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26/09/1979 - Campeonato Brasileiro 1979 - 1ª fase - Santa Cruz 1 x 2 Internacional

CAMPEONATO BRASILEIRO 1979 - 1ª FASE - SANTA CRUZ 1 X 2 INTERNACIONAL
Data: 26/09/1979
Local: Arruda - Recife (PE)
Juiz: Leandro Serpa, auxiliado por Luís Vila Nova e Édson Batista da Hora.
Público: 20.648
Renda: Cr$ 848.600,00
Gols: Bira 35’/1 (I); Joãozinho 35’/1 (S); Adílson Miranda 42’/2 (I).
SANTA CRUZ: Joel Mendes; Carlos Alberto Barbosa, Paranhos, Lula e Pedrinho; Givanildo Oliveira, Ademar e Hamílton Rocha; Cidinho, Zé do Carmo e Joãozinho. Técnico: Evaristo de Macedo.
INTERNACIONAL: Benítez; João Carlos, Mauro Pastor, Mauro Galvão e Cláudio Mineiro; Batista, Falcão e Mário Sérgio; Jair, Bira (Adílson Miranda) e Chico Spina. Técnico: Ênio Andrade.

O saudoso Bira abre o marcador no Arruda.
Foto colorizada por Gustavo Leal.
Fonte: História do Sport Club Internacional 

Canal: Hilhotta

Róbson Mattis


RÓBSON MATTIS
(lateral-esquerdo)

Nome completo: Róbson Carlos Mattis
Data de nascimento: 9/6/1969
Local: São José do Rio Preto-SP

Carreira:
1988-1989 Juventus-SP
1990 Guarani
1990-1992 Al Hilal-SAU
1992 Juventus-SP
1993 Guarani
1994 Internacional
1995-1996 Guarani
1997 Santa Cruz
1998 Santo André
1999-2002 América-RN

A inconstância da lateral-esquerda causou uma grande enxaqueca na cabeça dos colorados nos anos 90. A saída de Daniel Franco, símbolo de raça e efetividade na conquista da Copa do Brasil, para o Corinthians abriu uma lacuna pelo lado esquerdo colorado.
A baixa qualidade das reposições vindas das categorias de base e do "rolinho" no setor fizeram com que o Internacional buscasse refugos para a posição. Um deles foi Róbson Mattis, muito pouco lembrado pelos colorados.
Róbson fez parte do grupo colorado na temporada de 1994. Começou como titular no início da temporada, mas foi perdendo a posição ao longo do ano para o jovem Celso Vieira e o improvisado ponta-esquerda Zinho.
Sem nenhuma perspectiva de evolução, retornou ao Guarani em 1995. Passou por Santa Cruz, Santo André e América-RN, onde é lembrado como ídolo da conquista potiguar de 2002, treinado por Adílson Batista. Uma grave lesão no ligamento cruzado abreviou a carreira do lateral, que continua seu trabalho no futebol trabalhando com crianças no Rio Grande do Norte.

30/08/2006 - Campeonato Brasileiro 2006 - 2º turno - Santa Cruz 0 x 2 Internacional

CAMPEONATO BRASILEIRO 2006 - 2º TURNO - SANTA CRUZ 0 X 2 INTERNACIONAL
Data: 30/08/2006
Local: Arruda - Recife (PE)
Público: 8.200 pagantes.
Renda: R$ 50.849,00
Juiz: Sálvio Spínola
Cartões: Edinho e Rentería (I).
Gols: Fernandão 41’/1 (I); Adriano Gabiru 7’/2 (I).
SANTA CRUZ: Guto; Wilson Surubim (Édson Di), Sidraílson e Váldson; Osmar, Júnior Maranhão, Augusto Recife, Washington (Tiano) e Paulo Rodrigues; Nenê (Mirandinha) e Márcio Mexerica. Técnico: Maurício Simões.
INTERNACIONAL: Clemer; Ceará, Índio, Fabiano Eller e Rubens Cardoso; Ediglê, Edinho, Perdigão (Márcio Mossoró) e Adriano Gabiru; Fernandão (Maycon) e Iarley (Rentería). Técnico: Abel Braga.


