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14/11/1948 - Amistoso - Inter-SM 0 x 2 Internacional

O INTERNACIONAL EM SANTA MARIA, DOMINGO PRÓXIMO
O Internacional, ostentando o honroso título de bicampeão metropolitano e estadual, continuando sua série de excursões pelo interior gaúcho, domingo próximo estará em Santa Maria enfrentando o seu homônimo da bela cidade serrana.
Na cidade ferroviária reina desusado interesse pelo jogo que se aproxima, uma vez que os santamarienses desejam aplaudir os grandes astros do cenário futebolístico nacional que são, realmente, Tesourinha, Nena e Adãozinho.
O encontro, que realizar-se-á no gramado dos colorados santamarienses, marcará época nos anais do futebol serrano, tal a expectativa com que está sendo aguardado. Pretende o "Rolo Compressor" estender sua gira até Carazinho e outras cidades, segundo ouvimos de alto prócer colorado.
Fonte: Jornal do Dia (RS), n. 544, 11 nov. 1948, p. 7. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/098230/4031. Acesso em: 14 mar. 2026.

DUAS ESTREIAS FARÁ O INTERNACIONAL EM SUA EXIBIÇÃO NA CIDADE FERROVIÁRIA
Correm nas hostes coloradas que o motivo principal da exibição do onze campeão do Estado em Santa Maria é a apresentação de dois novos elementos, que o clube de Pedro Moreira deseja enganjar para reforçar seu plantel.
O silêncio que vem cercan-do estas estreias no Internacional não nos permitiu descobrir quem serão os novos companheiros de Ivo. Adiantou-nos, entretanto, o nosso informante, tratar-se de dois "insiders".
Fonte: Jornal do Dia (RS), n. 547, 14 nov. 1948, p. 9. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/098230/4057. Acesso em: 14 mar. 2026.

Ontem, pela manhã, no trem de tabela, viajou a brilhante representação do Sport Club Internacional, Campeão Estadual de 1948, que jogará esta tarde em Santa Maria, contra o Internacional local.
É sem dúvida cheia de atrativos a peleja dos colorados locais contra o onze santamariense. Campeao Estadual o Internacional, parece querer confirmar seu título defendendo-o nas proprias sedes dos clubes que aqui interviram no certame estadual.
No último domingo, numa excursão memorável, os rubros empataram em Bento Gonçalves e, este resultado, surpreensivo para muitos, veio  aumentar o desejo dos rubros de apresentarem hoje na cidade ferroviária um prélio convincente, onde fiquem confirmadas perante a torcida santamariense a fama de Tesourinha, Adãozinho, Viana, Alfeu, Abigail e outros ases do plantel colorado.
Fonte: Jornal do Dia (RS), n. 547, 14 nov. 1948, p. 9. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/098230/4057. Acesso em: 14 mar. 2026.

AMISTOSO - INTER-SM 0 X 2 INTERNACIONAL
Data: 14/11/1948
Local: Presidente Vargas - Santa Maria (RS)
Renda: aprox. Cr$ 50.000,00
Juiz: Romeu Viola
Gols do Inter: Tesourinha [2].
INTER-SM: Ari; Assis (Biga) e Damião; Osmar, Neco e Octacílio; Costela, Tom Mix, Osni, Vagalume e Tarica.
INTERNACIONAL: Ivo Winck; Nena e Ilmo; Alfeu (Maravilha), Viana e Abigail; Tesourinha, Adãozinho, Villalba, Ghizzoni e Carlitos. Técnico: Carlos Volante.
Obs.: entraram no Internacional os jogadores Leônidas e Geadinha.

O segundo triunfo para o futebol porto-alegrense foi conseguido pelo Internacional, que enfrentando os internacionalistas de Santa Maria venceu por 2 x 0.
Fonte: Jornal do Dia (RS), n. 548, 17 nov. 1948, p. 7. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/098230/4065. Acesso em: 14 mar. 2026.

