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19/03/1941 - Amistoso - Internacional 3 x 2 São Paulo

LOLA CHAMADO URGENTEMENTE PELO S. PAULO
DEVERÁ INCORPORAR-SE À DELEGAÇÃO QUE VAI AO RIO GRANDE DO SUL
Há cerca de dois anos, Lola, antigo defensor do Clube Atlético Mineiro, enverga a camiseta do S. Paulo F. C. Recentemente, porém, a diretoria de esportes passou a exigir dos profissionais de football a carreira de reservista ou título de quitação com o serviço militar. Daí ter Lola vindo ao Rio, a fim de obter os documentos comprobatórios de sua situação legal. A vinda de Lola prolongou-se, porém, a tempo maior do que lhe fora concedido, em razão talvez de dificuldades aqui encontradas. Acontece, todavia, que o São Paulo, conforme noticiamos em outro local, está de viagem marcada para Porto Alegre, onde inaugurará o estádio do E. C. Cruzeiro.
A delegação sampaulina deixará a capital bandeirante já amanhã, por avião, razão pela qual foram solicitados os bons ofícios da imprensa e rádio, no sentido de Lola, assim avisado, partir imediatamente ao chamado do S. Paulo F. C.
Fonte: O Jornal (RJ), n. 6673, 12 mar. 1941, p. 8. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/110523_04/5606. Acesso em: 18 jun. 2025.

Porto Alegre, 11 (A. N.) — Será inaugurado, no próximo domingo o moderno estádio do Esporte Clube Cruzeiro. A nova praça de esportes será inaugurada com um prélio entre o referido clube e um quadro do esporte paulista, que aqui deverá chegar na próxima sexta-feira, por via-aérea.
Fonte: Jornal do Brasil (RJ), n. 059, 12 mar. 1941, p. 12. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_06/8570. Acesso em: 18 jun. 2025.

A PELEJA DE HOJE EM PORTO ALEGRE
O Internacional enfrentará o São Paulo F. Clube
PORTO ALEGRE, 19 (Da Sucursal de A NOITE) — É aguardada com desusado interesse a peleja interestadual de hoje à noite, entre as equipes do S. Paulo F. Clube e do S. Club Internacional Club.
Paulo, o ponta esquerda do grêmio paulista, que chegou ontem, de avião, integrará a equipe de seu clube. O conhecido player paulista mostra-se confiante quanto à vitória do São Paulo, no prélio de hoje.
Fonte: A Noite (RJ), n. 10453, 19 mar. 1941, p. 15. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/348970_04/7799. Acesso em: 18 jun. 2025.

AMISTOSO - INTERNACIONAL 3 X 2 SÃO PAULO
Data: 19/03/1941
Local: Montanha - Porto Alegre (RS)
Renda: aprox. 19:000$000
Juiz: Álvaro Silveira
Gols: Carlitos 4'/1 (I); Carlitos 9'/1 (I); Teixeirinha 20'/1 (S); Carlitos ?'/1 (I); Teixeirinha 25'/2 (S).
INTERNACIONAL: Rubens; Alfeu e Risada; Mascrinha (Nenê), Osvaldo Brandão (Nique) e Pedrinho; Tesourinha, Russinho, Pirillo, Ruy Motorzinho (Castilhos) e Carlitos. Técnico: Artur Torreani.
SÃO PAULO: King; Fiorotti e Squarza; Lola (Zachlis), Walter e Orozimbo; Bazzoni, Teixeirinha, Hemedio, Remo e Paulo (Novelli). Técnico: Vicente Feola.
Obs¹.: Lola retornou ao jogo no lugar de Walter.
Obs.²: Inauguração do Estádio da Montanha.


"[...] um aspecto do desfile que abriu, brilhantemente, os festejos".
Fonte: Sport Illustrado (RJ)
Em pé: Pedrinho, Mascrinha, Pirillo, Alfeu, Carlitos, Risada
e Osvaldo Brandão. Agachados: Tesourinha, Russinho,
Ruy Motorzinho e Rubens.
Colorizado e restaurado por Gustavo Leal.
Fonte: História do Sport Club Internacional 
Equipe do São Paulo que enfrentou Cruzeiro e Internacional.
Fonte: Sport Illustrado (RJ)

PERDEU NOVAMENTE, MAS DEIXOU BOA IMPRESSÃO
PORTO ALEGRE, 19 — Realizou-se esta noite mais um encontro do S. Paulo F. C., que correspondeu plenamente à expectativa. Os visitantes defrontaram o conjunto do Internacional, apresentando um futebol apreciável e causando, assim, boa impressão. A equipe gaúcha venceu por 3 a 2. Destacou-se a ala esquerda do S. Paulo.
Fonte: A Tribuna (SP), n. 306, 20 mar. 1941, p. 7. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/153931_02/6544. Acesso em: 18 jun. 2025.

