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28/09/1997 - Campeonato Brasileiro 1997 - 1ª fase - Paraná 0 x 0 Internacional

INTER ENFRENTA CLAUDIÃO NO PARANÁ
O Inter espera tirar vantagem da ansiedade do Paraná, que não vence há nove jogos, para conseguir mais uma vitória fora de casa, hoje, e encostar na Portuguesa, líder do Brasileiro. O técnico Celso Roth insistiu nos treinos de cobranças de falta e escanteio e enfatizou ao elenco que o jogo deve ser um dos mais difíceis do time até agora. O destaque do adversário é a estréia do técnico gaúcho Cláudio Duarte, que aposta numa retomada do clube paranaense rumo à classificação.
O Inter não deve ter o meio-campo Arílson, que lesionou o músculo adutor da coxa direita no treino de quinta-feira. Christian, que durante a semana sentiu dores na garganta, tem presença garantida desde o início. Christian que teve que tomar doses de penicilina injetável.
Marcelo mais uma vez iniciará a partida. Embora desde o começo do ano ostente a condição de reserva, Marcelo jogou todas da equipe no Brasileiro, feito só igualado pelo titular Sandoval.
Ele iniciou 11 jogos e entrou no decorrer de outros seis. Mas não acredita que a titularidade está perto, nem no caso de se destacar hoje. “O Arílson é um grande jogador e é o titular. Mesmo se eu entrar bem e for elogiado, não vou me iludir, pois sei que a tendência é voltar para o banco. Já estou vacinado e não vale a pena me empolgar”, lamenta. “O lado bom é que eu entro em qualquer vaga no meio-campo”, observou.
Fonte: Correio do Povo (RS), 28/09/1997, p. 24.

INTER ESPERA POR LESIONADOS PARA ENFRENTAR PARANÁ
Porto Alegre - O meia-armador Arílson sentiu uma lesão muscular e passou a ser a dúvida do Inter para o jogo deste domingo, em Curitiba, contra o Paraná. Caso seja vetado pelo departamento médico, cederá seu lugar para Marcelo.
O centroavante Christian, ainda com a garganta inflamada, permanece como dúvida, mas acredita que até este domingo estará recuperado. Ele disputa com os atacantes Edmundo, do Vasco, e Dodô, do São Paulo, a artilharia do Campeonato Brasileiro e, além disso, espera ser novamente convocado pelo técnico Zagallo para integrar a Seleção Brasileira, desta vez para o amistoso com Marrocos, dia 9 de outubro, no Mangueirão, em Belém.
Por esse motivo, Christian não admite ficar fora da partida contra o Paraná. Mas, se não melhorar da inflamacao na garganta, será substituído por Sílvio. O treinador Celso Roth optou pela permanência de Celso Vieira na lateral-esquerda, apesar de Luciano ter cumprido suspensão. Roth considera das mais difíceis a partida contra o Paraná, pelo fato de o
adversário ganhar nova motivação com a estréia do treinador Cláudio Duarte e de precisar vencer de qualquer maneira, acabando com um jejum de nove jogos sem vitoria.
O Inter inicia neste domingo uma série de três partidas consecutivas fora de casa. Depois do Paraná, o time terá que enfrentar o Criciúma em Santa Catarina e o Guarani em Campinas.
Fonte: Pioneiro (RS), 27/09/1997, p. 47.

PARANÁ SÓ PENSA EM RECUPERAÇÃO
CURITIBA - O treinador Cláudio Duarte promete um novo Paraná contra o Internacional de Porto Alegre, no jogo de hoje, às 15h30, no Estádio Erton Queiroz, em Curtiba. Duarte substituirá Sebastião Lazaroni no comando da equipe paranaense, que caiu após a derrota de 4 a 1 para o Vasco, sábado, em São Januário.
O Paraná iníciou o Brasleiro em grande estilo - chegou a liderar a competição por três rodadas. Depois caiu e já está ameaçado de não conseguir classificação entre as oito equipes que vão disputar a fase final do torneio.
O Inter também liderou o Brasileiro, e só deixou a ponta da tabela após três derrotas consecutivas: 1 a 0 para o Juventude, 2 a 0 para o Sport, e 2 a 1 para o Vasco. A vitória de 3 a 1 sobre o Goiás, domingo, aliviou o clima. Um bom resutado hoje devolveria defintivamente a tranquilidade ao treinador Ceiso Roth.
Fonte: Jornal do Brasil (RJ), 28/09/1997, caderno de esportes, p. 2. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/030015_11/285667. Acesso em: 26 jul. 2023.

