Mostrando postagens com marcador Brasil-PEL. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Brasil-PEL. Mostrar todas as postagens

29/06/1949 - Amistoso - Brasil-PEL 2 x 4 Internacional

O INTERNACIONAL ENFRENTA, HOJE, O BRASIL NA "PRINCESA DO SUL"
Hoje, em Pelotas, realizar-se-á um sensacional encontro intermunicipal, entre o campeão da "Princesa do Sul", o Brasil x Internacional, bicampeão estadual. Notícias procedentes da bela cidade de Pelotas adiantam que é inusitado, ali, o interesse pelo confronto de hoje, que será efetuado no novo estádio dos campeões locais, com capacidade para comportar um grande público.
O Internacional, que estreou auspiciosamente em Rio Grande, domingo último, vencendo o veterano Rio-grandense, após uma porfia das mais interessantes, estará completo contra o Brasil. Este, por seu turno, lançará mão de todos os seus valores, onde destacam-se craques de grande projeção no cenário futebolístico do Estado, entre os quais o "mignon" ponteiro Plínio, o veterano Chico Fuleiro, o ex-jogador do Cruzeiro, Manoelzinho e tantos outros.
Fonte: Jornal do Dia (RS), n. 730, 29 jun. 1949, p. 7. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/docreader/098230/5675. Acesso em: 22 jun. 2026.

AMISTOSO - BRASIL-PEL 2 X 4 INTERNACIONAL
Data: 29/06/1949
Local: Bento Freitas - Pelotas (RS)
Renda: aprox. Cr$ 30.000,00
Juiz: Homero Carvalho
Gols: Villalba 2’/1 (I); Tesourinha 6’/2 (I); Carlitos 12’/2 (I); Galego 28’/2 (B); Manoelzinho 29’/2 (B); Villalba 38’/2 (I).
BRASIL-PEL: Italiano; Maneca Rocha e Dario; Tibiriça, Rui e Tavares; Murtosa, Manoelzinho, Darci, Galego e Plínio.
INTERNACIONAL: Éverton; Ilmo e Nena; Viana (Ruarinho), Alfeu e Abigail; Tesourinha, Villalba, Bóris, Ghizzoni e Carlitos. Técnico: Felix Magno.

VITORIOSO O INTERNACIONAL EM PELOTAS
PORTO ALEGRE, 1 (Asapress) — O esquadrão do Internacional, bicampeão estadual de football, iniciando a sua "gira" pelo interior, exibiu-se em Pelotas, vencendo o Grêmio Esportivo Brasil, por 4 x 2, sendo os tentos de autoria de Vilalba 2, Carlitos e Tesourinha. Para o vencido, marcaram Galego e Manoelzinho. A renda somou 90 mil cruzeiros e o quadro colorado, formou com a seguinte constituição: Éverton; Nena (Alfeu) e Ilmo; Alfeu (Viana), Viana (Ruaro) e Abigail; Boris, Ghizzoni, Villalba, Tesourinha e Carlitos.
Fonte: A Noite (RJ), n. 13220, 01 jul. 1949, p. 11. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/348970_04/58608. Acesso em: 22 jun. 2026.

GRANDE FEITO DO INTERNACIONAL EM PELOTAS
DERROTADO O BRASIL POR 4 X 2 — EQUIPES E GOLEADORES
PELOTAS, 30 (J. D.) — O onze do Internacional, bicampeão porto-alegrense e gaúcho, fez a estreia nesta cidade, ontem, à tarde, enfrentando o Grêmio Esportivo Brasil, campeto citadino, ao qual derrotou pelo alto escore de 4x2.
Os tentos para a equipe vencedora foram conquistados na sequinte ordem: Vilalba, aos 2 minutos da primeira fase; Tesourinha, aos 6 minutos; Carlitos, aos 12 minutos; Villalba, aos 38 minutos. Os dois contrastes dos locais foram conquistados aos 28 minutos da etapa complementar, por intermédio de Galego e Manoelzinho.
Os dois quadros estavam assim formados:
Internacional: Éverton; Nena (Alfeu) e Ilmo; Alfeu (Viana), Viana (Ruaro) e Abigail; Bóris, Ghizzoni, Villaiba, Tesourinha e Carlitos.
Brasil — Italiano; Maneca Rocha e Dario; Tibiriça, Rui e Tavares; Mortosa, Manoelzinho, Darci, Galego e Plínio.
Homero Carvalho foi o árbitro da peleja, com boa atuação.
A renda deve ter atingido a importância de 30 mil cruzeiros.
Fonte: Jornal do Dia (RS), n. 731, 01 jul. 1949, p. 7. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/docreader/098230/5687. Acesso em: 22 jun. 2026.

14/06/1941 - Amistoso - Internacional 3 x 4 Brasil-PEL

— PORTO ALEGRE, 10 (A. N) — Por iniciativa de Grêmio Porto-alegrense e do Sport Club Internacional, o forte conjunto do E. C. Brasil de Pelotas, virá a esta capital, na próxima quinta-feira, disputar algumas partidas. O primeiro jogo está marcado para sábado desta semana.
Fonte: Gazeta de Notícias (RJ), n. 132, 11 jun. 1941, p. 10. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/103730_07/6568. Acesso em: 19 jun. 2025.