O INTERNACIONAL VENCEU O SÃO PAULO POR 3 X 2
PORTO ALEGRE, 20 (Da Sucursal de A NOITE) — Numeroso público presenciou o encontro interestadual travado entre os quadros do São Paulo F. C. e do Internacional. Desenvolvendo melhor atuação, o quadro gaúcho levou a melhor, vencendo a partida pelo score de 3 x 2.
A delegação paulista regressará sexta-feira, de avião.
Fonte: A Noite (RJ), n. 10454, 20 mar. 1941, p. 15. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/348970_04/7815. Acesso em: 18 jun. 2025.

DERROTADO O S. PAULO, NO SUL
PORTO ALEGRE, 20 (Meridional) — Despedindo-se das canchas gaúchas, o São Paulo F. C. foi abatido pelo Internacional. O quadro local, que é campeão estadual, triunfou pela contagem de 3 x 2, após uma partida cheia de alternativas.
Na primeira etapa os gaúchos exibiram melhor jogo e mais combatividade. Os visitantes reagiram na segunda fase, aproveitando-se muito bem do fracasso da defesa adversária, que se mostrava exausta. O score do primeiro tempo, que foi de 3 x 1, parecia que não somente seria igualado como superado pelos paulistas, os quais perderam esplêndidas oportunidades de empatar e até de assumir a dianteira do placar.
No jogo de ontem os bandeirantes impressionaram melhor que durante a primeira exibição.
Acham-se ligeiramente contundidos os players Saquarzaremo e Paulo, o qual teve actuação destacada. Os paulistas deverão regressar amanhã, de avião.
CARLITOS, O SCORER
PORTO ALEGRE, 20 (A. N.) — Encerrou-se, ontem, a temporada interestadual de football, entre gaúchos e paulistas. Estes enfrentaram o quadro do Internacional, perante numerosa assistência. O jogo serviu para demonstrar os pontos vulneráveis dos bandeirantes, que foram vencidos por 3 x 2 pelos locais. Os tentos dos gaúchos foram marcados pelo extrema Carlitos e dos
paulistas por Teixeirinha. Hoje sera recepcionada pela Associação Metropolitana a delegaçao de São Paulo, que regressará amanhã ao seu Estado.
Fonte: Diário da Noite (RJ), n. 4212, 20 mar. 1941, p. 12. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/221961_02/6636. Acesso em: 18 jun. 2025.

O S. PAULO FOI NOVAMENTE SUPERADO EM PORTO ALEGRE
Realizando uma nova exibição em Porto Alegre, o São Paulo defrontou anteontem a equipe do Internacional, daquela cidade, despertando o espectáculo grande interesse entre os "fans" sulinos. Ainda que promovesse uma forte reação na fase complementar da luta, o quadro tricolor paulista foi superado por 3 a 2.
Carlitos (2) e Ruy marcaram os pontos para o Internacional, cabendo a Teixeirinha e Walter a conquista dos tentos são paulinos.
Os quadros apresentaram-se em campo assim constituídos:
SÃO PAULO F. C.: — King; Fiorotti e Squarza; Lola, Walter e Orozimbo; Bazzoni, Teixeirinha, Hemedio, Remo e Paulo.
INTERNACIONAL: — Rubens; Alfeu e Risada; Brandão, Assis e Pedrinho; Tesourinha, Russinho, Pirillo, Ruy e Carlitos.
Fonte: Correio Paulistano (SP), n. 26086, 21 mar. 1941, p. 8. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/090972_09/5583. Acesso em: 19 jun. 2025.