Canal: Hilhotta

Vilson Tadei

VILSON TADEI
(meia)

Nome completo: Vilson Tadei
Data de nascimento: 2/6/1954
Local: Urupês (SP)

CARREIRA:
1971
Rio Preto
1972
América-SP
1973-1974
Rio Preto
1975
Penapolense
1976
Rio Preto
1977-1978
Barretos
1978-1980
São Paulo
1980-1982
Grêmio
1982
Santa Cruz
1982-1983
Guarani
1983
Internacional
1984-1985
Vasco
1985-1986
Monterrey-MEX
1987
Botafogo-SP
1988
Figueirense
1988
Taquaritinga
1989
Rio Preto
1990
Jaboticabal
1991
Jalense

Vilson Tadei surgiu para o futebol em 1971, no Rio Preto. Na época, possuía cabelos longos, diferente de sua época em que esteve no Rio Grande do Sul defendendo Grêmio e Internacional.

Depois de uma rápida passagem pelo rival América, voltou ao Rio Preto em 1973, onde permaneceu até 1977. Em 78, foi vendido ao São Paulo, onde fez 54 partidas, mas não se firmou como titular. Depois de uma passagem pelo Coritiba em 80, se transferiu para o Grêmio.

O meia foi campeão gaúcho em 1980 e campeão brasileiro em 1981, permanecendo no Olímpico até o ano de 82. Após rápidas passagens por Santa Cruz e Guarani, ficou alguns meses no Beira-Rio, em tempo de levantar o caneco do Gauchão em 1983.

Vilson Tadei foi o principal nome na inauguração do estádio da Ressacada. Em um amistoso do Vasco contra o Avaí, aos 5 minutos, o meia fuzilou o goleiro catarinense, marcando o primeiro gol do estádio. No final do jogo, Vasco 6 a 1, com dois gols do carequinha.


Em sua passagem pelo futebol mexicano, foi campeão nacional com o Monterrey, na temporada 1985/1986. Retornou ao Brasil em 87, jogando por clubes do interior paulista até 1991, ano em que pendurou as chuteiras, aos 37 anos.

Wagner

WAGNER
(atacante)

Nome completo: Wagner Valente de Aquino
Data de nascimento: 16/4/1969
Local: Rio de Janeiro (RJ)

CARREIRA:
1988-1990
América-RJ
1990-1991
Baden-SUI
1991-1993
Fluminense
1993-1995
Internacional
1996
Santa Cruz
1997-1998
Belenenses
1998-1999
Paysandu
1999-2000
Universidad Catolica-CHI
2001-2001
América-RJ
2005
CFZ-RJ

Wagner começou nas categorias de base do America-RJ em 1983, onde foi promovido aos profissionais em 1988. Permaneceu no Ameriquinha até 1990, quando recebeu proposta da Suíça.
Depois de defender o modesto Baden-SUI por um ano, foi apresentado pelo Fluminense em 1991, onde a carreira do atacante começou a decolar. Wagner foi vice-artilheiro da Copa do Brasil de 1992. Na ocasião, o Fluminense foi derrotado pelo próprio Internacional.
Mesmo com suas boas performances, o Fluminense não vivia um bom momento. Porém, o destaque de Wagner chamou a atenção do Internacional. Estreou na derrota colorada diante do São Paulo de Telê Santana por 3 a 2, no Morumbi.
Na quinta partida, contra o Flamengo, o atacante machucou o joelho e acabou ficando parado por mais de um ano, perdendo espaço na equipe. Retornou ao grupo em 1995, sendo um dos líderes da jovem equipe montada em 95.
Após uma temporada muito abaixo do esperado, Wagner deixou ao Internacional e partiu para o Santa Cruz, junto com Itamar Strapasson. Partiu para Portugal para defender o Belenenses na metade de 97.
Wagner retornou ao Brasil em 1998, onde se sagrou campeão paraense pelo Paysandu, sendo autor de um dos gols do jogo decisivo. Permaneceu no Papão até agosto, quando se transferiu para a Universidad Catolica, do Chile.
Foi apresentado aos chilenos junto a Edu Marangon, mas ambos fracassaram. Wagner sofreu com as lesões e amargou a reserva na Universidad.
Mais uma vez em terras brasileiras, retornou ao seu clube do coração, o Ameriquinha, em 2001. Permaneceu até 2004 e encerrou a carreira no CFZ-RJ.

