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10/3/1957 - Taça Guilherme da Silva Carvalho 1957 - Internacional 2 x 3 Bangu

TAÇA GUILHERME DA SILVEIRA CARVALHO 1957 - INTERNACIONAL 2 X 3 BANGU
Data: 10/3/1957
Local: Eucaliptos - Porto Alegre (RS)
Renda: Cr$ 145.450,00
Juiz: Fortunato Tonelli, auxiliado por Alfredo Belo e Guilherme Sroka.
Gols: Nívio 37’/1 (B); Ivo Diogo 38’/1 (I); Mário 14’/2 (B); Ivo Diogo 28’/2 (I); Mário 39’/2 (B).
INTERNACIONAL: La Paz; Mossoró e Florindo; Paulistinha, Verardi e Odorico (Lindoberto); Chinesinho, Ivo Diogo, Larry, Jerônimo e Canhotinho. Técnico: Teté.
BANGU: Nadinho; Arpínio e Darci; Aroldo (Décio II), Miltinho (Edelfo) e Nilton; Calazans, Mário, Hílton (Ubaldo), Décio e Nívio. Técnico: Gentil Cardoso.

Edevaldo


EDEVALDO
(lateral-direito)

Nome completo: Edevaldo de Freitas
Data de nascimento: 28/1/1958
Local: Campos dos Goytacazes (RJ)

Carreira:
1977-1981
Fluminense
1982-1983
Internacional
1983-1985
Vasco
1985-1986
Porto-POR
1986
Botafogo-SP
1987
Bangu
1988
Vila Nova
1989
América-RJ
1991
Castelo-ES
1992
Portuguesa-RJ
1992
Izabelense-PA
1993
Portuguesa-RJ
1994
Muniz Freire
1995
Barra-RJ
1995-1996
Portuguesa-RJ
1996-1997
Mesquita
1998
Jacarépauá

O torcedor colorado mais antigo certamente lembra do samba: “Gera, Gera, Gera, Geraldão/É um grande artilheiro/Alegria do povão”. O que poucos sabem, é que esse ode ao artilheiro Geraldão foi composto pelo lateral Edevaldo, o rei das batucadas no Beira-Rio no ano de 1982.
Edevaldo foi criado nas categorias de base do Fluminense, onde recebeu o apelido de “cavalo”, devido a sua resistência e porte físico. Se profissionalizou no clube carioca em novembro de 1977 e permaneceu até o final de 1981. Lá foi onde começou a ter as suas primeiras convocações para a Seleção Brasileira, principalmente após a conquista do Campeonato Carioca de 1980.
No início de 1982, o Internacional comprou o passe do lateral com o dinheiro da venda de Batista. Problemas de salário atrasado no Rio de Janeiro pesaram na escolha de Edevaldo por Porto Alegre. Não demorou muito para que o lateral-direito conquistasse o torcedor colorado com um futebol simples e eficiente.
Seus grandes momentos enquanto jogador do Internacional foram a conquista do título estadual, a convocação para a Copa do Mundo de 1982, naquela que muitos afirmam ser a melhor Seleção de todos os tempos, e na conquista do Torneio Joan Gamper, marcando de pênalti o primeiro gol da decisão contra o Manchester City.
Em setembro de 1983, se transferiu para o Vasco, onde foi vice-campeão brasileiro perdendo a decisão para o Fluminense em 1984. Em Portugal, disputou apenas 3 partidas pelo Futebol Clube do Porto. Retornou ao Brasil na metade de 1986, para defender o Botafogo de Ribeirão Preto.
A partir de então, a carreira do lateral ficou baseada no futebol capixaba, do interior carioca, passando por Goiás e Pará. Encerrou a carreira em 1998, no Jacarepaguá.

4/12/1988 - Campeonato Brasileiro 1988 - 2ª fase - Internacional 1 (4) x (5) 1 Bangu

CAMPEONATO BRASILEIRO 1988 - 2ª FASE - INTERNACIONAL 1 (4) X (5) 1 BANGU
Data: 4/12/1988
Local: Beira-Rio - Porto Alegre (RS)
Público: 12.144
Renda: Cz$ 7.338.400,00
Juiz: Tito Rodrigues
Cartões: Luís Carlos Winck (I); Palmieri e Joel (B).
Gols: Arturzinho, pênalti 30'/1 (B); Luís Fernando Flores 27'/2 (I).
INTERNACIONAL: Taffarel; Luís Carlos Winck, Nenê, Aguirregaray e Casemiro; Dacroce (Cadinho), Luís Fernando Flores e Luís Carlos Martins; Maurício, Nílson e Hêider (Diego Aguirre). Técnico: Abel Braga.
BANGU: Palmieri; Marcelo, Joel, Oliveira e Bimba; Tóbi, Israel e Léo; Gilson (Racinha), Arturzinho e Macula (Manu Paulista). Técnico: Dé.