AMISTOSO - INTERNACIONAL 3 X 4 BRASIL-PEL
Data: 14/06/1941
Local: Timbaúva - Porto Alegre (RS)
Renda: 18:000$000
Juiz: Álvaro Silveira
Gols: Birilinha 7’/1 (B); Tatão 14’/1 (B); Birilinha 19’/1 (B); Villalba ?’/1 (I); Tesourinha 44’/1 (I); Carlitos 17’/2 (I); Pepito ?’/2 (B).
INTERNACIONAL: Rubens; Alfeu e Borges; Pedrinho (Niquelagem), Assis e Ávila; Tesourinha, Russinho, Villalba (Osvaldo Brandão), Ruy Motorzinho e Carlitos.
BRASIL-PEL: Munheco; Antoninho e Chico; Alvim, Ramón e Tavares; Birilinha, Pepito, Massinha, Nede e Tatão (Patronato). Técnico: Teté.

"A uma centrada de Tesourinha, Munheco antecipou-se
e segurou firme. Observam o lance Carlitos, Ruy e, ao longe, Ávila".
Fonte: Sport Illustrado (RJ)
"Faltava menos de um minuto para terminar o half-time inicial,
quando Tesourinha, aproveitando uma centrada rasa de Carlitos,
assinalou o segundo tento do Internacional. Munheco tentou
defender com o pé, mas foi tarde demais".
Fonte: Sport Illustrado (RJ)
"Quadro do Grêmio Esportivo Brasil, de Pelotas, que derrotou
o Internacional, campeão Porto  Alegrense e do Estado, pelo score de 4x3".
Fonte: Sport Illustrado (RJ)

O "SOCCER GAÚCHO" EM PLENA ARRANCADA
A temporada do Grêmio Esportivo Brasil, de Pelotas, em Porto Alegre — A primeira partida, contra o Grêmio e a segunda com o Internacional
Desde a primeira visita do G. E. Brasil a Porto Alegre, quando demonstrou um ótimo padrão de foot-ball, chegando mesmo a regressar invicto à sua cidade, que é Pelotas, o mundo esportivo porto-alegrense vinha ansiando por uma outra apresentação do quadro rubro-negro. Grêmio e Internacional, os dois baluartes de foot-ball da capital, encarregaram-se de patrocinar a excursão. [...]
INTERNACIONAL x BRASIL
Grande público lotou o estádio da Timbaúva e pelas bilheterias passou a soma de 18:000$000, quantia apreciável, mormente se levarmos em conta que a partida foi realizada num sábado.
O Brasil venceu. Novamente regressa invicto à sua terra. Frente ao Internacional, campeão da capital e do Estado, o O G. E. Brasil agigantou-se, conseguindo uma de suas maiores vitórias. Novamente Ramón constituiu a melhor figura dos visitantes, desta vez melhor auxiliado pelos médios de ala. A zaga também agigantou-se, fazendo uma grande partida. Gostamos muito de Antoninho e Chico. Ambos firmes e bons rebatedores desfizeram as cargas dos colorados. O ataque teve sua ação facilitada pela péssima marcação da defesa do Internacional. Novamente Nede foi a grande figura do ataque. Secundaram-no Massinha e Birilinha. Os demais estiveram regulares.
O ponto alto do Internacional foi sempre o ataque. Nesta partida a linha atacante jogou muito bem, porém a defesa claudicou e os três pontos feitos pelos forwards nao chegaram para dar ao quadro as honras da vitória. Efetivamente, os primeiros trinta minutos de jogo foram fatídicos para os colorados. Neste período a defesa cochilou e os pelotenses aproveitaram para assinalar três gols.
A culpa da derrota cabe, pois, aos defensores. De todos, Pedrinho foi o mais fraco. Seguem-lhe, na ordem, Borges, Ávila e Rubens. Este cercou dois "Frangos" com "F" maiúsculo... Depois dos trinta minutos Pedrinho foi substituído e a defesa firmou-se, advindo daí a reação colorada, que no primeiro tempo diminuiu a diferença para apenas um gol. No quadro colorado destacaram-se Assis, Alfeu, Tesourinha e Carlitos. Este teve uma jogada maravilhosa, a qual se pode aplicar o caso do torcedor que saiu do estádio para comprar outra entrada, pois que apenas a referida jogada valera o preço de uma arquibancada... Russinho não andou muito bem. Ruy foi o cavador de sempre. Brandão, que substituiu o player argentino Villaba, atuou pior que este. Teve um mérito, porém: o de distribuir coices...
OS GOLS
1º — Brasil — Um passe esplêndido de Massinha proporcionou a Birilinha a abertura do score quando decorriam precisamente 7 minutos de jogo. "Frango" de Rubens.
2º — Brasil — Birilinha corre e centra rasteiro. Ante um cochilo de Pedrinho, Tatão encontra-se livre defronte à meta. Trava a bola e escolhe o canto, tudo na maior calma. Finalmente dá o tiro de misericórdia colocando o balão no angulo superior direito: 2x0 aos 14 minutos.
3º — Brasil — Novamente saem os pelotenses que voltam a marcar. Uma bola adiantada vai a Birilinha e Rubens abandona o arco. Birilinha desvia mansamente e a bola, para angústia dos torcedores colorados, entra em câmera lenta. Decorria 19 minutos de jogo.
4º — Internacional — Aos [...] minutos Villalba atira, de bico, de fora da área e a bola, descrevendo uma curva, ilude a vigilância de Munheco. Era o primeiro ponto da grande reação.
5º — Internacional — Continua a forte pressão do Internacional e Carlitos centra na boca da meta e Tesourinha finaliza com precisão, justamente aos 44 minutos.
Termina, assim, o primeiro tempo com o score de 3x2. Durante o intervalo todos eram unânımes em afirmar que o Internacional não perderia mais. A grande reação encetada pelos colorados fazia prever isso. Além disso, esperava-se a substituição de Villalba por Brandão. Efetivamente, Brandão surgiu em campo, porém, decepcionou. O Internacional não venceu e o seu esforço foi malogrado por um chute feliz de Pepito que definiu-a vitória em favor dos pelotenses.
6º — Internacional — O segundo tempo começou monótono, aos poucos, porém, o Internacional foi se firmando até surgir o gol de empate, ansiosamente esperado.
Ante um centro de Ruy, Brandão controla e devolve ao mesmo Ruy. Este, por sua vez, estende a Carlitos que, depois de iludir três adversários, ilude também o goleiro, colocando o balão mansamente nas redes. 3x3 aos 17 minutos e enorme delírio na torcida colorada.
7º — Todos os esforços dos internacionalistas foram, porém, desfeitos com um chute fraco de Pepito no canto direito do arco de Rubens. Gol da vitória! Júbilo entre os pelotenses que carregam Pepito nos ombros até ao centro do campo.
Com fortes cargas do Internacional finaliza o match tendo os jogadores se abraçado no campo.
OS QUADROS
INTERNACIONAL — Rubens; Alfeu e Borges; Pedrinho (Nick), Assis e Ávila; Tesourinha, Russinho, Villalba (Brandão), Ruy e Carlitos.
BRASIL — Munheco; Antoninho e Chico; Alvim, Ramón e Tavares; Birilinha, Pepito, Massinha, Nede e Tatão (Patronato).
Juiz: sr. Álvaro Silveira. Muito bom.
Renda: 18:000$000.
Fonte: SILVA JÚNIOR, Radamés. Sport Illustrado (RJ), n. 170, 10/07/1941, p. 17. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/182664/6551. Acesso em: 19 jun. 2025.