Dadinho

DADINHO
(atacante)

Nome: Eduardo Soares
Data de nascimento: 17/10/1960
Local: Santo André (SP)

CARREIRA:
1978-1981
Itabuna-BA
1981
Saad-SP
1982-1986
Remo
1987
Santa Cruz
1988
Pinheiros-PR
1988
Internacional
1989
Paysandu
1990
Ceará
1991
Paysandu
1991
ABC
1992
Paysandu

A história do atacante Dadinho passa por quase todas as regiões do Brasil. Nascido no estado de São Paulo, o jogador começou a carreira no Itabuna-BA, em 1978. Lá, mostrava-se um goleador nato. Em 1981, retornou ao seu estado para defender o Saad, de São Caetano do Sul, na Série A2 do Paulistão.

Sua carreira alavancou quando partiu para o Pará defender o Remo, onde se sagrou campeão paraense em 1986. Foi artilheiro do campeonato paraense em duas ocasiões pelo Remo: 83 e 86. Dadinho é o maior artilheiro da história do Clube do Remo com 163 gols.

Em 87, foi comprado pelo Santa Cruz por 2 milhões de cruzados. Mais uma vez, não decepcionou. Acabou o campeonato estadual campeão e artilheiro da competição. No ano seguinte, Dadinho foi para o Pinheiros, um dos clubes que originou o Paraná Clube. Mais uma vez foi destaque, sendo vice-artilheiro do campeonato paranaense.

Na metade de 1988, Dadinho foi contratado ao Internacional, com o status de goleador. Dentro de campo, o atacante não vingou. Marcou apenas dois gols e perdeu espaço para um jovem atacante que viria a ser artilheiro da competição e que levaria o Inter à vice-colocação no certame: Nílson.

Depois de passar pelo Ceará, mais uma vez Dadinho foi acolhido pelo futebol paraense. Dessa vez, pelo Paysandu. Quem esperava que ele voltaria a decepcionar, viu ele ser o herói do acesso à Série A conquistado em 1991. Dadindo ainda passou pelo ABC de Natal, antes de encerrar a carreira no Paysandu, em 92.

Mazinho Loyola

MAZINHO LOYOLA
(atacante)

Nome completo: Lindomar Ferreira de Loyola
Data de nascimento: 27/6/1969
Local: Tauá (CE)

CARREIRA:
1987-1988
Ferroviário-CE
1988-1989
São Paulo
1989-1991
Santa Cruz
1991
Ceará
1992
Fortaleza
1992-1993
Rio Branco-SP
1993-1994
Internacional
1995
Araçatuba
1995
Internacional
1996
Paraná
1997
Fortaleza
1997
Paraná
1998
Internacional
1998
ABC
1999
Gama
1999-2000
União Barbarense
2000
Avaí
2001-2003
Fortaleza
2004
Ferroviário-CE

Atacante baixinho e de velocidade, Mazinho Loyola foi um dos jogadores-símbolo da fase colorada na metade dos anos 90: discreto, mediano e de raros lampejos. Mesmo assim, Mazinho era xodó da torcida pela garra exibida em campo.

Oriundo das categorias de base do Ferroviário-CE, ganhou seu primeiro estadual em 88. Chamou a atenção de Cilinho, técnico do São Paulo na época e foi para a capital paulista. Com a saída de Cilinho, acabou emprestado ao Santa Cruz em 90.