O FOOT-BALL NO RIO GRANDE DO SUL
A TEMPORADA DO S. PAULO F. C. EM PORTO ALEGRE
Após as brilhantes exibições do Gymnasia y Esgrima de Buenos Aires, foi dado a conhecer ao público desportivo portoalegrense o quadro do S. Paulo F. C. da Pauliceia.
Vencedores dos "mens-sana" por larga contagem, os sampaulinos eram tidos como grandes adversários dos clubes gaúchos. Esperava-se, mesmo, empolgantes partidas. Nada disso, porém, aconteceu. Porque? Digamo-lo francamente: o São Paulo em suas duas exibições não apresentou bom futebol. Foi derrotado em ambas as partidas pela diferença mínima, é bem verdade, mas convenhamos que, dos seus adversários, ao Cruzeiro faltou o arremate e o Internacional cansou no início do 2º tempo. Não fossem estes os defeitos dos clubes porto-alegrenses e os sampaulinos regressariam com o amargor de duas graves derrotas.
[...] INTERNACIONAL X S. PAULO
Este jogo foi realizado quarta-feira à noite. Os colorados gaúchos iniciaram o jogo com um apetite de leão. Permaneceram durante os primeiros doze minutos bombardeando o arco de King. Aos 4 e 9 minutos Carlitos atingiu as redes do irmão de Teleco. Depois destes 13 minutos sufocantes os paulistas se refazem e finalmente aos 20 minutos Teixeirinha assinala bonito gol. Mas logo após, Carlitos — sempre Carlitos — marca em chute enviesado o 3º ponto do Internacional, ponto esse que constituiu um verdadeiro "frango" de King. Revezam-se as cargas e finaliza o 1º tempo com 3 x 1 no placar.
Na 2ª fase, Brandão, que vinha sendo o grande esteio dos colorados, cansou e, ao que parece, contagiou seus companheiros que nada mais fizeram. Só então a assistência percebeu que além do Internacional havia outro quadro no campo... Sim, porque aí começou a se locomover uma máquina acionada por Lola, agora como chave do quadro. E esta máquina pressionava cada vez mais, a despeito dos esforços de Alfeu e, notadamente, de Pedrinho. Aos 25 minutos, por fim, Teixeirinha trouxe o bola até as proximidades do arco, de onde, então, fulminou Rubens. 3 x 2 e esperanças de um empate para os sampaulinos. A máquina que varava o centro do campo era, porém, inofensiva dentro da área e o score manteve-se irredutível até ao fim.
Valores: Remo foi a maior figura em campo, a despeito de seu tamanho... Seguiram-lhe em ordem: Brandão, Orozimbo, Sílvio Pirillo, Carlitos, Alfeu e Teixeirinha.
Juiz: Álvaro Silveira. Atuou regularmente ambas as partidas do S. Paulo em P. Alegre.
Renda: Cerca de 19:000$000.
Quadros: Internacional: — Rubens; Alfeu e Risada; Mascrinha (Nenê), Brandão (Nick), Pedrinho; Tesourinha, Russinho, Sílvio Pirillo, Rui (Castillo) e Carlitos.
S. Paulo: — King; Fiorotti e Squarza; Lola (Zachlis), Walter (Lola) e Orozimbo; Bazzoni, Teixeirinha, Hemedio, Remo e Paulo (Novelli).
Fonte: SILVA JÚNIOR, Radamés. Sport Illustrado (RJ), n. 158, 17 abr. 1941, p. 19. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/182664/6179. Acesso em: 19 jun. 2025.

DEMITIU-SE TORREANI
P. Alegre, 21 — Deixou a direção-técnica do S. C. Internacional, valoroso campeão do Estado, o ten. Artur Torreani, que fora investido dessas funções no começo da atual temporada desportiva.
O ten. Torreani dirigiu anteontem, pela última vez, o quadro alvi-rubro, no match interestadual com o São Paulo F. B. C., no qual os colorados obtiveram expressivo triunfo, por 3 tentos a 2.
Para substituí-lo, foi convertido o desportista Orlando Cavedini, que já preparou a representação internacionalista no campeonato de 1940. Cavedini aceitou a incumbência.
Fonte: O Estado (SC), n. 8202, 22 mar. 1941, p. 4. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/098027_04/808. Acesso em: 01 fev. 2026.

JÁ SE ENCONTRAM EM S. PAULO OS FUTEBOLISTAS DO TRICOLOR
S. PAULO, 21 (Da sucursal) — Viajando pelo avião da carreira, da Vasp, regressou, hoje, a esta capital, a delegação do S. Paulo F. C., que vem de realizar uma temporada em Porto Alegre, para onde seguiu, a convite do E. C. Cruzeiro, que inaugurou o seu estádio, domingo último.
O desembarque em Congonhas verificou-se pouco depois das 14 horas, notando-se presentes vários esportistas, além de diretores do grêmio da rua D. José de Barros.
Falando a reportagem, os rapazes do tricolor mostram-se encantados com a recepção que lhes foi proporcionada em Porto Alegre, sendo unanimes em afirmar que os esportistas gaúchos os cumularam de gentilezas excepcionais.
Abordado pelo repórter, o técnico Feola falou ligeiramente sobre a conduta do quadro do S. Paulo, nos dois jogos, contra o Cruzeiro e Internacional, afirmando que o "onze" paulista desenvolveu excelente atuação nas duas partidas, perdendo exclusivamente por falta de "chance".
— Tivessem os nossos dianteiros acertado a pontaria nos lances finais e os resultados teriam sido outros — concluiu o técnico do S. Paulo.
Fonte: A Tribuna (SP), n. 308, 22 mar. 1941, p. 6. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/153931_02/6575. Acesso em: 19 jun. 2025.