11/10/1942 - Campeonato Gaúcho 1942 - Fase preliminar - Internacional 8 x 1 Inter-SM

CAMPEONATO GAÚCHO 1942 - FASE PRELIMINAR - INTERNACIONAL 8 X 1 INTER-SM
Data: 11/10/1942
Local: Eucaliptos - Porto Alegre (RS)
Juiz: Natal Maineri
Gols: Russinho [2], Villalba [2], Carlitos [2], Abigail, Tesourinha (I-PoA); Timbira (I-SM).
INTERNACIONAL: Ivo Winck; Alfeu e Nena; Arno, Ávila e Abigail; Tesourinha, Russinho, Villalba, Ruy Motorzinho e Carlitos.
INTER-SM: Gílson; Damião e Joãozinho; Barulho, Biga e Octacílio; Sem Medo, Tenente, Maidana, Trado e Timbira.

O INTERNACIONAL DE PORTO ALEGRE VENCEU O DE SANTA MARIA
No match eliminatório pelo campeonato estadual, o Internacional, campeão de Porto Alegre, abateu o seu homônimo, campeão de Santa Maria, por 8x1.
Fonte: A Noite (RJ), n. 11019, 13 out. 1942, p. 15. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/docreader/348970_04/17381. Acesso em: 29 jun. 2025.

07/05/1985 - Copa Bento Gonçalves 1985 - 1ª fase - Internacional 1 x 1 Inter-SM

COPA BENTO GONÇALVES 1985 - 1ª FASE - INTERNACIONAL 1 X 1 INTER-SM
Data: 07/05/1985
Local: Beira-Rio - Porto Alegre (RS)
Público: 904
Renda: Cr$ 2.001.000,00
Juiz: Roque José Gallas
Cartões: Ademir Antes (I); Sadi e Morôni (I-SM).
Gols: Cacau 21’/1 (I-SM); Paulo Santos 5’/2 (I-PoA).
INTERNACIONAL: Mano; Ademir Antes, Pinga, Aloísio e André Luís; Marquinhos, Fernando e Betinho (Silvinho Paiva); Paulo Santos, Pedro Verdum e Balalo. Técnico: Otacílio Gonçalves.
INTER-SM: Wlamir; Sadi, Roberto, Paulo Jader e Morôni; Índio, Leonel e Cacau; Saccol, Omar (Claudinho) e Zé Carlos.

Em pé: Ademir Antes, Mano, Pinga, Marquinhos, Aloísio e André Luís.
Agachados: Paulo Santos, Fernando, Pedro Verdum, Balalo e Betinho.
Fonte: Que Fim Levou?

03/11/1968 - Amistoso - Internacional 2 x 3 Inter-SM

AMISTOSO - INTERNACIONAL 2 X 3 INTER-SM
Data: 03/11/1968
Local: Eucaliptos - Porto Alegre (RS)
Juiz: Mário Severo, auxiliado por Guilherme Sroka e Paulo Salazar.
Gols: Bebeto 24'/1 (I-POA); Canhoto 28'/1 (I-POA); Maneco 30'/1 (I-SM); Hélio Alves 15'/2 (I-SM); Maneco 32'/2 (I-SM).
INTERNACIONAL: Schneider; Laurício, Scala, Pontes e Macau; Tovar e Dorinho; Carlitos, Bráulio, Bebeto (Marciano) e Canhoto. Técnico: Daltro Menezes.
INTER-SM: Nílson; Pedro Celso, Santos, Dauth e Domingos; Paulinho e Jara; Maneco, Paré, Hélio Alves e Ismael (Huguinho).