CAMPEONATO BRASILEIRO 1997 - 1ª FASE - PARANÁ 0 X 0 INTERNACIONAL
Data: 28/09/1997
Local: Érton de Queiroz - Curitiba (PR)
Público: 8.645 pagantes
Renda: R$ 49.620,00
Juiz: Flávio de Carvalho, auxiliado por Sérgio Cenedezi e José Basileu Gavioli.
Cartões: Célio Lino, Edinho Baiano (P); Sílvio, Marcelo Rosa, Ânderson Luiz e Régis (I).
Expulsão: Christian (I).
PARANÁ: Régis; Célio Lino (André Luís), Edinho Baiano, Fábio Carille e Eleomar; Reginaldo Vital (Sandro Goiano), Reginaldo, Tcheco, e Luís Fernando (Gauchinho); Mazinho Loyola e Rafael. Técnico: Cláudio Duarte.
INTERNACIONAL: André; Enciso, Marcão, Régis e Celso Vieira (Espínola); Ânderson Luiz, Fernando, Sandoval e Marcelo Rosa; Fabiano (Sílvio) e Christian. Técnico: Celso Roth.

Em lance brutal, Celso Vieira divide com Reginaldo
e fratura a perna direita.
Fonte: Pioneiro

INTER CONQUISTA UM EMPATE HERÓICO
Mesmo com um jogador a menos durante todo o segundo tempo, o Inter teve garra para segurar o Paraná, ontem, em Curitiba. Empatou sem gol e está dois pontos atrás do líder do Brasileiro. Soma 35 pontos e, se vencer o Criciúma, quarta-feira, em Cascavel (PR), virtualmente garantirá sua vaga à próxima fase. A baixa foi o lateral-esquerdo Celso Vieira, que logo no início do jogo fraturou a tíbia direita após entrada duríssima de Reginaldo e está fora da competição (leia matéria abaixo).
O Paraná atacou mais, mas o Inter criou as melhores chances. Aos 7 minutos, Christian invadiu a pequena área e dividiu com o goleiro, que evitou o gol. A não expulsão de Reginaldo (sequer levou amarelo) no lance com Vieira enervou o Inter e os dois times cometeram faltas violentas. Roth reclamou à beira do campo e foi expulso aos 21. Christian, que já tinha amarelo, entrou duro em Fábio e levou o vermelho aos 43.
Na etapa final, o time gaúcho soube segurar o Paraná, que não levou perigo à meta de André: 0 a 0.
Fonte: Correio do Povo (RS), 29/09/1997, p. 24.

INTER SEGUE NA VICE-LIDERANÇA
Curitiba - O Inter conseguiu um daqueles empates sem gols que se convenciona qualificar de bom ontem à tarde contra o Paraná, em Curitiba. Bom porque jogou muito pouco na primeira etapa. Atuou por quase 50 minutos com um jogador a menos - Christian levou cartão vermelho aos 43 minutos - e teve seu técnico expulso do banco aos 19, no primeiro tempo. Com isso, somou mais um ponto, agora tem 35 pontos, e manteve a segunda posição isolada do Brasileirão.
O futebol das duas equipes na primeira etapa apareceu muito pouco. O Inter teve apenas uma chance com Christian para grande defesa de Régis. Já o Paraná conseguiu menos ainda. O único perigo ao gol de André era o rápido Mazinho Loyola. As conclusões, porém, eram deficientes.
A ausência de futebol foi substituída pelas faltas e principalmente lances maldosos. Aos quatro minutos, o volante Reginaldo dividiu forte com o lateral-esquerdo Celso Vieira. O jogador colorado fraturou a tíbia e foi substituído por Espínola.
Na segunda etapa, os jogadores esfriaram os ânimos. O Paraná tocou a bola na tentativa de achar um buraco na defesa colorada. Foi difícil. O sistema de marcação estava sólido. Aos 39 minutos, André Luiz perdeu grande chance. A partir daí, o time gaúcho tocou bem a bola e assegurou mais um ponto.
Fonte: Pioneiro (RS), 29/09/1997, caderno de esportes, p. 2. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/885959/245388. Acesso em: 04 ago. 2023.