03/08/1997 - Campeonato Brasileiro 1997 - 1ª fase - São Paulo 1 x 1 Internacional

DENÍLSON AINDA PREOCUPA O INTER
São Paulo - Questionado sobre a possibilidade de Denílson viajar para Barcelona e não enfrentar o Inter neste domingo à tarde, no Morumbi, o lateral-direito Gustavo abriu um sorriso, simbolizando o sentimento do grupo colorado com a notícia. “Prefiro que ele não jogue contra nós”, confessou o jogador. O Inter busca, pelo menos, o empate na capital paulista para seguir entre as primeiras colocações.
“Temos que nos preparar como se o Denílson jogasse”, afirmou o zagueiro Marcão. E, para isso, o time de Celso Roth já está preparado. O volante Ânderson fará uma marcação forte sobre Denílson. O zagueiro Marcão terá a tarefa árdua de anular Dodô, o goleador do Brasileiro. E Régis será o defensor na sobra. Fabiano ficará postado do meio-campo para a frente e somente irá marcar o ala Serginho, um dos laterais brasileiros de melhor apoio ao ataque, no campo do São Paulo. Quando Serginho passar da linha divisória, Gustavo será o encarregado de vigiá-lo.
Mas, se a postura tática da defesa está pronta, o mesmo não pode ser dito do time. O volante Fernando treinou na equipe reserva sexta-feira por 45 minutos e deve começar a partida amanhã. “Estou me sentindo bem e posso jogar”, disse Fernando.
Fonte: Pioneiro (RS), 02/08/1997, p. 40. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/885959/242449. Acesso em: 02 ago. 2023. 

SÃO PAULO COMEÇA NOVA FASE CONTRA INTER
São Paulo - Entre a saída de Denílson e a total adaptação de Giovanni ao novo clube, o São Paulo vai passar por uma fase de turbulências. O técnico Dario Pereyra tem de buscar uma solução momentânea para suprir a falta do meia, que teve seu passe negociado ao Barcelona.O pior é que, após duas derrotas consecutivas, a presença de Denílson seria fundamental para a equipe no jogo deste domingo, contra o Internacional,no Morumbi.
Dario Pereyra escalou Fábio Mello como substituto de Denílson. Será a primeira experiência que o treinador pretende fazer na posição. Outros jogadores como Fábio Aurélio e Reinaldo poderão ser testados futuramente. “O Giovanni vai demorar para ficar à nossa disposição, precisamos ver como está fisicamente e há sempre uma demora na transferência dos documentos”, explica o técnico.
Dono de 11 pontos em 15 disputados, o Internacional defenderá, diante do São Paulo, a condição de um dos dois invictos no Campeonato Brasileiro. A seu favor na empreitada tem a volta de um jogador agudo,o atacante Fabiano, finalmente recuperado da lesão que o retirou de campo na vitória de 3 x 1 sobre o Corinthians. Mas pesará contra suas pretensões a ausência do experiente e hábil Arílson, que executa os movimentos de aproximação do ataque. Machucado, Arílson é o desfalque mais sério na equipe colorada.
Fonte: Jornal do Commercio (AM), 03/08/1997, caderno de esportes, p. 1. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/170054_02/78234. Acesso em: 26 jul. 2023.

SÃO PAULO TEM DUELO COM O INTER
SÃO PAULO - Depois de duas derrotas seguidas no Campeonato Brasileiro - perdeu para o Vasco e para o Criciúma, ambas por 2 a 1 - o São Paulo, décimo colocado, com oito pontos ganhos, busca sua reabilitação na competição, hoje, às 16 horas, contra o Internacional, de Porto Alegre, no Morumbi. Já a equipe do Sul, embalada pela boa campanha até aqui - ocupa a quarta colocação com 11 pontos ganhos - chega a capital paulista certa de que poderá obter um resultado positivo.
Darío Pereyra, técnico da equipe sãopaulina, vive uma situação no mínimo curiosa. Respira aliviado por um lado, pois depois de muito tempo poderá ter o ataque que considera ideal, com Denílson - o jogador, negociado por US$ 25 milhões mais o passe de Giovanni com o Barcelona, já atua em ritimo de despedida - e mais Dodô e Aristizabal, por outro é só preocupação. Por outro lado, não poderá contar com os zagueiros Rogério Pinheiro e Álvaro, expulsos na partida contra o Criciúma.
No Internacional, o principal desfalque é o apoiador Arílson, principal organizador do time, com uma fisgada na coxa esquerda. Outra dúvida de Celso Roth é no ataque. O treinador só anuncia a equipe no vestiário.
Fonte: Jornal do Brasil (RJ), 03/08/1997, caderno de esportes, p. 2. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/030015_11/302925. Acesso em: 26 jul. 2023.