10/09/1986 - Campeonato Brasileiro 1986 - 1ª fase - Internacional 1 x 1 Bangu

CAMPEONATO BRASILEIRO 1986 - 1ª FASE - INTERNACIONAL 1 X 1 BANGU
Data: 10/09/1986
Local: Beira-Rio - Porto Alegre (RS)
Público: 16.863
Renda: Cz$ 371.079,00
Juiz: José de Assis Aragão, auxiliado por Wilton José da Costa e Valter Borges de Queirós.

Cartões: Pinga (I); Oliveira (B).
Gols: Jacimar 8'/1 (B); Marquinhos 23'/1 (I).
INTERNACIONAL: Rafael; Luís Carlos Winck, Pinga (Laércio), Aloísio e Marco Aurélio; Norberto, Marquinhos (Luís Fernando Flores) e Balalo; Robertinho, Sabará e Carlinhos. Técnico: Homero Cavalheiro.
BANGU: Gilmar; Jacimar (Racinha), Márcio Rossini, Oliveira e Márcio Nunes; Mauro Galvão, Israel e Nando (Neto); Marinho, João Cláudio e Ado. Técnico: Paulo César Carpegiani.

21/7/1985 - Campeonato Brasileiro 1985 - 2ª fase - Internacional 1 x 2 Bangu

CAMPEONATO BRASILEIRO 1985 - 2ª FASE - INTERNACIONAL 1 X 2 BANGU
Data: 21/7/1985
Local: Beira-Rio - Porto Alegre (RS)
Público: 62.205 pagantes.
Renda: Cr$ 323.834.000,00
Juiz: Romualdo Arppi Filho, auxiliado por José Renato Fidalgo e Sebastião Soledade.
Cartões: Kita (I); Márcio Nunes e Delacir (B).
Expulsão: Kita (I).
Gols: João Cláudio 18'/1 (B); André Luís 35'/2 (I); Marinho 43'/2 (B).
INTERNACIONAL: Mano; Luís Carlos Winck, Pinga, Mauro Galvão e André Luís; Ademir Kaefer, Ademir Alcântara e Rubén Paz; Paulo Santos, Marcelo Vita e Silvinho Paiva. Técnico: Otacílio Gonçalves.
BANGU: Gilmar; Márcio Nunes (Velto), Cardoso, Oliveira e Baby; Israel, Mário e Lulinha (Delacir); Marinho, João Cláudio e Ado. Técnico: Moisés.

Lulinha levou a melhor sobre a marcação de André Luís.
Fonte: Jornal dos Sports.
Rubén Paz, Mario, Ademir Alcântara, Cardoso e Lulinha.
Fonte: Jornal dos Sports.

07/02/1981 - Campeonato Brasileiro 1981 - 1ª fase - Internacional 0 x 0 Bangu

CAMPEONATO BRASILEIRO 1981 - 1ª FASE - INTERNACIONAL 0 X 0 BANGU
Data: 07/02/1981
Local: Beira-Rio - Porto Alegre (RS)
Público: 11.667
Juiz: Márcio Campos Salles, auxiliado por José Cavalheiro de Morais e Valdir Vione.
INTERNACIONAL: Benitez; Carlos Alberto Barbosa, Vágner Bacharel, André Luís e Cláudio Mineiro (Beretta); Ademir Kaefer, Mauro Galvão e Jair; Paulo Santos, Jones (Bira) e Mário Sérgio. Técnico: Mário Juliato.
BANGU: Tobias; Júlio César, Moisés, Fernando e Marco Antônio; Carlos Roberto, Ademir Vicente e Luisão; Mirandinha, Alcino (Índio) e Marcelo. Técnico: Décio Leal.

9/10/1968 - Roberto Gomes Pedrosa 1968 - 1ª fase - Internacional 0 x 0 Bangu

ROBERTO GOMES PEDROSA 1968 - 1ª FASE - INTERNACIONAL 0 X 0 BANGU 
Data: 9/10/1968
Local: Olímpico - Porto Alegre (RS)
Renda: NCr$ 55.644,00
Juiz: Carlos Costa, auxiliado por José Luís Barreto e João Carlos Ferrari.
INTERNACIONAL: Schneider; Laurício, Scala, Pontes e Sadi; Dorinho e Tovar; Carlitos, Bráulio, Claudiomiro e Balzaretti. Técnico: Daltro Menezes.
BANGU: Ubirajara; Fidélis, Mário Tito, Luís Alberto e Pedrinho; Jaime e Juarez; Mário, Sabará, Prado (Milton) e Aladim. Técnico: Ocimar.