Depois de passar por Ceará e Fortaleza, viveu um grande momento no interior de São Paulo, defendendo o Rio Branco. Marcou 23 gols em seus dois anos em Americana. O Internacional foi buscá-lo para a disputa do Brasileirão de 93, por indicação de Cassiá Carpes, então técnico do Rio Branco.

O Inter fez temporadas irregulares nos anos de 93 e 94 e Mazinho acabou emprestado ao Araçatuba em 95. Depois do Paulistão, retornou ao Internacional a tempo da decisão do Gauchão, na qual o Colorado foi derrotado pelo time reserva do Grêmio. No Brasileirão, perdeu espaço para Zé Alcino e Aílton.

O Paraná Clube contratou o jogador por empréstimo em 1996, depois de rápida passagem pelo Corinthians. Sem campanhas de destaque, Mazinho acabou caindo no gosto da torcida paranista. Retornou ao Internacional, que era dono de seu passe, em 1998. Teve espaço com o técnico Cassiá, mas a direção mostrava insatisfação com o desempenho do jogador.

Com o descontentamento recíproco, deixou o Inter e foi para o ABC, após conquistar um título gaúcho em 1994 e ter marcado 33 gols com a camisa vermelha. Passou por Gama, União Barbarense, Avaí e Fortaleza.

Esteve presente na partida em que o Fortaleza eliminou o Inter da Copa do Brasil em 2001, na 2ª fase da competição. Jogou no Leão do Pici até 2004. Encerrou a carreira em 2004, defendendo o Ferroviário, mesmo clube que o projetou. Hoje em dia, é taxista na cidade de Fortaleza.

Maricá


MARICÁ
(lateral-direito)


O ano de 2002 foi um ano confuso na história do Internacional. Mesmo com o lampejo da conquista do Gauchão, o primeiro semestre foi caótico. Alguns reforços daquele ano até hoje geram a seguinte dúvida na cabeça do torcedor: "essa naba jogou aqui"? Maricá é um bom exemplo.



Formado nas categorias de base do Vasco da Gama, Maricá passou pelas categorias de base da Seleção, disputando o Mundial sub-17 em 1995. Na ocasião, o Brasil perdeu a decisão para Gana por 3 a 2.

Em 1997, se profissionalizou. Em seu primeiro ano no time de cima, conquistou o Brasileirão, com direito a gol no clássico contra o Flamengo, válido pela fase semifinal do campeonato. O Vasco venceu a partida por 4 a 1, em um Maracanã lotado.

No ano seguinte, a glória maior de sua carreira: a Libertadores da América. Durante o torneio, foi reserva imediato do experiente lateral-direito Vitor. Ainda em 98, conquistou o campeonato carioca. Em 99, fez parte da conquista do Torneio Rio-São Paulo. Ficou no Vasco até 2001. Só não foi campeão da João Havelange pois estava emprestado ao Santa Cruz.

Veio para o Internacional para suprir a carência que havia na posição. Há anos que o Inter improvisava jogadores na lateral, sem ter um atleta que fosse, de fato, atuante na posição. Porém, Maricá se lesionou antes da estreia no ano, contra o Malutrom. A solução foi voltar a improvisar jogadores do meio pela lateral. Márcio Hahn e Claiton faziam a função.

Mesmo recuperado, Maricá era preterido pelo técnico Ivo Wortmann e acabou pedindo as contas. O atleta chegou em janeiro e saiu em abril. A partir daí, o lateral virou um cigano da bola, passando pelo Interior de São Paulo, de Rio de Janeiro, de Rio Grande do Sul, Grécia, Santa Catarina e Acre.