CAMPEONATO BRASILEIRO 1997 - 1ª FASE - SÃO PAULO 1 X 1 INTERNACIONAL
Data: 03/08/1997
Local: Morumbi - São Paulo (SP)
Público: 10.456 (9.083 pagantes).
Renda: R$ 82.808,00
Juiz: Marco Antônio da Cunha, auxiliado por Marco Antônio Martins e Marco Antônio Gomes.
Gols: Marcelo Rosa 22’/2 (I); Dodô, pênalti 31’/2 (S).
SÃO PAULO: Rogério Ceni; Cláudio, Picon, Edmílson e Serginho (Luiz Carlos Matos); Sidney, Belletti, Fábio Aurélio e Denílson; Aristizábal e Dodô. Técnico: Darío Pereyra.
INTERNACIONAL: André; Gustavo (Enciso), Marcão, Régis e Luciano Almeida; Ânderson Luiz, Fernando, Sandoval e Marcelo Rosa (Mabília); Fabiano (Sandro Sotilli) e Christian. Técnico: Celso Roth.

Celso Roth, técnico do Internacional em 1997.
Fonte: Gazeta Press
Em pé: André, Marcão, Régis, Gustavo, Ânderson Luiz e Luciano Almeida.
Agachados: Sandoval, Fernando, Marcelo Rosa, Christian e Fabiano.
Fonte: Gazeta Press
Marcação pesada de Ânderson Luiz em cima de Dodô.
Fonte: A Tribuna
Frustrado com sua não ida para o Barcelona,
Denílson não rendeu o esperado.
Fonte: Pioneiro

Canal: Edu Cesar

INTER EMPATA E OCUPA A 5ª COLOCAÇÃO
São Paulo - O Internacional empatou em 1 a 1 com o São Paulo, ontem à tarde, no Morumbi, e subiu para 12 pontos em seis jogos no Campeonato Brasileiro. O resultado deixou o Inter na quinta colocação, atrás apenas de Paraná (16), Palmeiras, Vasco e Portuguesa (13). No próximo jogo, sábado, o Inter recebe o Vitória (BA).
O primeiro tempo foi fraco, com o Inter indo pouco ao ataque e o São Paulo prejudicado pela dupla Denílson-Dodô, que tentava resolver tudo sozinha. Dodô errava muitos passes e Denílson, mesmo chegando com perigo pela esquerda, exagerava nos dribles.
O segundo tempo foi mais emocionante, com os dois times abandonando as jogadas defensivas e o cansativo toque de bola e partindo para o ataque com velocidade. Dodô, mesmo exagerando nas jogadas individuais, procurou encostar mais em Aristizábal e quase marcou um gol no seu melhor estilo, aos 13 minutos, ao encobrir Régis com um toque de calcanhar.
O Inter foi o primeiro a marcar, aos 22 minutos, quando Marcelo aproveitou falha dos zagueiros do “São Paulo e cabeceou sozinho, sem chance de defesa para Rogério. Os atacantes do São Paulo aumentaram a velocidade depois do gol e Dodô empatou aos 30 minutos, depois de cobrar pênalti cometido por Luciano em Luís Carlos.
O lateral Gustavo sentiu uma lesão muscular na coxa direita e foi obrigado a deixar o campo ainda no primeiro tempo. Ele começou o tratamento no próprio vestiário do Morumbi e será avaliado hoje. Tudo indica que o jogador não terá condições de enfrentar o Vitória, sábado, em Porto Alegre.
Fonte: Pioneiro (RS), 04/08/1997, caderno de esportes, p. 3. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/885959/242466. Acesso em: 02 ago. 2023.

SÃO PAULO EMPATA COM O INTERNACIONAL
SÃO PAULO - “A minha cabeça ficou muito confusa. Dormi pensando uma coisa, que estaria no Barcelona, e acordei acontecendo outra coisa”. Com esta declaração, o meia esquerda do São Paulo Denílson explicou a sua fraca atuação contra o Internacional, no empate de ontem em 1 a 1, no Morumbi.
No primeiro tempo as equipes jogaram com cautela. Os gaúchos jogavam fechados, com a defesa e o meio de campo lançando bolas para o centroavante Christian, que, sozinho, não pode fazer muito contra o zagueiro Edmílson, que lhe
marcava.
No segundo tempo, o São Paulo entrou decidido a definir a partida e com rápidas tabelas pelas pontas assustou o goleiro André. Aos nove minutos, Denílson driblou o seu marcador nas proximidades da grande área adversária e cruzou para o atacante Aristizábal, que, de cabeça, quase marcou. Mas confirmando o provérbio de "quem não faz leva”, foi o Inter que aos 22 minutos, em jogada pela ponta esquerda, que marcou o primeiro gol. O lateral-direito Enciso tabelou com Marcelo que cruzou para a área, onde o meio campista Marcelo se adiantou aos zagueiros e com um leve toque de cabeça tocou a bola para o fundo das redes no canto esquerdo.
A reação do tricolor paulista somente veio aos 30 minutos, quando o atacante Luiz Carlos invadiu a área gaúcha e foi derrubado por Luciano. Pênalti. Dodô cobrou e marcou seu nono gol do campeonato, isolando-se na artilharia. Com o resultado, o Imternacional continua invicto e com 12 pontos; já o São Paulo soma 9 pontos no campeonato Brasileiro.
Fonte: Jornal do Brasil (RJ), 04/08/1997, caderno de esportes, p. 2. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/030015_11/303175. Acesso em: 26 jul. 2023.

