: Lambari 47’/1 (I).
INTERNACIONAL: Gainete; Laurício, Scala, Luiz Carlos e Sadi; Lambari e Élton; Carlitos, Carlinhos (Joaquim), Bráulio e João Carlos. Técnico: Sérgio Moacir Torres.
NÁUTICO: Aluísio; Gena, Édson, Fraga e Clóvis (Fernando); Zé Carlos e Bené (Rafael); Miruca, Bita, Nino (Marcos) e Lala. Técnico: Walter Miraglia.

Zezinho

ZEZINHO
(atacante)

Nome completo: José Conceição Costa
Data de nascimento: 13/9/1974
Local: Macaúbas (BA)

CARREIRA:
1994
Vitória
1995
Rio Branco-SP
1996
Veranópolis
1996
Rio Branco-SP
1997
Caldense
1997
Toulouse-FRA
1998
Madureira
1998
América-RN
1999
Vasco
1999
Internacional
2000
Vasco
2000
Náutico
2001
Portuguesa
2001-2002
Ceará
2002-2003
Beira-Mar-POR
2004
Ceará
2004
Atlético-MG
2005
América-RN
2006
Cascavel
2006
ASA-AL
2007
PetrolinaPE
2007
Cratéus-CE
2007
4 de Julho-PI
2008
Boa Viagem-CE
2008
River-PI
2009
Tiradentes-PI
2009
Picos-PI
2009
Nova Russas-CE
2010-2011
Cratéus-CE

Quando Zezinho abria a boca, sempre soava arrogante. Mas em suas atitudes, o atacante tinha humildade exemplar. Quando adolescente, Zezinho trabalhava em uma empresa de granito e mármore, mas a lei o impediu de seguir trabalhando. O futebol, até então um hobby, se tornou uma alternativa para driblar as dificuldades.

Apadrinhado pelo prefeito de Macaúbas, Zezinho foi levado às categorias de base do Flamengo no início dos anos 90. Retornou à Bahia em 1992 e se profissionalizou no Vitória em 94. No Rio Branco de Americana começou a alçar os primeiros vôos da carreira, marcando gols e ganhando destaque.

Depois de passar pela Caldense, Zezinho ficou meio ano no Toulouse. Com problemas de adaptação, retornou ao Brasil. Defendeu Madureira, América de Natal e Vasco, onde marcou um dos gols da decisão do Torneio Rio-São Paulo, driblando o goleiro Zetti, no jogo de ida.

Zezinho veio para o Internacional em setembro de 99, e às vésperas de um Gre-Nal válido pelo Campeonato Brasileiro, já chegou botando lenha na fogueira fora das quatro linhas. O Internacional foi derrotado e o atacante deixou o gramado do Olímpico vaiado por ambas as torcidas. Walmir Louruz insistia em apostar no atacante, mas foi demitido e a insistência de nada valeu. Com Émerson Leão, Celso retomou a titularidade absoluta e Zezinho ficou na reserva até o final do ano.


Retornou ao Vasco e, a partir de então, se aventurou por Portugal e pelo nordeste no Brasil, especificamente por Piauí e Ceará. Encerrou a carreira no Cratéus, em 2011. Zezinho pendurou as chuteiras, mas tem uma escolinha de futebol na sua cidade natal, Macaúbas, na Bahia. Durante sua passagem por Porto Alegre, o atacante fazia doações a instituições de caridade, além de distribuir cestas básicas em Macaúbas. 

Garcia

GARCIA
(meia)

Nome completo: Sulei Garcia da Costa
Data de nascimento: 12/12/1949
Local: Santana do Livramento (RS)

CARREIRA:
1970
Grêmio Santanense
1970
Fluminense-SL
1971
Cruzeiro-RS
1971-1973
Internacional
1974
América-RN
1975-1976
Sport
1977-1979
Náutico
1980-1984
Operário-CG
1985
Remo
1986
Operário-CG

Meia e ponta-esquerda, Garcia começou a carreira no futebol de Santana do Livramento e foi contratado pelo Cruzeiro, de Porto Alegre, no início dos anos 70. Depois de marcar o gol da vitória em um jogo contra o Grêmio, Garcia passou a ser visado por vários clubes do sul do Brasil.

O Internacional tomou a frente e, em 1971, levou a jovem promessa para o Beira-Rio. Permaneceu no clube até o final de 1973, sem espaço entre os titulares. À sua frente havia Paulo César Carpegiani, Djair e Volmir Massaroca. Garcia foi bicampeão gaúcho pelo Internacional.