26/09/1920 - Amistoso - Brasil-PEL 1 x 2 Internacional

[...] Hoje terá lugar a segunda partida contra o Rio Branco.
Consta que a missão do Internacional desistiu de ir ao Rio Grande.
Fonte: A Federação (RS), 24/09/1920, ano 1920, n. 222, p. 4. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/388653/44681. Acesso em: 25 out. 2023.

O INTERNACIONAL EM PELOTAS
Segundo telegrama que recebemos de Pelotas, os players do "S. C. Internacional" continuam a receber carinhosas manifestações naquela cidade.
O referido clube jogará amanhã, domingo, com o "Sport Club Brasil", tendo esse encontro despertado vivo entusiasmo.
Fonte: A Federação (RS), 25/09/1920, ano 1920, n. 223, p. 2. Disponível em: http://memoria.bn.br/docreader/388653/44687. Acesso em: 25 out. 2023.

AMISTOSO - BRASIL-PEL 1 X 2 INTERNACIONAL
Data: 26/09/1920
Local: Praça de Esportes - Pelotas (RS)
Juiz: Antônio Barbieri
Gols: Rossel (B); Bento e Rosário (I).
BRASIL-PEL: Conte; Nunes e Zabaleta; Paiva, Alberto e Floriano; Farias, Nico, Rossel, Ignácio e Proença.
INTERNACIONAL: Travi; Bello e Pires; Raul II, Lampinha e Lio; Cézar, Genny, Olympio, Bento e Rosário.

O "INTERNACIONAL" EM PELOTAS
Realizou-se, domingo, em Pelotas, no ground do bairro Simões Lopes o anunciado embate entre os teams do "Sport Club Internacional", desta capital, e do "Grêmio Sportivo Brasil", campeão estadual de 1919.
A luta, segundo os despaches particulares, recebidos da "Princesa do Sul", foi deveras emocionante, terminando com a vitória da falange porto-alegrense, por 2 gols a um [...].
Recebemos, ontem, à noite, o seguinte telegrama:
Pelotas, 27 - O "Internacional" entrou em campo sob um vaticínio desfavorável, pois o team do "S. C. Brazil" era muito homogêneo, tendo vencido no dia 20 o "Ideal" por dois a zero.
Logo ao início do jogo foi se desfazendo essa imposição apresentando o "Internacional", tecnicamente, superioridade.
A linha do "Brasil" encontrou forte barreira na defesa do "Internacional".
A linha de forwards do "Internacional" foi muito modificada, estando Rosário na esquerda; Cezar na direita e Olympio no centro.
O jogo foi, porém, quase sempre devido a Bento, fortemente auxiliado por Olympio, se revelou um excelente jogador.
Aos poucos foi o "Internacional" conquistando a assistência e os seus feitos eram saudados francamente.
Travi apresentou o seu melhor jogo, chegando até a rebater um pênalti ao finalizar o match.
Toda a assistência aplaudiu o jogo do "Internacional" e os vencidos.
As rodas esportivas locais classificam o team do "Internacional" como o mais forte que tem vindo a Pelotas este ano.
Muito apreciado foi também a maneira distinta de jogar dos rapazes.
A atuação de Raul e Pires, que entraram como reservas, esteve acima da expectativa.
O "Internacional" impugnou o campo do "Ideal", aceitando o match em outro campo.
Caso o Ideal não aceite o justo motivo apresentado, os visitantes jogarão terça-feira com o Pelotas, resultando grande ansiedade.
Os chefes da missão do "Internacional" oferecerão um assado de ovelha quarta-feira, convidando os seus contendores.
A festa terá lugar no Parque Souza Soares.
A missão esportiva tem sido muito festejada. 
O "Internacional" ofereceu uma corbeille de flores, a bordo, à missão riograndense de remo, que segue para o Rio, a fim de disputar o Campeonato de Remo.
Fonte: A Federação (RS), 28/09/1920, ano 1920, n. 225, p. 2. Disponível em: http://memoria.bn.br/docreader/388653/44703. Acesso em: 26 out. 2023.