O goleiro Nílson defende o arremate de Carlitos.
Fonte: Diário de Notícias

21/11/1982 - Campeonato Gaúcho 1982 - Fase final - Internacional 3 x 1 Inter-SM

CAMPEONATO GAÚCHO 1982 - FASE FINAL - INTERNACIONAL 3 X 1 INTER-SM
Data: 21/11/1982
Local: Beira-Rio - Porto Alegre (RS)
Público: 15.155
Renda: Cr$ 2.951.000,00
Juiz: Luís Zetterman Torres
Cartões: Geraldão (I-PoA).
Expulsão: Gérson (I-SM).
Gols: Cléo Hickmann 2’/1 (I-PoA); Róbson, pênalti 43’/1 (I-SM); Edevaldo, pênalti 17’/2 (I); Silvinho Paiva 39’/2 (I-PoA).
INTERNACIONAL: Benítez; Edevaldo, Silva, Mauro Galvão e André Luís; Ademir Kaefer, Cléo Hickmann e Rubén Paz (Andrezinho); Sílvio Hickmann (Paulo César Maringá), Geraldão e Silvinho Paiva. Técnico: Ernesto Guedes.
INTER-SM: Vlamir; Ziru, Roberto, Moroni e Sadi; Gérson, Valdo e Chicota; Guinga, Róbson e Toninho. Técnico: Tadeu Menezes.

Em pé: Edevaldo, Benítez, Ademir Kaefer, Silva, Mauro Galvão e Luís Carlos Winck.
Agachados: Sílvio Hickmann, Rubén Paz, Geraldão, Cléo Hickmann e Silvinho Paiva.
Fonte: Placar

16/04/1950 - Amistoso - Inter-SM 1 x 5 Internacional

AMISTOSO - INTER-SM 1 X 5 INTERNACIONAL
Data: 16/04/1950
Local: Presidente Vargas - Santa Maria (RS)
Gols do Inter: Carlitos [3], Ghizzoni e Mujica.
INTER-SM: Ari; Damião e Martinho; Osmar, Biga (Libinho) e Salamon; Tarica, Cunhado, Biquinha, Sem Medo e Costela.
INTERNACIONAL: Éverton; Dallegrave e Ilmo (Maravilha); Viana, Ruarinho (Salvador) e Oreco; Solis, Ghizzoni, Huguinho, Mujica e Carlitos. Técnico: Alfredo González.

Oreco e Ghizzoni confraternizam com os jogadores
do colorado de Santa Maria.
Fonte: Memória do Inter

10/06/1951 - Amistoso - Inter-SM 1 x 1 Internacional

AMISTOSO - INTER-SM 1 X 1 INTERNACIONAL
Data: 10/06/1951
Local: Presidente Vargas - Santa Maria (RS)
Juiz: Homero Carvalho
Gol do Inter: Paulinho de Almeida.
INTERNACIONAL: Éverton; Nena e Ilmo; Ruarinho, Oreco e Salvador; Paulinho de Almeida, Ênio Andrade, Huguinho (Waldyr Saladuro), Mujica e Alberi (Canhotinho). Técnico: Teté.

Oreco

ORECO
(lateral-esquerdo)

Nome completo: Waldemar Rodrigues Martins
Data de nascimento: 13/6/1932
Local: Santa Maria (RS)

Carreira:
1949
Inter-SM
1950-1956
Internacional
1957-1965
Corinthians
1965-1966
Millionarios-COL
1967-1968
Toluca-MEX
1969-1971
Dallas Tornado-EUA