19/8/2018 - Campeonato Brasileiro 2018 - 1º turno - Internacional 1 x 0 Paraná

CAMPEONATO BRASILEIRO 2018 - 1º TURNO - INTERNACIONAL 1 X 0 PARANÁ
Data: 19/8/2018
Local: Beira-Rio - Porto Alegre (RS)
Público: 44.959 (39.363 pagantes)
Renda: R$ 1.220.310,00
Juiz: Leandro Bizzio Marinho, auxiliado por Daniel Luis Marques e Daniel Paulo Ziolli (trio de São Paulo).
Cartões: Jonatan Alvez, Fabiano, Nico López (I); Igor, Rayan, Vilela, Richard e Carlos (P).
Gol: Camilo 50’/2 (I).
INTERNACIONAL: Marcelo Lomba; Fabiano (Rossi), Rodrigo Moledo, Víctor Cuesta e Iago; Rodrigo Dourado, Edenílson e Patrick; Nico López, William Pottker (Lucca) e Jonatan Alvez (Camilo). Técnico: Odair Hellmann.
PARANÁ: Richard; Junior, Renê Santos, Rayan e Igor; Vilela, Jhony (Wesley Dias) e Caio Henrique; Silvinho, Carlos e Grampola (Rodolfo). Técnico: Claudinei Oliveira.

20/6/2017 - Série B 2017 - 1º turno - Internacional 0 x 0 Paraná

SÉRIE B 2017 - 1º TURNO - INTERNACIONAL 0 X 0 PARANÁ
Data: 20/6/2017
Local: Beira-Rio - Porto Alegre (RS)
Público: 12.137 (10.651 pagantes).
Renda: R$ 191.930,00
Juiz: Eduardo Tomaz de Aquino Valadao, auxiliado por Cristhian Passos Sorence e Edson Antonio de Sousa.
Cartões: Klaus, Uendel, D'alessandro, Rodrigo Dourado, Carlinhos (I); Cristovam, Felipe Alves e Róbson (P).
INTERNACIONAL: Danilo Fernandes; Ceará (Valdemir), Danilo Silva, Klaus e Carlinhos; Rodrigo Dourado, Fabinho, Uendel e D'alessandro; Eduardo Sasha (Marcelo Cirino) e Nico López (Brenner). Técnico: Guto Ferreira.
PARANÁ: Richard; Cristovam, Rayan, Eduardo Brock e Igor; Leandro Vilela, Gabriel Dias, Renatinho (Luiz Otávio) e Minho (Jhony); Robson e Felipe Alves (Rafael Lucas). Técnico: Cristian de Souza.

23/4/2008 - Copa do Brasil 2008 - Oitavas-de-final - Volta - Internacional 5 x 1 Paraná

COPA DO BRASIL 2008 - OITAVAS-DE-FINAL - VOLTA - INTERNACIONAL 5 X 1 PARANÁ
Data: 23/4/2008
Local: Beira-Rio - Porto Alegre (RS)
Público: 41.837 (38.263 pagantes).
Renda: R$ 361.091,00
Juiz: Wagner Tardelli Azevedo, com Dilbert Pedrosa e Claudemir Maffessoni.
Gols: Fábio Luiz 3’/1 (P); Andrezinho 4’/1 (I); Índio 31’/1 (I); Andrezinho 41’/1 (I); Magrão 18’/2 (I); Fernandão 48’/2 (I).
INTERNACIONAL: Clemer; Índio (Titi), Orozco e Marcão; Bustos, Jonas (Sidnei), Magrão, Andrezinho e Ji-Paraná (Adriano); Nilmar e Fernandão. Técnico: Abel Braga.
PARANÁ: Fabiano Heves; Daniel Marques, Luís Henrique e João Paulo; Ângelo, Jumar (Cristian), Léo, Giuliano (Clênio), Éverton e Joélson; Fábio Luiz (Goiano). Técnico: Paulo Bonamigo.