PORTO ALEGRE, 27 - No match de foot-ball jogado ontem em Pelotas entre o S. C, Internacional, daqui, e o G. S. Brasil, dali, venceu aquele, por 2 a 1.
Travi, keeper do Internacional, defendeu um pênalti, garantindo, assim, a vitória para o seu team.
O resultado desse match tem sido muito comentado nesta capital, pois o clube vencido é detentor do campeonato estadual de foot-ball.
Fonte: A Tribuna (RS), 27/09/1920, ano 1920, n. 013, p. 2. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/882127/42. Acesso em: 29 out. 2023.

06/08/1914 - Amistoso - Brasil-PEL 0 x 1 Internacional

Seguiu, ontem para Pelotas a equipe do Internacional, que ali se baterá em diversos matches com os teams dos clubes daquela cidade.
A equipe é composta dos seguintes players:
Carlos Pereira Silla, Simão Alves, Ary Terra Lopes, Alberto Beheregaray, Satyro França Bittencourt, Dr. Carlos Antônio Kluwe-capitão, Darsis Gonçalves, Ricardo Kluwe, Francisco Vares, José Pereira, Álvaro Ribas, Paulo Tagnin, Belarmino Ávila e Túlio Araújo.
Como diretores da missão, seguem os srs. Felipe Sylla, presidente, lvo Barbedo, secretário, Roberto Menezes, tesoureiro e Pedro Chaves, vogal.
É representante da "Federação" o nosso cronista Carlos Pereira Silla.
Ao embarque, que foi muito concorrido, compareceu grande número de famílias.
Aos players foram oferecidos muitos ramalhetes de flores naturais.
Fonte: A Federação (RS), 06/08/1914, p. 6. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/388653/30165. Acesso em: 14 ago. 2023.

AMISTOSO - BRASIL-PEL 0 X 1 INTERNACIONAL
Data: 06/08/1914
Local: Dr. Augusto Simões Lopes - Pelotas (RS)
Juiz: Pedro Chela (URU)
Gol: Ribas ?’/1.
INTERNACIONAL: Silla; Ary Lopes e Beheregaray; Bitú, Carlos Kluwe e Darsis; Túlio, Bendionda, Ribas, Plínio e Francisco Vares. Técnico: Carlos Kluwe.

Em pé: Plínio, Silla, Bitú, Behregaray, Carlos Kluwe e Darsis.
Agachados: Túlio, Bendionda, Ribas, Ary Lopes e Francisco Vares.
Fonte: 1909 em cores

FOOT-BALL - Pelotas, 6 - Chegou hoje a esta cidade o Sport Club Internacional, que teve recepção festiva.
-
Pelotas - Perante grande concorrência realizou-se o match do Internacional versus Brasil considerado temível rival do Rio
Branco e superior ao Pelotas.
O jogo toi cérrado de parte a parte devido a perigosíssima linha alvirubra. As cargas constantes ocasionaram um pênalti.
Bendionda bateu na trave do centro.
O jogo do Internacional foi apreciado.
Hoje haverá recepção no clube Commercial.
-
Pelotas, 6 - O Interternacional tem sido muito aclamado.
Bendionda está impossibilitado de jogar contra o Rio Branco devido a uma canelada, que recebeu.
-
Pelotas, 6 - O resultado do match realizado hoje entre o Sport Club Brasil e o Internacional foi o seguinte:
Internacional - 1 gol
Brasil - 0
Fonte: A Federação (RS), 07/08/1914, p. 3. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/388653/30170. Acesso em: 14 ago. 2023.

08/03/2020 - Campeonato Gaúcho 2020 - 1ª fase - Internacional 2 x 0 Brasil-PEL

CAMPEONATO GAÚCHO 2020 - 1ª FASE - INTERNACIONAL 2 X 0 BRASIL-PEL
Data: 08/03/2020
Local: Beira-Rio - Porto Alegre (RS)
Público: 15.536 (11.796 pagantes).
Renda: R$ 376.115,00
Juiz: Vinícius Amaral, auxiliado por Rafael da Silva Alves e Cléber Gilmar Flores.
Cartões: Lázaro, Leandro Leite (B); Natanael e Guilherme Pato (I).
Gols: Patrick 16’/2 (I); Patrick 23’/2 (I).
INTERNACIONAL: Danilo Fernandes; Saravia, Bruno Fuchs, Rodrigo Moledo e Natanael; Rodrigo Lindoso, Patrick (Praxedes), Nonato (Thiago Galhardo) e Guilherme Pato (Marcos Guilherme); D’alessandro e Gustavo. Técnico: Eduardo Coudet.
BRASIL-PEL: Matheus Nogueira (Rafael Martins); Ednei, Lázaro, Heverton e Mateus Mendes; Leandro Leite, Revson, Gegê e Jarro (Cristian); Poveda (William Simião) e Wesley. Técnico: Gustavo Papa.