Falar de Oreco é falar de versatilidade. O jogador atuava pelos dois lados do campo, além de jogar centralizado na defesa. Natural de Santa Maria, o jogador iniciou a carreira no Internacional local, em 1949. Seu apelido vem de uma forma reduzida de “reco-reco”.
Prestes a embarcar para o Rio de Janeiro para jogar pelo Fluminense, a direção colorada convidou o jovem lateral para um amistoso. E a partir de 1950, Oreco era o lateral-esquerdo titular do Internacional. Nos Eucaliptos, conquistou os estaduais de 1950 a 1953 e 1955. A Seleção Brasileira, representada por jogadores gaúchos, conquistou o Pan-americano de 1956. Oreco foi um dos jogadores mais aclamados.
Em 1957, Oreco foi para o Corinthians. O treinador do time era um grande conhecedor do futebol gaúcho: Osvaldo Brandão, ex-Inter. O ídolo colorado estava no caminho para se tornar grande ídolo do clube paulista, com atuações excepcionais que o levaram à Copa do Mundo de 1958.
Mas uma lesão grave o tirou da Copa de 62 e acabou deixando o craque no ostracismo. Depois de nove temporadas defendendo o clube do Parque São Jorge, Oreco foi explorar o exterior. Jogou no futebol colombiano, mexicano e no então novíssimo cenário estadunidense.
Pendurou as chuteiras em 71, mas seguiu divulgando o “soccer” nos Estados Unidos através de sua escolinha de futebol, que teve um sucesso gigantesco. Entretanto, o mesmo futebol que era sua paixão, acabou por vitimar o ex-atleta. Durante uma partida de masters, Oreco se sentiu mal e acabou falecendo no dia 3 de abril de 1985, em Ituverava, São Paulo.

Ademir Antes

ADEMIR ANTES
(lateral-direito)

Nome completo: Ademir Antes
Data de nascimento: 10/8/1963
Local: Cerro Largo (RS)

CARREIRA:
1984-1985
Internacional
1986
Colorado-PR
1987
Mixto-MT
1988-1989
Inter-SM
1990
São Luiz-RS
1991
São Paulo-RG

Ademir Antes é oriundo das categorias de base do Internacional, onde começou em 1978, aos 15 anos. Se profissionalizou no segundo semestre de 1984, sendo reserva de Luís Carlos Winck e André Luís, em ambas as laterais.

Em 1985 ganhou um espaço maior, jogando boa parte dos jogos da Copa Bento Gonçalves. Nessa competição, o técnico Otacílio Gonçalves escalava os reservas, lançando os titulares na reta final. O Inter acabou perdendo o título para o São Paulo de Rio Grande.

Depois disso, Ademir Antes trocou o colorado gaúcho pelo Colorado, do Paraná. O time paranaense não vivia um bom momento e Ademir foi dispensado, indo parar no Mato Grosso, onde defendeu o tradicional Mixto. No time mato-grossense, Ademir Antes foi eliminado na primeira fase da Série C e vice-campeão estadual.

De volta ao Rio Grande do Sul, reencontrou o Internacional quando defendia o Inter de Santa Maria. Foram uma derrota (em 88) e uma vitória (em 89) contra o clube que formou o lateral. O Inter de Santa Maria foi rebaixado para a Segundona Gaúcha em 1989.

Pelo São Luiz, Ademir Antes voltou a erguer uma taça, sendo campeão da Segundona de 1990. No mesmo ano, enfrentou o Internacional em um amistoso, com vitória colorada em Ijuí por 2 a 1.

No ano seguinte, mais uma vez Ademir Antes não viveu um bom ano. O São Luiz que ele ajudou a subir de divisão terminava o estadual em 5º lugar, além do vice da Copa Governador do Estado, enquanto o São Paulo de Rio Grande terminava rebaixado.

Escurinho II

ESCURINHO II
(lateral-esquerdo)

Nome completo: Francisco Machado
Data de nascimento: 27/6/1953
Local: Porto Alegre (RS)

CARREIRA:
1974
Internacional
1974
Inter-SM
1975
Internacional
1976
Figueirense
1976
Internacional
1977-1978
Operário-CG
1979
América-SP
1980
Operário-CG
1980
Pinheiros-PR
1981
Vitória
1981
ABC
1982-1983
Atlético de Valdevez-POR
1984-1986
Sporting da Covilhã-POR
1986
Paredes-POR
1987-1988
Esposende-POR
1989-1991
Naval-POR

Lateral-esquerdo bom cobrador de faltas e perito nos lançamentos à área. Escurinho II, irmão do sudosíssimo Escurinho, era uma jovem promessa colorada que surgia no Beira-Rio. Aos 7 anos, Escurinho II já figurava nas categorias de base do Internacional

Passou por todas as categorias até chegar aos profissionais, em 1974. Foi emprestado ao Inter-SM para "pegar cancha", enquanto Jorge Andrade, Vacaria e Chico Fraga eram protagonistas na posição. Escurinho teve pouco espaço no Internacional, mesmo sendo um atleta promissor.