Andrezinho sonhou com o gol da classificação. Acabou fazendo muito mais.
Fonte: Correio do Povo
Jonas se chocou com Índio e foi direto para o hospital.
Fonte: Correio do Povo
O incansável Magrão marca o quarto gol colorado.
Fonte: Correio do Povo

30/9/2006 - Campeonato Brasileiro 2006 - 1º turno - Internacional 3 x 2 Paraná

CAMPEONATO BRASILEIRO 2006 - 1º TURNO - INTERNACIONAL 3 X 2 PARANÁ
Data: 30/9/2006
Local: Beira-Rio - Porto Alegre (RS)
Público: 24.378 (20.370 pagantes).
Renda: R$ 173.032,00
Juiz: Alicio Pena Júnior, auxiliado por Guilherme Dias Camilo e Márcio Eustáquio Santiago.
Cartões: Edinho, Perdigão (I); Neguete, Émerson e Beto (P).
Gols: Índio 9’/1 (I); Fabiano Eller 21’/1 (I); Fabiano Eller 31’/1 (I); Cristiano 31’/2 (P); Sandro 44’/2 (P).
INTERNACIONAL: Clemer (Renan); Ceará, Índio, Fabiano Eller e Hidalgo; Wellington Monteiro, Edinho, Perdigão e Adriano Gabiru (Caio); Fernandão e Iarley (Rentería). Técnico: Abel Braga.
PARANÁ: Flávio; Gustavo, Neguete (Pierre) e Émerson; Peter, Batista, Beto, Sandro e Edinho (Joélson); Cristiano e Leonardo (Maicossuel). Técnico: Caio Júnior.

Fernandão, Índio, Fabiano Eller e Iarley comemorando.
A cena mais vista de 2006.
Fonte: Correio do Povo
Clemer deixou o campo lesionado na metade da partida.
Fonte: Correio do Povo
Iarley tenta o voleio.
Fonte: Correio do Povo

3/11/2005 - Campeonato Brasileiro 2005 - 2º turno - Paraná 3 x 1 Internacional

CAMPEONATO BRASILEIRO 2005 - 2º TURNO - PARANÁ 3 X 1 INTERNACIONAL
Data: 3/11/2005
Local: Olímpico - Cascavel (PR)
Juiz: Giuliano Bozzano, auxiliado por Marrubson Melo Freitas e Renato Miguel Vieira.
Cartões: Sandro (P); Jorge Wagner, Perdigão, Gavilán e Élder Granja (I).
Gols: Sandro 44’/1 (P); Sandro 6’/2 (P); Fernandão 31’/2 (I); Fernando Gaúcho 38’/2 (P).
PARANÁ: Flávio; Daniel Marques, Marcos e Neguete; Parral, Pierre, Mário César, Sandro (Éder) e Edinho (Vicente); Maicosuel (Beto) e Fernando Gaúcho. Técnico: Luís Carlos Barbieri.
INTERNACIONAL: Clemer; Élder Granja, Ediglê (Márcio Mossoró), Vinícius e Jorge Wagner; Edinho, Gavilán, Ricardinho (Gustavo Papa) e Fernandão; Rentería (Perdigão) e Rafael Sobis. Técnico: Muricy Ramalho.