SÃO PAULO SÓ EMPATA COM O INTER NO MORUMBI
São Paulo não passou de um empate por 1 a 1 com o Internacional de Porto Alegre, ontem à tarde no Morumbi, em uma partida muito fraca no primeiro tempo, e que teve em Dénilson e Dodô, dois de seus principais personagens, um futebol alternado de lances de técnica refinada e muita displicência e individualismo. Mesmo assim, Dodô acabou marcando, de pênalti, e isolou-se na artilharia do Campeonato Brasileiro, agora com 9 gols.
Denílson entrou em campo procurando esquecer os problemas causados peia frustrada transferência para o Barcelona, enquanto Dodô vivia a expectativa de sua primeira viagem com a Seleção Brasileira, com a qual embarcava ontem rumo à Coréia e ao Japão. O ataque do São Pauto, formado pelos dois e por Aristizábal, acabou sendo o ponto fraco do time no primeiro tempo. E a defesa, setor do time que mais preocupava com a ausência dos titulares, teve no estreante Picon e no volante Edmílson, deslocado, o ponto alto do time do Morumbi.
O Internacional foi o primeiro a marcar, aos 22 minutos, quando Marcelo aproveitou uma das
poucas falhas dos zagueiros do São Paulo e cabeceou sozinho, sem chance de defesa para Rogério. Os atacantes do São Paulo aumentaram a velocidade depois do gol e Dodô empatou aos 30 minutos, depois de cobrar pênalti cometido por Luciano em Luís Carlos.
Fonte: A Tribuna (SP), 04/08/1997, p. B2. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/153931_04/165489. Acesso em: 26 jul. 2023.

20/08/2014 - Campeonato Brasileiro 2014 - 1º turno - Internacional 0 x 1 São Paulo

CAMPEONATO BRASILEIRO 2014 - 1º TURNO - INTERNACIONAL 0 X 1 SÃO PAULO
Data: 20/08/2014
Local: Beira-Rio - Porto Alegre (RS)
Público: 34.262 (29.267 pagantes).
Renda: R$ 982.625,00
Juiz: Grazianni Maciel Rocha, auxiliado por Dibert Pedrosa Moises e Michael Correia.
Cartões: Fabrício (I); Hudson (S).
Gol: Paulo Henrique Ganso 35’/1 (S).
INTERNACIONAL: Dida; Wellington Silva, Ernando, Juan e Fabrício; Ygor (Valdívia), Bertotto (Wellington Paulista), Aránguiz, Alex (Jorge Henrique) e D'alessandro; Rafael Moura. Técnico: Abel Braga.
SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Tolói, Édson Silva e Álvaro Pereira; Denílson, Hudson, Paulo Henrique Ganso (Michel Bastos) e Kaká; Alexandre Pato (Ademílson) e Alan Kardec. Técnico: Muricy Ramalho.

Canal: Edu Silva

27/10/2013 - Campeonato Brasileiro 2013 - 2º turno - Internacional 2 x 3 São Paulo

CAMPEONATO BRASILEIRO 2013 - 2º TURNO - INTERNACIONAL 2 X 3 SÃO PAULO
Data: 27/10/2013
Local: Centenário - Caxias do Sul (RS)
Público: 5.603
Renda: R$ 122.660,00
Juiz: Péricles Bassols Pegado Cortez, auxiliado por Bruno Boschilia e Luiz Antônio Muniz de Oliveira.
Cartões: Juan, João Afonso (I); Wellington Martins e Aloísio (S).
Gols: Aloísio 10’/1 (S); Leandro Damião 33’/1 (I); Aloísio 44’/1 (S); Jorge Henrique 3’/2 (I); Aloísio 8’/2 (S).
INTERNACIONAL: Muriel; Gabriel (Rafael Moura), Juan, Jackson e Fabrício; João Afonso, Alex (Caio Canedo), D’alessandro e Jorge Henrique; Otávio e Leandro Damião (Scocco). Técnico: Clemer.
SÃO PAULO: Rogério Ceni; Douglas, Édson Silva, Rafael Tolói e Reinaldo; Paulo Miranda, Rodrigo Caio, Wellington Martins e Paulo Henrique Ganso; Aloísio (Welliton) e Ademílson (Lucas Evangelista). Técnico: Muricy Ramalho.