Manu

MANU
(meia)

Nome completo: João Manuel Rocha Monteiro Corrêa
Data de nascimento: 8/4/1966
Local: São Paulo (SP)

CARREIRA:
1986-1987
São Paulo
1987
Internacional
1988
Juventus-SP
1988-1989
Bangu
1989
América-RN
1990
Esportivo de Passos-MG
1991-1995
União da Madeira-POR
1995
Chaves-POR
1996
Espinho-POR
1996-1997
Acadêmica de Viseu-POR
1997-1998
Imortal-POR

Habilidoso e veloz, Manu surgiu no São Paulo em uma geração fértil, de onde saíram os “menudos” Silas e Müller. Quem o levou aos profissionais foi o técnico Cilinho, que tirou o ponta dos juniores e o inseriu no “expressinho”, como era conhecido o time B do São Paulo. Em seu primeiro ano como profissional, fez parte do título brasileiro de 1986 e do Campeonato Paulista de 1987.

Manu disputou sua última partida pelo tricolor paulista em agosto de 1987, e no mês seguinte se apresentou como reforço colorado para a Copa União. O próprio jogador fala de sua passagem pelo Internacional através do facebook:

“Apesar de ter sido uma passagem rápida, somente no brasileiro de 87, foi marcante não só pela campanha e o vice-campeonato daquele ano, mas também por ter conhecido a minha esposa. Hoje moro em Porto Alegre, tenho um filho gaúcho e me sinto em casa. Era realmente uma equipe extremamente competitiva, com um grande comandante, professor Ênio Andrade, e um grupo muito unido e com um objetivo muito claro. Infelizmente não conseguimos o título por ter enfrentado uma equipe que era realmente superior, pelo menos tecnicamente, mas foi sem dúvida uma grande experiência”.

Depois de sua passagem em Porto Alegre, defendeu Juventus-SP, Bangu, América-RN, Esportivo de Passos-MG e times de Portugal na 1ª e 2ª divisão. Parou de jogar em 1998, aos 32 anos.

Wallace

WALLACE
(meia)

Nome completo: Wallace Padrão de Abreu

Data de nascimento: 1/6/1972
Local: Rio de Janeiro (RJ)

Carreira:

1992-1995
Fluminense
1996-1997
Juventude
1998
Internacional
1998-2000
Juventude
2001-2002
Paulista
2003-2004
15 de Novembro
2005
Canoas
2005
CFZ-DF

Meio-campo de grande técnica e com uma excelente perna esquerda, Wallace jogava de cabeça erguida e sem medo de trombar com zagueiros. Porém, suas qualidades acabaram não convencendo comissão técnica e torcida em sua passagem pelo Beira-Rio.
Destaque nas categorias de base do Fluminense, Wallace foi promovido aos profissionais do time em 1992, aos 20 anos, onde permaneceu até 1995. Ao todo, disputou 74 partidas e marcou 7 gols com a camisa do tricolor carioca.
Depois de um rápido empréstimo ao Bangu em 1996, foi contratado pelo Juventude, onde sua carreira parecia alavancar. No duelo diante do Internacional no Brasileirão, marcou o gol que deu início à vitória por 2 a 1, no Alfredo Jaconi.
Em 1997, o Internacional vinha de uma série invicta de 13 jogos. Até encontrar o Juventude pelo caminho. A vitória da "touca" veio com um gol de Wallace. A sina de marcar gols contra o Inter chamou a atenção da diretoria colorada, que providenciou sua contratação por empréstimo em janeiro de 98, para substituir Arílson, vendido ao Palmeiras.
Com a concorrência de Luís Carlos Matos e Mabília, Wallace teve como primeiro obstáculo uma lesão em um de seus primeiros treinos. Favorecido pelo péssimo desempenho de Luís Carlos, Wallace teve suas primeiras oportunidades na reserva de Mabília.
Seu primeiro jogo com a camisa colorada foi em um amistoso diante do Santa Cruz-RS, com vitória colorada por 4 a 1. Wallace marcou o segundo gol. Mas na sua primeira oportunidade como titular, a decepção da eliminação na Copa do Brasil diante do América-MG.
A partir daí, o meia passou a ser contestado pela torcida, mesmo tendo grande potencial. Com Cassiá Carpes, Wallace ganhou a condição de titular, mas acabou não vingando e perdeu a posição para o meia Leandro Augusto.
Retornou ao Juventude para a disputa do Brasileiro de 1998. Mas em 99, o meia adquiriu o status de ídolo do time de Caxias do Sul, sendo um dos protagonistas na campanha do título inédito da Copa do Brasil.
Depois da disputa da Libertadores de 2000 pelo Juventude, a carreira de Wallace empacou, se tornando cada vez mais coadjuvante pelos clubes que passou. Ainda passou por Guarani, Paulista, 15 de Novembro, Canoas, CFZ-DF e Bangu. Encerrou a carreira em 2007, aos 35 anos.