Após falha de Ediglê, o Paraná abre o placar.
Fonte: Correio do Povo
Fernandão descontou, mas o Paraná fechou o placar em 3 a 1.
Fonte: Correio do Povo
Rafael Sobis teve atuação discreta.
Fonte: Correio do Povo

4/11/1999 - Campeonato Brasileiro 1999 - 1ª fase - Paraná 1 x 0 Internacional

CAMPEONATO BRASILEIRO 1999 - 1ª FASE - PARANÁ 1 X 0 INTERNACIONAL
Data: 4/11/1999
Local: Pinheirão - Curitiba (PR)
Juiz: Oscar Roberto de Godói, auxiliado por Válter dos Reis e Ednílson Corona.
Gol: Washington 16’/2 (P).
PARANÁ: Régis (Marcos); Adílson Pinto, Milton do Ó e Hilton; Wilson, Hélcio, Pingo, Evandro e Branco (Itamar); Washington e Ilan. Técnico: Abel Braga.
INTERNACIONAL: João Gabriel; Denílson, Ânderson Luiz, Ronaldo e Régis; Enciso, Claiton (Ânderson Barbosa) e Dunga (Lúcio); Fabiano, Celso (Lúcio Flávio) e Almir. Técnico: Émerson Leão.

A derrota para o Paraná deixa Dunga apreensivo. O Internacional seria
obrigado a vencer o Palmeiras na última rodada.
Fonte: Correio do Povo

11/2/1999 - Copa Sul 1999 - 1ª fase - Internacional 1 x 0 Paraná

COPA SUL 1999 - 1ª FASE - INTERNACIONAL 1 X 0 PARANÁ
Data: 11/2/1999
Local: Beira-Rio - Porto Alegre (RS)
Público: 9.841 (7.543 pagantes).
Renda: R$ 44.520
Juiz: Luís Orlando Souza, auxiliado por Paulo Bezerra e Iolando Rodrigues.
Gol: Christian 15’/2 (I).
INTERNACIONAL: André; Barão, Gonçalves, Lúcio e Gustavo; Ânderson Luiz, Dunga, João Santos (Enciso) e Betinho; Fabiano (Claiton) e Christian. Técnico: Paulo Autuori.
PARANÁ: Marcos; Wilson, Adílson Pinto, Milton do Ó e Dedé; Hélcio, Émerson, Reginaldo Vital e Lúcio Flávio (Marlon); Valdeir (Donizete) e Fernando Diniz. Técnico: Zequinha.

O Internacional, do meia Betinho, devolve a derrota ao Paraná por 1 a 0.
Fonte: Correio do Povo

09/08/1998 - Campeonato Brasileiro 1998 - 1ª fase - Internacional 2 x 1 Paraná

CAMPEONATO BRASILEIRO 1998 - 1ª FASE - INTERNACIONAL 2 X 1 PARANÁ
Data: 09/08/1998
Local: Beira-Rio - Porto Alegre (RS)
Público: 10.864 pagantes.
Renda: R$ 74.686
Juiz: Paulo César Oliveira, auxiliado por Válter José dos Reis e Evandro Luiz Silveira.
Cartões: Leandro Augusto, Enciso, Christian (I); João Antônio e Wilson (P).
Gols: Márcio Dias 28’/1 (I); Reginaldo Vital, pênalti 35’/2 (P); Régis 42’/2 (I).
INTERNACIONAL: André; Denílson, Márcio Dias (Marcão), Régis e Espínola; Ânderson Luiz, Reginaldo, Betinho (João Antônio) e Leandro Augusto (Enciso); Paulo Diniz e Christian. Técnico: Cassiá.
PARANÁ: Marcos; Wilson, Eleomar, Pedro Luiz e Ednélson; Hélcio, Reginaldo Vital, Cairo (Bira) e Lúcio Flávio (Fernando); Luiz Carlos e Tico (Edmundo). Técnico: Otacílio Gonçalves.