Canal: Edu Cesar

Carbone

CARBONE
(meia)

Nome completo: José Luiz Carbone
Data de nascimento: 22/3/1946
Local: São Paulo (SP)

Carreira:
1963-1965
São Paulo
1966
Ponte Preta
1968
Metropol
1968
São Paulo
1969-1973
Internacional
1973-1974
Botafogo
1975
Grêmio
1975-1979
Botafogo
1980-1982
Nacional-SP

Todo grande ídolo de um clube tem um antecessor. Antes do promissor Paulo Roberto Falcão estrear no time profissional, havia um meia-cancha de muita garra e qualidade no Internacional no início dos anos 70: Carbone.
A carreira de Carbone começou no São Paulo, depois de jogar pela várzea paulistana e rejeitar Juventus (por ter de jogar como ponta) e Coritnhians (por receio de ser sombra do seu tio, Rodolfo Carbone). O emblemático José Poy foi quem lançou o meia aos profissionais do tricolor paulista.
Depois de passagem pela Ponte Preta, foi emprestado ao Metropol (atual Criciúma), mas uma grave contusão no joelho fez com que Carbone tivesse de dar uma pausa em sua carreira, ficando quase um ano inteiro parado.
Após retornar ao São Paulo, foi negociado em definitivo com o Internacional, que buscava uma referência pelo lado esquerdo do meio-campo no início da era Beira-Rio. A sorte finalmente sorriu para Carbone. O Internacional recuperou a hegemonia do estado e, por duas vezes, o meia foi eleito o melhor jogador do Rio Grande do Sul.
Carbone conquistou os títulos estaduais de 1969 a 1973 e suas boas atuações o levaram a Seleção Brasileira. Mas para se manter com a amarelinha, o meia quis proximidade do eixo Rio-São Paulo. Assim, se transferiu para o Botafogo. A grande frustração foi com a não convocação para a Copa do Mundo de 1974, dada como certa pelo meia.
Depois de quatro meses emprestado ao Grêmio, Carbone retornou ao Botafogo, mas com a sua relação estremecida com os dirigentes cariocas, o que levou o meia a iniciar seus estudos na faculdade de Jornalismo.
No final de 1979, retornou a São Paulo para encerrar a carreira pelo Nacional e dar continuidade aos seus estudos. Além disso, foi no mesmo Nacional que iniciou a sua promissora carreira de treinador. Até hoje, a sua não ida para a Copa do Mundo de 1974 não ficou bem esclarecida pelo técnico Zagallo.

Manu

MANU
(meia)

Nome completo: João Manuel Rocha Monteiro Corrêa
Data de nascimento: 8/4/1966
Local: São Paulo (SP)

CARREIRA:
1986-1987
São Paulo
1987
Internacional
1988
Juventus-SP
1988-1989
Bangu
1989
América-RN
1990
Esportivo de Passos-MG
1991-1995
União da Madeira-POR
1995
Chaves-POR
1996
Espinho-POR
1996-1997
Acadêmica de Viseu-POR
1997-1998
Imortal-POR

Habilidoso e veloz, Manu surgiu no São Paulo em uma geração fértil, de onde saíram os “menudos” Silas e Müller. Quem o levou aos profissionais foi o técnico Cilinho, que tirou o ponta dos juniores e o inseriu no “expressinho”, como era conhecido o time B do São Paulo. Em seu primeiro ano como profissional, fez parte do título brasileiro de 1986 e do Campeonato Paulista de 1987.

Manu disputou sua última partida pelo tricolor paulista em agosto de 1987, e no mês seguinte se apresentou como reforço colorado para a Copa União. O próprio jogador fala de sua passagem pelo Internacional através do facebook:

“Apesar de ter sido uma passagem rápida, somente no brasileiro de 87, foi marcante não só pela campanha e o vice-campeonato daquele ano, mas também por ter conhecido a minha esposa. Hoje moro em Porto Alegre, tenho um filho gaúcho e me sinto em casa. Era realmente uma equipe extremamente competitiva, com um grande comandante, professor Ênio Andrade, e um grupo muito unido e com um objetivo muito claro. Infelizmente não conseguimos o título por ter enfrentado uma equipe que era realmente superior, pelo menos tecnicamente, mas foi sem dúvida uma grande experiência”.