Canal: Edu Cesar

25/2/2017 - Campeonato Gaúcho 2017 - 1ª fase - Internacional 1 x 0 Brasil-PEL

CAMPEONATO GAÚCHO 2017 - 1ª FASE - INTERNACIONAL 1 X 0 BRASIL-PEL
Data: 25/2/2017
Local: Beira-Rio - Porto Alegre (RS)
Público: 11.851 (10.001 pagantes).
Renda: R$ 288.985,00
Juiz: Vinícius Amaral, auxiliado por Maurício Coelho Silva Penna e Luiza Naujorks Reis.
Cartões: Paulão, Rodrigo Dourado (I); Eduardo Martini e Éder Sciola (B).
Gol: Roberson 37'/1 (B).
INTERNACIONAL: Danilo Fernandes; Junio (William), Léo Ortiz, Paulão e Carlinhos; Rodrigo Dourado, Charles (Anselmo) e Uendel; Nico López, Roberson (Valdívia) e Carlos. Técnico: Antonio Carlos Zago.
BRASIL-PEL: Eduardo Martini; Éder Sciola (Juninho), Cirilo, Leandro Camilo e Marlon; Leandro Leite, João Afonso, Nem e Lenílson (Wender); Marcinho e Gustavo Papa. Técnico: Rogério Zimmermann.

Milton

MILTON
(goleiro)

Nome completo: Milton Ramos Vergara
Data de nascimento: 29/9/1931
Local: Porto Alegre (RS)

Carreira:
1947-1949
Vila Cristal
1950-1951
Internacional
1951
Brasil-PEL
1952-1956
Internacional
1956
Esportivo
1958-1959
Atlético-PR

Como muitos atletas dos anos 40 e 50, o goleiro Milton surgiu na várzea porto-alegrense, no time da Vila Cristal. Veio para o Internacional em 1950, ano em que foi campeão juvenil, mas foi emprestado ao Brasil de Pelotas para adquirir mais experiência.
Ao retornar para Porto Alegre, foi promovido ao time profissional em 1952, com a missão de substituir o emblemático Ivo Winck, que havia adoecido. De última hora, o goleiro Éverton também não pôde jogar. Imediatamente, assumiu a titularidade do time que sucedeu o famoso “Rolo Compressor” dos anos 40, o “Rolinho”.
Uma de suas maiores façanhas é ter ficado mais de 900 minutos sem sofrer gols com a camisa colorada. Foi campeão gaúcho em 1952, 1953 e 1955, e do Torneio Régis Pacheco, disputado na Bahia, sendo convocado à Seleção Gaúcha em 1954. Milton foi o goleiro titular do Gre-Nal de inauguração do estádio Olímpico, em uma acachapance goleada de 6 a 2, estragando a festa do co-irmão.
Teve que abandonar a carreira no final dos anos 50, quando defendia o Atlético Parananense, por causa da instabilidade financeira.
Faleceu no dia 27 de outubro de 2012, em Porto Alegre, vítima de um câncer de pulmão. Na reta final de sua vida, Milton fez parte de eventos consulares do Internacional. O goleiro foi um dos maiores guardiões da camisa nº 1.

Sérgio Márcio

SÉRGIO MÁRCIO
(zagueiro)


Nome completo: Sérgio Márcio Inocêncio
Data de nascimento: 17/7/1962
Local: Campinas (SP)

CARREIRA:
1982 - São Paulo
1982-1985 - Araçatuba
1986-1989 - Avaí
1990-1991 - Figueirense
1991 - Campo Mourão-PR
1992-1993 - São Luiz-IJ
1993 - Lajeadense
1993 - Internacional
1994 - Guarani-VA
1995 - ABC-RN
1996-1997 - Brasil-PEL


Sérgio Márcio começou a carreira no São Paulo, em 1982. No ano seguinte foi emprestado ao Araçatuba, mas sua trajetória profissional foi consolidada no sul do país.

O zagueiro é considerado um dos grandes heróis da conquista do título catarinense de 88, defendendo o Avaí. No jogo de maior público da história da Ressacada, o Avaí levantou o caneco depois de 13 anos de jejum. O técnico avaiano era o uruguaio Jorge Fossati.

Depois de passar pelo Avaí, defendeu Campo Mourão-PR e Figueirense, até trocar Santa Catarina pelo Rio Grande do Sul. Jogou no São Luiz de Ijuí em 1992 e 1993, e foi para o Lajeadense ainda em 93. Após uma boa apresentação no Gauchão daquele ano, foi contratado para reforçar o Internacional no Campeonato Brasileiro.

O time do Internacional era um emaranhado de reforços vindos "de balaio" e, com a campanha ruim no campeonato, Sérgio Márcio acabou sobrando, assim como mais da metade do elenco colorado.

Voltou ao interior em 1994 para jogar no Guarani de Venâncio Aires. No ano seguinte, rumou ao Rio Grande do Norte, onde se sagrou campeão potiguar pelo ABC.