Christian e Régis saltam mais alto do que os zagueiros paranistas.
Fonte: Correio do Povo
Régis garantiu a vitória colorada no segundo tempo.
Fonte: Correio do Povo

Gil Baiano (1993)

GIL BAIANO
(lateral-direito)

Nome completo: José Gildásio Pereira de Matos
Data de nascimento: 3/11/1966
Local: Tucano (BA)

Carreira:
1985-1988
Guarani
1988-1993
Bragantino
1993-1994
Palmeiras
1994
Vitória
1995-1996
Paraná
1996-1997
Sporting-POR
1998
Ituano
1998
Paraná
1999
Ituano
2000
Paraná
2001-2002
Comercial-SP
2002
Bragantino
2003-2006
Comercial-SP
2006-2007
Ceilândia

Assim como o São Caetano no início do século XXI, o Bragantino foi a grande sensação do futebol brasileiro nos anos 1990. O time treinado pelo promissor Vanderlei Luxemburgo conquistou o Paulistão em 90, revelando o legendário Mauro Silva para o futebol brasileiro. No ano seguinte, chegou à decisão do Brasileiro sob o comando de Parreira, perdendo para o São Paulo do multicampeão Telê Santana.
Um dos destaques deste emblemático time foi o lateral Gil Baiano, que começou no Guarani em 1985 e se transferiu ao time de Bragança Paulista em 1988, fazendo parte da ascensão do Bragantino, sendo peça essencial do time que surpreendeu o Brasil. As atuações destacadas do lateral o levaram à Seleção Brasileira. A concorrência com Jorginho, Cafu e Luís Carlos Winck frustraram os planos de Gil Baiano com a amarelinha.
Para que seu futebol tivesse maior evidência, deixou o Bragantino e rumou para o Internacional na metade de 1993, por empréstimo. A péssima campanha do clube no Campeonato Gaúcho culminou em uma passagem relâmpago do lateral pelo Beira-Rio. Dois meses depois, foi contratado pelo poderoso Palmeiras da era Parmalat.
Apesar do título Brasileiro, Gil Baiano não conseguiu se firmar com a camisa alviverde, pois a torcida tinha preferência por Cláudio em seu lugar. Em 1994, se transferiu para o Vitória para a disputa do Campeonato Brasileiro.
No ano seguinte, foi para o jovem Paraná Clube, onde teve passagem destacada novamente, conquistando o título paranaense de 1995 e 1996. Suas boas atuações renderam ao lateral uma transferência para o futebol português, quando se transferiu ao Sporting, onde não teve sucesso.
Em sua segunda passagem pelo Paraná Clube, foi acusado de doping por uso de Fenpropropex, substância proibida pela CBF por aumentar a disposição dos atletas. Foi punido por 120 dias. Quando retornou ao clube em 2000, fez parte da campanha que resultou no título do Módulo Amarelo da Copa João Havelange. Nas oitavas-de-final, teve o azar de encontrar o campeão Vasco da Gama. No jogo de ida, 3 a 1 para o Vasco no Rio de Janeiro. O Paraná venceu o jogo de volta por 1 a 0, mas perdeu a classificação no saldo de gols.
Antes de encerrar a carreira, Gil Baiano defendeu Comercial-SP, Paraná e Ceilândia.

João Antônio

JOÃO ANTÔNIO
(volante)

Nome completo: João Antônio de Oliveira Martins
Data de nascimento: 14/6/1966
Local: Porto Alegre (RS)

CARREIRA:
1984-1991
Grêmio
1991-1995
Paraná 
1995
Atlético-PR
1996-1997
Grêmio 
1997
Bahia 
1998
Mogi Mirim 
1998
Internacional 
1999
Figueirense 
1999
Joinville 
2000
América-SP 