Depois de sua passagem em Porto Alegre, defendeu Juventus-SP, Bangu, América-RN, Esportivo de Passos-MG e times de Portugal na 1ª e 2ª divisão. Parou de jogar em 1998, aos 32 anos.

Assis

ASSIS
(meia)

Nome completo: Benedito de Assis Silva
Data de nascimento: 12/11/1952
Local: São Paulo (SP)

CARREIRA:
1975
São José-SP
1976
Inter de Limeira
1977-1979
Francana
1980-1981
São Paulo
1981-1982
Internacional
1982-1983
Atlético-PR
1984-1987
Fluminense
1988
Atlético-PR
1989
Paysandu
1989
Pinheiros-PR
1990
Atlético-PR

Assis iniciou a carreira no modesto São José-SP, depois de passar pelas categorias de base da Francana. Mas a sua carreira foi marcada pelo modo tardio com que se tornou protagonista no cenário brasileiro.

Depois de passar mais uma vez pela Francana, Assis foi contratado pelo São Paulo, em 1980, mas sem se encaixar entre os titulares. O tempo ia passando e Assis não conseguia exibir o futebol que despertasse a atenção dos torcedores. Pelo tricolor paulista, o atacante foi bicampeão paulista e vice-campeão brasileiro em 81.

Assis foi contratado pelo Internacional em uma transação envolvendo Mário Sérgio, em agosto de 1981. Permaneceu no clube até abril de 1982, quando foi envolvido em uma negociação com o lateral-esquerdo Augusto. Disputou apenas 7 partidas e marcou dois gols com a camisa vermelha.

Quando o Atlético-PR abriu as portas para o veterano atacante, o jogo virou. Ele e Washington ficaram conhecidos como "Casal 20", um seriado que passava na televisão nos anos 80. Cornetados pela imprensa paranaense, a dupla calou os críticos, que consideravam os dois dispensáveis. Em 1982, o Furacão quebrou o tabu de 12 anos sem conquistar o estadual. Assis e Washington caíram nas graças da torcida.

Pelo Fluminense, a dupla ergueu o caneco do Brasileirão de 1984. Infelizmente, Assis, em grande fase, acabou preterido pelo técnico Telê Santana e ficou de fora da Copa do Mundo de 1986. Assis ainda defendeu Paysandu e o Pinheiros, no último ano de existência do time antes de virar o Paraná Clube.

Encerrou a carreira aos 38 anos, no clube que o consolidou como o craque tardio, mas mortal: o Atlético Paranaense. Assis faleceu no dia 6 de julho de 2014, em Curitiba, em virtude de uma insuficiência renal.

Vilson Tadei

VILSON TADEI
(meia)

Nome completo: Vilson Tadei
Data de nascimento: 2/6/1954
Local: Urupês (SP)

CARREIRA:
1971
Rio Preto
1972
América-SP
1973-1974
Rio Preto
1975
Penapolense
1976
Rio Preto
1977-1978
Barretos
1978-1980
São Paulo
1980-1982
Grêmio
1982
Santa Cruz
1982-1983
Guarani
1983
Internacional
1984-1985
Vasco
1985-1986
Monterrey-MEX
1987
Botafogo-SP
1988
Figueirense
1988
Taquaritinga
1989
Rio Preto
1990
Jaboticabal
1991
Jalense

Vilson Tadei surgiu para o futebol em 1971, no Rio Preto. Na época, possuía cabelos longos, diferente de sua época em que esteve no Rio Grande do Sul defendendo Grêmio e Internacional.

Depois de uma rápida passagem pelo rival América, voltou ao Rio Preto em 1973, onde permaneceu até 1977. Em 78, foi vendido ao São Paulo, onde fez 54 partidas, mas não se firmou como titular. Depois de uma passagem pelo Coritiba em 80, se transferiu para o Grêmio.

O meia foi campeão gaúcho em 1980 e campeão brasileiro em 1981, permanecendo no Olímpico até o ano de 82. Após rápidas passagens por Santa Cruz e Guarani, ficou alguns meses no Beira-Rio, em tempo de levantar o caneco do Gauchão em 1983.

Vilson Tadei foi o principal nome na inauguração do estádio da Ressacada. Em um amistoso do Vasco contra o Avaí, aos 5 minutos, o meia fuzilou o goleiro catarinense, marcando o primeiro gol do estádio. No final do jogo, Vasco 6 a 1, com dois gols do carequinha.


Em sua passagem pelo futebol mexicano, foi campeão nacional com o Monterrey, na temporada 1985/1986. Retornou ao Brasil em 87, jogando por clubes do interior paulista até 1991, ano em que pendurou as chuteiras, aos 37 anos.