Luiz Carlos

LUIZ CARLOS de Souza Pinto Júnior (atacante)


O Inter vivia uma fase de esperança em 2008. Queria esquecer a ressaca que tomou todo o ano de 2007, após as grandes conquistas. A busca, dessa vez, era por um centroavante de área. Após desistir de tentar a sorte com Guto, Luiz Carlos foi contratado.

O carioca Luiz Carlos começou a carreira no CFZ-RJ, em 2000. Desde jovem, é um nômade do futebol, passando por vários clubes brasileiros e estrangeiros: Bangu, Sol de America-PAR, Al Shabab-EAU, Paysandu, Coritiba, Lleida-ESP, Vasco, Duque de Caxias, Viborg.

Em 2008, viveu o melhor momento de sua carreira, sendo artilheiro da Série B pelo Ceará. Na ocasião, havia marcado 12 gols. O Internacional contratou o jogador para ser reserva de Nilmar ao longo do Brasileirão. Não deu certa a ideia.

A breve passagem de Luiz Carlos "Imperador" se resume a um lance inusitado, pra não dizer bizarro. O Inter treinava em campo de futebol society, quando Edinho, volante brucutu e quebrador de bola, teve seu momento de Riquelme, aplicando uma caneta desconsertante em Luiz Carlos. Os demais jogadores riram mais ainda quando o atacante disse, encabulado, que "o Edinho tem recurso". Teve o privilégio de estar na foto do título da Copa Sul-americana de 2008.

Seu contrato de 3 anos com o Inter se baseou em empréstimos. Durante o período, jogou por Itumbiara-GO, Fortaleza, Portuguesa, Novo Hamburgo, Brasil de Pelotas. Conquistou o Campeonato Cearense de 2009, pelo Fortaleza.

Depois do término de contrato, jogou pelo Brasiliense, Central-PE e Guarany de Sobral-CE. No início desse ano, retornou ao Brasiliense.

Márcio Rossini

MÁRCIO ROSSINI
(zagueiro)

Nome completo: Márcio Rossini
Data de nascimento: 20/9/1960
Local: Marília (SP)

CARREIRA
1980-1985 - Santos
1986-1989 - Flamengo
1990 - Internacional
1991 - Noroeste
1992 - Portuguesa
1993 - Tigres
1994 - Sãocarlense
1995 - Marília

Márcio Rossini foi um zagueiro de chegada, daqueles que não davam sossego aos atacantes. Mesmo sendo considerado baixo para a posição de zagueiro, Márcio mostrava imposição e não se intimidava com atacantes mais altos.


Rossini começou a carreira no Marília, mas foi no Santos que despontou no cenário nacional. Ao lado de Toninho Carlos, fez uma excelente dupla de zaga. No período defendendo o Peixe, o zagueiro foi convocado à seleção em 13 ocasiões, sendo vice-campeão da Copa América em 1983. Ainda foi vice-campeão Brasileiro em 83 e campeão paulista em 1984.


Em 1986, foi para o Bangu, onde adquiriu uma fama de zagueiro violento, que não perdia a viagem. Disputou 183 partidas pelo Bangu, sendo expulso quatro vezes. No Flamengo, em 1989, jogou em apenas 17 partidas, sendo concorrente direto de Aldair e do jovem Júnior Baiano.



Márcio Rossini veio para o Internacional em 1990, depois de ser afastado por fazer críticas à direção santista. O ano foi turbulento para o Colorado e a defesa era duramente criticada. Assim como Zabala, Rossini não adquiriu a confiança do torcedor e o Inter quase foi rebaixado. Foi dispensado no final do ano, após o sufoco do quase descenso.



Em 1991, foi para o Noroeste-SP. Ainda passou por Portuguesa, Tigres-MEX, Sãocarlense e Marília, onde iniciou e encerrou a carreira, 17 anos depois de se profissionalizar.