O volante João Antônio sempre foi conhecido pela sua raça e pela sua determinação dentro de campo. Sua história no futebol começou nas categorias de base do co-irmão, onde se profissionalizou em 1984. No ano seguinte, disputou o Sul-Americano e do Mundial sub-20 pela Seleção Brasileira, sendo campeão nas duas ocasiões. Ainda jovem, o jogador já era uma das lideranças do time gremista. Pelo tricolor, João Antônio fez parte da conquista do hexacampeonato gaúcho entre 1985 e 1990.
Em 1991, para sua sorte, trocou o Grêmio pelo Paraná. Títulos estaduais e acessos marcaram a passagem de João Antônio pelo estado paranaense. Pelo Paraná Clube, foram quatro títulos e o acesso à Série A em 1992. No Atlético Paranaense, o título da Série B de 1995 garantiu o acesso à Série A do ano seguinte.
Luís Felipe Scolari, com quem trabalhou no Grêmio em 87, o chamou novamente e João Antônio deu continuidade à sua carreira vitoriosa, conquistando os títulos do estadual e brasileiro de 96 e a Copa do Brasil de 97, quando marcou um dos gols da conquista em pleno Maracanã lotado. Mesmo com o currículo vencedor no tricolor, João Antônio não teve seu contrato renovado.
Logo, o volante foi para o Bahia no segundo semestre. O clube baiano acabou sendo rebaixado e, mais uma vez, João Antônio trocou de clube. Em 98, se transferiu para o modesto Mogi Mirim. No mesmo ano, o Internacional decidiu apostar no jogador, já veterano. Sem agradar no Campeonato Brasileiro, foi dispensado no final do ano.
Em 99, foi para o Figueirense a pedido do técnico Cassiá, seu treinador dos tempos de Inter. Também não agradou. Ainda defendeu Joinville e América-SP. Em 2000, rompeu totalmente os ligamentos do joelho e foi obrigado a se aposentar.

João Santos

JOÃO dos SANTOS Ferreira (atacante)


Um cigano da bola. Nenhuma expressão pode definir melhor a carreira do atacante João Santos. O jogador nunca foi o queridinho da torcida, mas tinha prestígio com os treinadores, principalmente Vanderlei Luxemburgo, com quem trabalhou no Bragantino, Paraná Clube e Santos.

João Santos começou a carreira no Fluminense em 1986, permanecendo até 1990. No tricolor carioca, o atacante não levantou nenhuma taça. Foi emprestado na segunda metade de 89 ao América-RJ.

No início de 1990, se apresentou ao Bragantino, campeão da Série B do ano anterior. No Bragantino, fez história com a conquista do título paulista na famosa "final caipira", como ficou conhecida a decisão contra o Novorizontino. E em 1991, o grande momento: chegou na decisão do Brasileirão contra o São Paulo. Perdeu o jogo de ida por 1 a 0 no Morumbi. Na volta, no Marcelo Stéfani, empate em 0 a 0. O tricolor paulista foi o campeão do certame.

Em 1992, o Bragantino não repetiu o mesmo futebol competitivo dos três anos anteriores. João Santos acabou sendo emprestado ao Remo, onde fez boa campanha no Brasileirão de 1993. No ano seguinte, foi emprestado novamente, mas ao Araçatuba. No segundo semestre, retornou ao Bragantino. Jogou no time de Bragança Paulista até 1995.

Depois de passagens apagadas por Paraná Clube e Santos, viveu outro bom momento no Coritiba, em 1998. O clube terminou a primeira fase do Brasileirão em 3º lugar, mas caiu nas quartas-de-final para a Portuguesa.

João Santos chegou no Internacional no início de 99. Como vinha sendo há anos, a base era pouco aproveitada e a direção investia em refugos. Sem brilho e com um futebol discreto em demasia, o atacante não ficou para o Brasileirão e retornou ao Coxa.

Ainda defendeu o União São João e a Matonense. Pendurou as chuteiras em 2002.

Mazinho Loyola

MAZINHO LOYOLA
(atacante)

Nome completo: Lindomar Ferreira de Loyola
Data de nascimento: 27/6/1969
Local: Tauá (CE)

CARREIRA:
1987-1988
Ferroviário-CE
1988-1989
São Paulo
1989-1991
Santa Cruz
1991
Ceará
1992
Fortaleza
1992-1993
Rio Branco-SP
1993-1994
Internacional
1995
Araçatuba
1995
Internacional
1996
Paraná
1997
Fortaleza
1997
Paraná
1998
Internacional
1998
ABC
1999
Gama
1999-2000
União Barbarense
2000
Avaí
2001-2003
Fortaleza
2004
Ferroviário-CE

Atacante baixinho e de velocidade, Mazinho Loyola foi um dos jogadores-símbolo da fase colorada na metade dos anos 90: discreto, mediano e de raros lampejos. Mesmo assim, Mazinho era xodó da torcida pela garra exibida em campo.