Itamar

ITAMAR
(atacante)

Nome completo: Itamar Strapasson
Data de nascimento: 26/3/1974
Local: Erechim (RS)

Carreira:
1994-1996
Internacional
1996
Santa Cruz
1997
Araçatuba
1997
União São João
1998
América-SP
1999
Ypiranga-RS
1999
Esportivo
2000
Canoas
2000
Volta Redonda
2001
São José-RS

Atacante "gringo" é tradição no futebol gaúcho. Aqueles estilo varzeano, que joga valendo a vida, com baixo nível técnico, mas esbanjando muita raça. Assim era Itamar, um jovem atacante promovido aos profissionais do Internacional em 1994. Antes de jogar nos juniores do Inter, jogou nas categorias de base do Ypiranga, de Erechim.
Itamar não teve muitas oportunidades no time principal e não tinha muito prestígio com os treinadores, que preferiam Leandro, Aílton e Zé Alcino. Esteve no Inter até o final de 96. Em 1997 foi para o Araçatuba, junto com o lateral-esquerdo Cleomir, que voltava de empréstimo. No mesmo ano, Itamar disputou o Brasileirão pelo União São João, que terminou rebaixado.
Itamar passou por América-SP, São José-RS, Ypiranga-RS, Esportivo e Canoas. Encerrou a carreira profissional no Zequinha, em 2001.

Válber

VÁLBER
(meia)

Nome completo: Válber da Silva Costa

Em 1992, o Mogi Mirim fez uma campanha belíssima no Paulistão, terminando a competição nas semifinais. Na equipe que ficou conhecida como "Carrossel Caipira", se destacaram: o lateral-esquerdo Admílson, o atacante Leto, e os meias Rivaldo e Válber. Falaremos desse último.

Válber começou a carreira no Santa Cruz, do Recife, aos 20 anos. Se transferiu para o Mogi Mirim em 1992, junto com Rivaldo. No Mogi, foi um dos jogadores mais importantes na melhor fase do clube, sob o comando do técnico Vadão.

No ano seguinte, o quarteto Admílson, Válber, Leto e Rivaldo, migrou para o Corinthians. No Parque São Jorge, Válber teve um bom começo, rendendo até uma convocação à Seleção pelo técnico Parreira. Porém, dos quatro jogadores, apenas Rivaldo vingou.

Em 94, Válber rumou ao Japão para jogar a recém-lançada J-League. O fraco nível do futebol japonês e a falta de visibilidade fizeram vários brasileiros retornarem ao Brasil. Então, no ano seguinte, Válber retornou ao Brasil para jogar no Palmeiras.

O time do Palestra Itália já não era mais o mesmo que venceu dois Brasileirões. A passagem de Válber pelo Palmeiras ficou marcada por uma briga com o volante Dinho, do Grêmio, em jogo pela Libertadores. No Olímpico, o Palmeiras levou 5 a 0. Um mês depois, Válber retornou a Porto Alegre.

Válber chegou no Beira-Rio, em 1995, por empréstimo e teve um começo bastante promissor. Nos três primeiros jogos do Inter no Brasileirão, marcou três gols. Dois deles, na sua estreia, diante do Criciúma. A torcida acreditou que Leandro teria um companheiro de ataque efetivo.

O meia-atacante teve atuações destacáveis ao longo do 1º turno do Brasileirão, quase classificando o Internacional para as semifinais, participando de todos os jogos. A derrota para a Portuguesa no Beira-Rio foi determinante para que Válber passasse a ser contestado.

No segundo turno, o rendimento de Válber caiu bastante e o Inter não desempenhou boas partidas. Na reta final da competição, Abel optou por Nando, Aílton e Zé Alcino. Válber perdeu espaço e a confiança da torcida e do treinador.

Passado o empréstimo, saiu do Beira-Rio e foi para o Vasco. No clube cruz-maltino, foi artilheiro do time na temporada, mas perdeu espaço com a chegada de Ramón Menezes e Edmundo. A partir daí, começou uma fase de ostracismo e queda de rendimento.

Ainda passou por Goiás, Ponte Preta, Yokohama Marinos-JAP, Atlético-PR, Santa Cruz, e retornou ao seu Mogi Mirim, onde largou o futebol em 2004.