Seu último clube foi o Brasil de Pelotas, onde ficou em 96 e 97. Jogou no Xavante ao lado de outros ex-jogadores do Internacional, como o zagueiro Zózimo e o atacante Lima.

Pinga (1992)

PINGA
(zagueiro)

Nome completo: Jorge Luís da Silva Brum
Data de nascimento: 23/4/1965
Local: Porto Alegre (RS)

CARREIRA:
1984-1990
Internacional
1991
Ituano
1992-1993
Internacional
1994
Rio Branco-SP
1994-1995
Corinthians
1996-1997
Londrina
1997
América-SP
1997
Brasil-PEL
1998
Paysandu
1999
Sapiranga
1999
Fortaleza
2000
Serrano-RJ

Geralmente, essa página é destinada a histórias de jogadores mais obscuros, de um passado que o torcedor colorado não gosta muito de recordar. Abriremos exceções ao longo de nossa linha do tempo. Hoje lembraremos do ilustríssimo zagueiro Pinga.
O começo de Pinga no Internacional não poderia ser mais promissor. Em seu primeiro ano como profissional, conquistou a Taça Heleno Nunes, a Copa Kirin, e participou da "SeleInter", vice-campeã olímpica em 1984.
No ano seguinte, começou uma era de vacas magras no Internacional, mas Pinga era presente constante em convocações para a Seleção. Ao lado de Mauro Galvão, formava uma zaga sólida e coesa.
O drama de Pinga começou no ano de 1987. Na fase decisiva do segundo turno, o Inter enfrentaria o Grêmio, no Olímpico. Na partida, o zagueiro dividiu uma bola com o ponta gremista Fernando, que entrou de sola e acertou o joelho de Pinga. A entrada do gremista foi criminosa e quase tirou o jogador do futebol.
Pinga só retornou 100% ao futebol em 1991, mas com toda a cautela possível. Passado o sofrimento, os deuses da bola fizeram a justiça dentro de campo. O zagueiro recuperou a titularidade e foi essencial na conquista da Copa do Brasil cavando o pênalti decisivo, que foi batido por Célio Silva.
Infelizmente, o futebol de Pinga não voltou a ser aquele da metade dos anos 80. Acabou deixando o Colorado em 1993, após a eliminação na Libertadores. Rumou a Americana, para jogar pelo Rio Branco.
No ano seguinte, foi para o Corinthians. Mesmo não jogando muitas partidas pelo time do Parque São Jorge, Pinga conquistou o Paulistão e a Copa do Brasil. Aquela foi a sua última boa fase. Depois rodou por América-SP, Londrina, Brasil-PEL, Paysandu, Sapiranga, Fortaleza e Serrano-RJ. Parou de jogar aos 35 anos.

Luiz Carlos

LUIZ CARLOS de Souza Pinto Júnior (atacante)


O Inter vivia uma fase de esperança em 2008. Queria esquecer a ressaca que tomou todo o ano de 2007, após as grandes conquistas. A busca, dessa vez, era por um centroavante de área. Após desistir de tentar a sorte com Guto, Luiz Carlos foi contratado.

O carioca Luiz Carlos começou a carreira no CFZ-RJ, em 2000. Desde jovem, é um nômade do futebol, passando por vários clubes brasileiros e estrangeiros: Bangu, Sol de America-PAR, Al Shabab-EAU, Paysandu, Coritiba, Lleida-ESP, Vasco, Duque de Caxias, Viborg.

Em 2008, viveu o melhor momento de sua carreira, sendo artilheiro da Série B pelo Ceará. Na ocasião, havia marcado 12 gols. O Internacional contratou o jogador para ser reserva de Nilmar ao longo do Brasileirão. Não deu certa a ideia.

A breve passagem de Luiz Carlos "Imperador" se resume a um lance inusitado, pra não dizer bizarro. O Inter treinava em campo de futebol society, quando Edinho, volante brucutu e quebrador de bola, teve seu momento de Riquelme, aplicando uma caneta desconsertante em Luiz Carlos. Os demais jogadores riram mais ainda quando o atacante disse, encabulado, que "o Edinho tem recurso". Teve o privilégio de estar na foto do título da Copa Sul-americana de 2008.

Seu contrato de 3 anos com o Inter se baseou em empréstimos. Durante o período, jogou por Itumbiara-GO, Fortaleza, Portuguesa, Novo Hamburgo, Brasil de Pelotas. Conquistou o Campeonato Cearense de 2009, pelo Fortaleza.

Depois do término de contrato, jogou pelo Brasiliense, Central-PE e Guarany de Sobral-CE. No início desse ano, retornou ao Brasiliense.

Galego

GALEGO
(lateral-esquerdo)

Nome completo: Jéfferson Alberto Ferreira

Galego iniciou a carreira profissional no modesto Nacional-SP, indo posteriormente para o Francana, um dos muitos clubes do interior paulista por onde passou. Em 1999, foi contratado pelo Botafogo para ser a solução na lateral-esquerda. O time carioca quase foi rebaixado no Brasileirão.

Em seguida, a Ponte Preta tratou de contratar o lateral. Depois de sete jogos, foi dispensado e rumou à Inter de Limeira. Após passagens por Santo André e Joinville, foi para o Marília, onde fez uma excelente Série B de 2003. Por pouco, o MAC não conquistou o acesso.