Da capital gaúcha, Garcia partiu para a capital potiguar para defender o América-RN em 74. Por lá, encontrou o zagueiro Scala, também ex-atleta do Internacional. Foi campeão potiguar daquele ano.

Depois, defendeu dois times pernambucanos rivais: o Sport e o Náutico. Pelo Sport, venceu a competição em 76. O máximo que conseguiu com o Náutico foi o vice-campeonato de 1979, em seu último ano no Recife.

Entre 1980 e 1984, e em 1986, Garcia defendeu o Operário, de Campo Grande, tendo uma breve passagem pelo Remo em 85. Os ex-atletas colorados Escurinho II, Dionísio e Lima atuaram com Garcia no Operário, campeão sul-matogrossense nas temporadas 80, 81, 83 e 86. Garcia pendurou as chuteiras no final de 1986, aos 37 anos.


Beto Cruz

BETO CRUZ
(lateral-direito)

Nome completo: José Roberto Francisco da Cruz
Data de nascimento: 30/12/1968
Local: Recife (PE)

CARREIRA
1986-1988 - Náutico
1988 - Maranhão
1989-1991 - Ceará
1991-1992 - Moto Club
1992 - América-MEX
1992-1993 - Internacional
1994 - Club Acapulco-MEX
1995 - Real Cartagena-COL
1996 - Aurora-GUA
1997 - Icasa
1997 - Botafogo-PB
1998 - Aurora-GUA
1999 - Deportivo Zacapá-GUA
1999 - Lawn Tennis-PER


Beto Cruz começou a carreira jogando nas categorias de base do Sport, mas trocou o Leão pelo Náutico ainda nos juniores. Se profissionalizou no clube em 1986.

Depois de passar sem sucesso pelo Maranhão, que vivia uma fase ruim na década de 80, Beto Cruz viveu bons momentos no Ceará e no Moto Club.

Os mexicanos do América se interessaram pelo futebol do lateral e o contrataram. Os seis meses de Beto Cruz foram de sucesso, conquistando a Copa Concacaf da temporada 1991-1992. Entretanto, uma lesão no menisco deixou o jogador no estaleiro por quase um ano.

Veio ao Internacional ainda em 92, porém, passou quase uma temporada no departamento médico. Não teve boas atuações no Brasileiro de 1993, assim como todo o time colorado. Retornou ao México no início de 1994, para defender o Club Acapulco.

Depois disso se aventurou pelo futebol gualtemalteco, colombiano e do nordeste brasileiro, encerrando a carreira no modestíssimo Lawn Tennis, do Peru.

Aírton Caixão

AÍRTON CAIXÃO
(volante)

Nome completo: Aírton de Ávila Fraga
Data de nascimento: 13/5/1965
Local: Porto Alegre (RS)

CARREIRA:
1985-1988 - Internacional
1989 - Guarani
1990-1991 - Grêmio Maringá
1992 - Fortaleza
1993 - Ceará
1994 - Fortaleza
1996 - Pelotas
1997 - São Luiz-RS
1999 - Goiânia
2001 - São José-RS

Outros clubes:
São Caetano
Nacional-URU
Al-Shabab-SAU
Newell's Old Boys-ARG
Náutico
Guarani-CA
Caxias

Aírton Caixão pode ser considerado um dos volantes mais pragmáticos do Internacional. Pode-se dizer que o jogador é um dos reflexos do futebol colorado na década de 80. A grande maioria da torcida colorada considerava o volante simplista demais, mas não a ponto de ser um perna-de-pau.

Defendeu o Internacional no período mais vazio dos anos 80, de 85 a 88, onde o auge do Colorado foi a chegada à decisão da controversa Copa União, vencida pelo Flamengo. A partir de então, Aírton peregrinou pelo país e pelo interior do estado, além de passar por Uruguai, Arábia Saudita e Argentina.

O auge de sua carreira se de longe de Porto Alegre. No Ceará, Aírton Caixão se sagrou campeão estadual defendendo os dois grandes clubes da capital. Com o Fortaleza, venceu em 1992; e pelo Ceará, em 1993.

Em 2001, o volante ainda protagonizou uma transação "diferenciada" na história do futebol gaúcho. Na época, o jogador de 36 anos e com 15 quilos a mais, foi contratado pelo São José através de Francisco Novelletto. Mas ao invés da qualidade técnica, a função de Aírton era animar o grupo do Zequinha. Aírton Caixão era quase um Perdigão.