Oriundo das categorias de base do Ferroviário-CE, ganhou seu primeiro estadual em 88. Chamou a atenção de Cilinho, técnico do São Paulo na época e foi para a capital paulista. Com a saída de Cilinho, acabou emprestado ao Santa Cruz em 90.

Depois de passar por Ceará e Fortaleza, viveu um grande momento no interior de São Paulo, defendendo o Rio Branco. Marcou 23 gols em seus dois anos em Americana. O Internacional foi buscá-lo para a disputa do Brasileirão de 93, por indicação de Cassiá Carpes, então técnico do Rio Branco.

O Inter fez temporadas irregulares nos anos de 93 e 94 e Mazinho acabou emprestado ao Araçatuba em 95. Depois do Paulistão, retornou ao Internacional a tempo da decisão do Gauchão, na qual o Colorado foi derrotado pelo time reserva do Grêmio. No Brasileirão, perdeu espaço para Zé Alcino e Aílton.

O Paraná Clube contratou o jogador por empréstimo em 1996, depois de rápida passagem pelo Corinthians. Sem campanhas de destaque, Mazinho acabou caindo no gosto da torcida paranista. Retornou ao Internacional, que era dono de seu passe, em 1998. Teve espaço com o técnico Cassiá, mas a direção mostrava insatisfação com o desempenho do jogador.

Com o descontentamento recíproco, deixou o Inter e foi para o ABC, após conquistar um título gaúcho em 1994 e ter marcado 33 gols com a camisa vermelha. Passou por Gama, União Barbarense, Avaí e Fortaleza.

Esteve presente na partida em que o Fortaleza eliminou o Inter da Copa do Brasil em 2001, na 2ª fase da competição. Jogou no Leão do Pici até 2004. Encerrou a carreira em 2004, defendendo o Ferroviário, mesmo clube que o projetou. Hoje em dia, é taxista na cidade de Fortaleza.

Narcizio

NARCIZIO
(atacante)

Nome completo: Francisco Narcizio Abreu de Lima
Data de nascimento: 12/7/1971
Local: Fortaleza (CE)

CARREIRA:
1991-1993
Ceará
1994
Ferroviário-CE
1995-1996
Botafogo
1996-1997
Gamba Osaka-JAP
1997
Vitória
1998
Ituano
1998
Internacional
1999-2000
Ponte Preta
2000
Paraná
2003
Uniclinic-CE
2004-2005
Ferroviário-CE

Atacante discreto e veloz, Narcísio começou a carreira profissional no Ceará, em 1991. Em 1993 se transferiu para o Ferroviário, onde jogou com Clemer e Nasa (ex-Vasco). No mesmo ano, se transferiu para o Yverdon, da Suíça.

Em 1994 foi para o Figueirense, onde conquistou o título catarinense. Fez 8 gols com a camisa do Figueira, mas não se firmou. O grande título de Narcísio veio em 1995: o Brasileirão, pelo Botafogo. Nem o esquema com três atacantes favoreceu o jogador, que seguiu desempenhando um futebol limitado.

Se transferiu para o Cerezo Osaka-JAP em 1996. Jogou ao lado dos ex-colorados Gilmar Rinaldi e Marquinhos, além de Sérgio Manoel (ex-colega de Botafogo) e Guga. Jogou 20 partidas e marcou 7 gols. Em 1997, jogou no Vitória ao lado de Bebeto e Túlio Maravilha, mas também não emplacou.

O Internacional trouxe o atacante em 1998, após jogar o primeiro semestre pelo Rio Branco-SP. No Inter, não marcou gols. Muito pelo contrário. Ficou marcado pela quantidade de gols perdidos e pelo mal posicionamento em campo.

Dispensado pelo Colorado, depois de 5 derrotas e 3 vitórias no Brasileirão, passou por Ituano, Paraná Clube e Ponte Preta. Sua amizade com o técnico Lula Pereira, treinador dos tempos de Figueirense, ajudou Narcísio a ir para América-MG, em 2001 e Avaí, em 2003. Encerrou a carreira pelo Ferroviário, em 2005.