Pedrinho Gaúcho

PEDRINHO GAÚCHO
(atacante)

Nome completo: Pedro Antônio Simeão

O lajeadense Pedrinho Gaúcho estreou no time principal do Internacional em 1973, depois de disputar as Olimpíadas de 1972 pela Seleção, ao lado de Falcão, Roberto Dinamite, Dirceu e outros grandes nomes do futebol.

No Inter, foi reserva imediato de Valdomiro por seis anos. Enquanto Valdomiro tinha como característica principal a bola parada, Pedrinho era homem de movimentação. Ganhou cinco títulos estaduais e dois campeonatos brasileiros.

Deixou o Internacional após a eliminação nas semifinais do Brasileiro de 78, rumando o América-SP. Depois de dois anos em São José do Rio Preto, foi para o Atlético-MG, onde ficou de 1979 até 1982. Ganhou o campeonato mineiro em todos os anos em que esteve em Minas Gerais.

Em 83, foi para o Vasco da Gama, onde jogou ao lado de Roberto Dinamite, Acácio e Rosemiro. No cruzmaltino, pegou uma época de vacas magras. Passou pelo Coritiba em 1984 e foi para o Bangu em 1985.

Curiosamente, Pedrinho Gaúcho passou pelos dois times finalistas do Brasileirão de 85, mas na final foi derrotado, pois estava no Bangu. Deixou o Bangu em 1986 e encerrou a carreira no Avaí, aos 33 anos.

Josimar (1990)

JOSIMAR
(lateral-esquerdo)


Nome completo: Josimar Higino Pereira

Muitos perguntam até hoje: o que Josimar fazia na Seleção de 1986? Como ele fez dois golaços naquele Mundial? Mais curioso é se questionar: como Josimar veio parar no Beira-Rio?


Josimar iniciou a carreira no Botafogo, em 1981. Fazia grandes partidas e seu apogeu se deu em 1986, convocado por Telê Santana para o Mundial do México. A contusão de Édson Boaro trouxe a sorte para que Josimar tivesse visibilidade, aproveitada em dois golaços contra Irlanda do Norte e Polônia.

Em 1989, depois de uma rápida passagem pelo Sevilla, voltou ao Brasil para jogar pelo Flamengo. Aí começou o declínio. Sua passagem pela Gávea ficou marcada por polêmicas extra-campo por uso de drogas e agressão a um PM, que averiguava a situação.

Sem rumo e altamente contestado, no ano de 1990 foi emprestado ao Internacional pelo rubro-negro carioca, uma semana depois de mais um escândalo com drogas numa boate carioca.

Porém, Pedro Asmuz, presidente do Colorado, propôs a seguinte condição a Josimar: um contrato de gaveta. Se o jogador aprontasse fora das quatro linhas, seria demitido sem receber nenhum direito.

Não foi preciso Josimar fazer besteira e se meter em encrenca. Seu baixo rendimento levou o Internacional a dispensá-lo. Seu destino, no mesmo ano, foi o Novo Hamburgo. Ainda jogou no Bangu, Uberlândia-MG, Mineros-VEN e Baré-RR.

Nando

NANDO
(atacante)

Nome completo: Fernando Pereira de Pinho Júnior
Data de nascimento: 3/7/1966
Local: Rio de Janeiro (RJ)

CARREIRA:
1984-1988 - Bangu
1989 - Flamengo
1990-1991 - Hamburgo-ALE
1991 - América-RJ
1992-1995 - Internacional
1996 - Criciúma 


Artilheiros natos o Inter teve aos montes. Bodinho, Carlitos, Larry, Claudiomiro, Flávio Minuano, Dario, Nílson, Gérson... Muitos gols e muita história. Até mesmo quando a fase não era boa, o Inter tinha seus matadores.

Nando surgiu no Bangu, na primeira metade da década de 80, em uma safra que teve Ézio, Márcio Rossini e Marinho. Em sua primeira temporada como profissional, esteve no grupo vice-campeão brasileiro em 1985.

Depois de quatro anos no Bangu, e uma passagem pelo Flamengo, Nando rumou à Alemanha para jogar no Hamburgo, de 1989 a 1992. Mesmo com oferta para permanecer no futebol alemão, a proposta do Internacional mexeu com o atacante.

Nando foi sombra de Gérson e Paulinho McLaren em seus dois primeiros anos. Quando a titularidade parecia ser certa, surgia da base um jovem atacante rápido e goleador: Leandro. E Nando permaneceu no banco de reservas até 1995.

Nando marcou 4 gols em Gre-Nais, mas não conseguiu o destaque esperado que tinha nos tempos de Bangu. Em 1996 foi contratado pelo Criciúma, quando encerrou a carreira.