Ricardo Rambo

RICARDO RAMBO
(lateral-direito)

Nome completo: José Ricardo Rambo
Data de nascimento: 17/8/1971
Local: São Leopoldo (RS)

Carreira:
1989-1992
Novo Hamburgo
1993-1994
Internacional
1995
Brasil-FA
1995
15 de Novembro
1996
Atlético Sorocaba
1997-1998
Náutico
1998-1999
South China-HKG
1999-2001
Sun Hei-HKG
2001-2002
Sagesse-LBN
2003-2005
Buler Rangers-HKG
2005-2007
Happy Valley-HKG

Para relembrar desse zagueiro, é preciso voltar há 21 anos atrás. Somente os mais antigos colorados conseguirão ter uma memória imediata do zagueiro Ricardo Rambo. Não é apelido, o nome dele é esse mesmo.
Ricardo Rambo iniciou a carreira no Novo Hamburgo, em 1989. Pelo Noia, o zagueiro jogou até 92. No início de 1993, foi transferido para o Santos, onde ficou por 3 meses, apenas treinando. Retornou ao Brasil para jogar no Internacional.
Chegou no Beira-Rio, mas não teve muito espaço no grupo profissional comandado por Falcão e, posteriormente, por Antônio Lopes. A concorrência era forte e nem sequer pegava banco. Já em 1994, teve mais oportunidades no chamado "rolinho", uma espécie de Inter B, treinado por Casemiro Mior. Fez parte do time campeão gaúcho.
No ano seguinte, jogou no 15 de Novembro e no Brasil de Farroupilha. Em 1996, foi para o Atlético de Sorocaba. Pelo Náutico, onde jogou em 1997 e 1998, viveu uma boa fase dentro de campo, quando quase classificou o clube pernambucano à Série A do Brasileirão. Acabou em 3º lugar, atrás de América-MG e Ponte Preta. Lá, foi capitão da equipe, mas problemas com salários atrasados pesaram na decisão de deixar o clube.
A proposta de Hong Kong foi mais forte do que seu apêgo à cidade de Recife. No futebol honconguês, Ricardo Rambo é ídolo e referência. Jogou pelo South China, Sun Hei, Sagesse (do Líbano), Buler Rangers e Happy Valley.

Lima

LIMA
(atacante)

Nome completo: Adesvaldo José de Lima
Data de nascimento: 17/9/1962
Local: Camapuã (MS)

CARREIRA:
1979-1984 - Operário-CG
1984 - Corinthians
1985 - Santos
1985 - Náutico
1986 - Corinthians
1986-1988 - Grêmio
1988-1991 - Benfica-POR
1991-1992 - Internacional
1993 - Cerro Porteño-PAR
1994 - Vitória-BA
1996 - Farroupilha
1997 - Brasil-PEL


O atacante Lima começou a carreira profissional aos 16 anos, jogando pelo Operário-MS. Ainda jovem, foi três vezes artilheiro do Campeonato Sul-matogrossense. Jogando no Operário, conquistou a inédita President Cup em 1982, disputada na Coréia do Sul. Na ocasião, bateu o Bayer Leverkusen.



Seu faro de artilheiro e as boas campanhas do Operário no Campeonato Brasileiro despertaram o interesse de vários clubes do Brasil, mas o destino de Lima foi o Corinthians. Mesmo jogando pouco pelo time paulista, realizou um sonho de infância.

Em 85 foi emprestado ao Santos, depois do Peixe negociar Serginho Chulapa com o Corinthians, e ao Náutico. Retornou ao Corinthians em 1986 e, em seguida, foi para o Grêmio. No tricolor, foi tricampeão gaúcho em 1986, 1987 e 1988. Se destacou e foi para Portugal, defender o Benfica.

No Benfica, já era um jogador mediano, mas campeão. Era mais conhecido pelos penteados exóticos do que pelo seu futebol. Levantou as taças da Liga Portuguesa nas temporadas 1988/1989 e 1990/1991, e a Supertaça de Portugal em 1989.

Veio para o Internacional em 1991, depois de três anos em Portugal. Curiosamente, fez dupla de ataque com Cuca no Internacional, justamente um ataque que derrotou o Internacional muitas vezes nos anos 80. Não rendeu o esperado no Inter e acabou dispensado.

Voltou ao Grêmio para a disputa da Série B em 1992, mas o tricolor não fez boa campanha, terminando a competição na 9ª posição. Ainda passou por América-RJ, Cerro Porteño, Farroupilha e Pelotas.

Era conhecido como "o sonhador", pois dizia sonhar com gols e eles aconteciam nos jogos. Lima foi mais um dos muitos que trocaram o Olímpico pelo Beira-Rio entre o final da década de 80 e o início dos 90.