No Paulista, Galego ganhou o status de lateral-artilheiro, marcando gols importantes e ajudando o time de Jundiaí a chegar à decisão do Paulistão de 2004, contra o São Caetano. Em setembro do mesmo ano, foi anunciado pelo Internacional por indicação de Muricy Ramalho.

Começou o ano de 2005 marcando o primeiro gol do Inter na temporada, diante do Farroupilha, no empate em 1 a 1. A partir daí, a passagem do jogador foi marcada por atuações irregulares e vaias constantes.

Na metade do ano, foi para o Guarani. A partir daí, sua carreira se baseou em peregrinar por times do interior de São Paulo, Rio Grande do Sul, além de passagem pelo Bahia e pelo Criciúma. Abandonou os gramados em 2013, jogando pelo Farroupilha.

Chiquinho (2004)

CHIQUINHO
(lateral-esquerdo)

Nome completo: Paulo Francisco da Silva Paz


Muitos até hoje tentam entender o motivo de Chiquinho não ter dado certo no time do Internacional. Difícil um colorado não ter se deslumbrado com o início meteórico do lateral no Internacional.



A torcida andava impaciente com a irregularidade de Cássio na esquerda. Então, Celso Roth colocou o jovem Chiquinho na partida contra o Santos, pelo Brasileirão. Chiquinho teve uma atuação excelente em sua estreia e o Inter venceu o Peixe por 3 a 0.

Porém, Celso Roth não se convenceu e não escalava o jogador, pedido pela torcida com unanimidade. Roth colocava Chiquinho apenas em pedreiras, como nas derrotas para Figueirense e Grêmio. Com Cláudio Duarte, Chiquinho recuperou sua confiança e o Internacional se livrou do temido rebaixamento.

Como se não bastasse a trágica morte de Librelato no final de 2002, Chiquinho teve um grave problema médico diagnosticado no início de 2003. O lateral tinha um raro problema vascular, que o tirou dos gramados por oito meses. Em sua volta, uma atuação ótima e festejada pela torcida no empate contra o São Paulo no Beira-Rio, por 1 a 1, cobrando a falta que resultou no gol de Cidimar.

2004 foi o melhor ano de Chiquinho pelo Internacional. Além da conquista do Gauchão, o Inter fez uma boa campanha na Sul-americana e Chiquinho foi fundamental na competição, marcando um gol em cada Gre-Nal da segunda fase. Conseguiu a titularidade que não obteve em 2002 e 2003.

Em 2005, um novo drama: uma lesão no púbis tirou Chiquinho por mais um longo período dos gramados. Jorge Wagner, que foi contratado para jogar na meia cancha, assumiu a titularidade e não perdeu mais a posição. Antes de deixar o Inter na metade de 2006, teve problemas com dirigentes.

Se apresentou ao Palmeiras em julho para a disputa do Brasileirão, por empréstimo. No ano seguinte, foi emprestadao ao Goiás. Em 2008 jogou pelo Fortaleza e em 2009, Joinville. O clube catarinense o contratou em definitivo, após seu contrato com o Internacional se encerrar.

Ainda jogou por River Plate-URU, São José-RS, Brasil de Pelotas, Vitória, Paulista e América-RN.

Márcio Hahn

MÁRCIO HAHN
(volante)


Homem-Gauchão. Difícil achar uma definição melhor para o torrense Márcio Hahn, jogador muito elogiado por dirigente e querido pelas torcidas pelo seu futebol simples e de dedicação.

Márcio começou profissionalmente em 1997, pela Lajeadense, depois de passar pelas categorias de base do Internacional. Ainda em 97, foi para o Atlético-PR, onde conquistou o primeiro estadual de sua carreira. No ano seguinte, foi para o Ypiranga, onde teve uma breve passagem.

Foi defender o Caxias ainda em 98. Em 2000, conquistou seu primeiro Gauchão, após uma devastadora vitória por 3 a 0 no jogo de ida, no Centenário. Márcio Hahn anotou o terceiro gol. O empate em 0 a 0 no Olímpico garantiu a glória grená, com direito a pênalti perdido por Ronaldinho Gaúcho.

Depois de passar pelo Mogi Mirim, foi contratado pelo Internacional em 2002. Sua passagem pelo Inter foi bastante discreta, pois a fase do clube foi difícil naquele ano. Começou o ano como titular na conquista do Gauchão, mas a preferência de Celso Roth por Cleitão acabou pesando para que Márcio fosse reserva em boa parte do ano.

Deixou o Internacional em 2003, quando se transferiu para o Cruzeiro. Esteve no elenco celeste que conquistou a Tríplice Coroa (Mineiro, Copa do Brasil e Brasileirão) e permaneceu até 2004.

A partir daí, começou sua longa trajetória em Campeonatos Gaúchos. Disputou 11 vezes a competição desde 2005, quando foi para o Novo Hamburgo. Ainda disputou a competição por Juventude, 15 de Novembro e Brasil de Pelotas. Também defendeu o São Caetano.

Além dos dois estaduais e dos títulos com o Cruzeiro, conquistou o título potiguar pelo ABC, em 2008, e a Segundona do Gauchão, em 2013, pelo Brasil de Pelotas, onde é um dos líderes do atual elenco Xavante, recém promovido à Série C do Brasileirão.

Fernando Cardozo

FERNANDO CARDOZO
(zagueiro)


O zagueiro Fernando Cardozo começou a carreira profissional no Internacional, no ano de 1999. Sua estréia pelo Colorado foi no amistoso de despedida do Estádio dos Eucaliptos, partida na qual o Inter venceu o Rio Grande por 6 a 2. Zagueiro alto e forte, tinha dificuldades em marcar jogadores de velocidade.

Colorado de coração, foi reserva de Lúcio ao longo de sua trajetória nos profissionais do Inter. Viveu a fase final das vacas magras, mas ganhou a confiança de Zé Mário na reta final da João Havelange. Em 2001, o fraco desempenho do Inter no Gauchão e a contratação de Fábio Luciano colocaram Fernando no banco até o final do Brasileirão.

No ano seguinte, foi emprestado ao Juventude, onde esteve na grande campanha do time caxiense no Brasileirão, terminando a competição nas quartas-de-final. Retornou ao Internacional em 2003, mas não foi tão bem quanto em 2000. Na segunda metade de 2003, foi para Portugal, defender o Nacional. Já em 2008, foi jogar no Marítimo. Ao todo, foram oito anos jogando na Ilha da Madeira.

Em 2011, veio para o Rio Grande do Sul novamente. Seu destino foi Pelotas, sua terra natal. Defendeu o Pelotas em 2011 e 2012, mas suas grandes conquistas na cidade foram pelo lado Xavante. No Brasil, conquistou o título da Segundona do Gauchão em 2013 e o acesso à Série C do Brasileirão nesse ano.

Zózimo

ZÓZIMO
(zagueiro)


A carreira profissional de Almir Moreira Pimenta começou no ano de 1985, ao 18 anos, no São Paulo. Como o tricolor já contava com outros jogadores chamados Almir, o técnico Cilinho o apelidou de Zózimo, pela semelhança física com o clássico zagueiro campeão mundial em 1958 e 1962.

Sem chances no time do São Paulo que ficou conhecido como o time dos "Menudos", Zózimo foi para o Saad, de São Caetano do Sul, por empréstimo, em 1988. Retornou ao São Paulo e, novamente, sem oportunidades, deixou o clube. Dessa vez, para o Ubiratan-MS, em 1989. Conquistou o campeonato sul-matogrossense em 90.

Em 1991, foi para a Chapecoense. No time catarinense, fez boas atuações. Ficou em Santa Catarina até o ano de 1993. No ano seguinte, foi contratado pelo Internacional, que mudou quase todo o time em relaçao ao ano anterior.

Zózimo jogou apenas um ano no Internacional, mas não conseguiu conquistar a credibilidade por parte do torcedor. Muitos não aprovavam ter um defensor tão baixo, de apenas 1,78m. Outros o achavam muito perna de pau. A verdade é que Célio Silva e Pinga deixavam cada vez mais saudade. Pelo Inter, conquistou o Gauchão.

Retornou à Chapecoense em 1995, quando atuou em um dos melhores times da história do clube. Perdeu a decisão do catarinense para o Criciúma. Ainda passagens pelo Marcílio Dias, Brasil de Pelotas e encerrou a carreira na Chapecoense, em 1998.

Murilo

MURILO
(meia)

Nome completo: Murilo Luiz Casagrande
Data de nascimento: 30/12/1975
Local: Porto Feliz (SP)

CARREIRA:
1994-1997 - Internacional
1998 - Brasil-PEL
1999 - Avaí
2000-2002 - União Barbarense
2003 - Gama
2003-2006 - Oriente Petrolero-BOL
2006 - Vitória
2006-2007 - Destroyers-BOL
2007-2009 - Guabirá-BOL
2010 - Criciúma
2013 - União Rondonópolis

O Internacional é um clube que se caracteriza por ser um tradicional celeiro de craques. A cada ano, surgem novas promessas e, algumas não passam disso. Outros, enchem os olhos com as jóias forjadas nas categorias de base do clube.

Murilo era um caso difícil de entender. Era um meia canhoto, habilidoso, mas não era unanimidade com a torcida colorada. Paulista, de Porto Feliz, começou a carreira profissional no Inter em 1994, mas começou a se destacar no time principal em 1995, quando foi vice-campeão Mundial pela seleção sub-20.

Em 1996 fez uma boa temporada com o limitado time do Inter. Com um time mediano e abarrotado de refugos, o Colorado bateu na trave na classificação do campeonato, perdendo a vaga às quartas-de-final numa derrota para o já rebaixado Bragantino.

No ano de 1997, o clube passou por uma revolução, mudando boa parte do time-base, ficando apenas André, Gamarra, Enciso, Arílson e Fabiano. Com poucas chances, Murilo foi para o Brasil de Pelotas para a disputa do Gauchão de 1998.

Um episódio épico na carreira de Murilo foi um ato de indisciplina em 1999, quando estava no Avaí. Juntamente com o jogador Zelão, se recusou a jantar com a delegação para fazer sauna, antes de uma partida contra o Criciúma. O jogador foi dispensado e virou um peregrino da bola.

Na Bolívia encontrou o seu lugar, jogando pelo Oriente Petrolero. Ainda passou por Vitória e Criciúma, até encerrar a carreira profissional no União Rondonópolis. Seu retorno ao Inter foi na despedida do legendário Fabiano Cachaça, onde encontrou amigos dos tempos de Colorado.