Pelo Inter, Escurinho fez parte das inesquiecíveis campanhas de 1975 e 1976 no Brasileirão. Um forte rumor de que o lateral fez críticas ao técnico Rubens Minelli por não ter chances entre os titulares dificultou o relacionamento entre ambas as partes. Foi envolvido em uma negociação de empréstimo do zagueiro Marião, do Operário-CG, e deixou o Internacional em 1977.

No Brasil, Escurinho defendeu ainda o América-SP, Pinheiros-PR, Vitória (onde jogou ao lado de seu irmão) e ABC de Natal. Em 1982, foi para o outro lado do mundo se aventurar no futebol português. Seu destino foi o Atlético de Valdevez, onde chamou a atenção do Sporting da Covilhã.

Escurinho é um dos grandes idolo do Covilhã. Na terra pátria, o lateral, improvisado na meia-cancha, ajudou o time português a subir para a primeira divisão do futebol português na temporada 1983/1984. Em 62 partidas pelo Covilhã, marcou 12 gols.


O lateral ainda defendeu os lusos Paredes, Esposende e Naval, onde encerrou a carreira em 1991, aos 34 anos. Infelizmente, Escurinho não teve a mesma sorte como treinador. Acabou no esquecimento do universo futebolistico, mesmo com o relativo sucesso que conquistou no segundo escalão do futebol português.

Alex Rossi

ALEX ROSSI
(atacante)

Nome completo: Alex Sandro Rossi
Data de nascimento: 22/4/1968
Local: Cacequi (RS)

CARREIRA:
1990-1992 - Internacional
1992-1993 - Cerro Porteño-PAR
1994 - Rosario Central-ARG
1995 - Banfield-ARG
1995-1996 - Universitario-PER
1997-1998 - Osasuña-ESP
1999 - Inter-SM
1999 - Avaí
2000 - São Caetano
2001 - Inter de Limeira
2001 - Avaí
2003 - Caldense
2003 - Tupi-MG

Muitos colorados lembram da famosa "decisão do xixi", os Gre-Nais que decidiram o Gauchão de 1991. Um jogador ficou marcado por ser o protagonista daquela final: o ponta Alex Rossi, o "Touro Indomável", artilheiro e jogador de raça.

Alex foi trazido de Cacequi para defender o Grêmio nas categorias de base, mas acabou não se adaptando à cidade grande. A direção do grêmio o mandou para o Rio de Janeiro, mas voltou ao Rio Grande do Sul para se profissionalizar no Inter-SM.

Ainda em 90, foi trazido para o Internacional de Porto Alegre. Reserva em todo ano, esperava mais oportunidades em 91. A surpresa veio com a sua escalação na decisão do Gauchão. Quarta opção no ataque atrás de Lima, Gérson, Édson e Lê.

No primeiro jogo, Alex Rossi marcou o gol da vitória colorada no Olímpico, saindo correndo como maluco em direção à torcida. Após o jogo, vomitou ao chegar no vestiário. Alex foi acusado pelos dirigentes gremistas por doping, mas Simão e Célio Silva que foram chamados para fazer o exame.

Na segunda partida, vitória tricolor por 2 a 0. O Internacional tinha o direito de disputar um terceiro jogo, pois teve melhor campanha na primeira fase. O que marcou a partida foi o fato de os jogadores do Grêmio fazerem volta olímpica dentro do Beira-Rio, comemorando uma decisão que ainda não tinha terminado.

No jogo derradeiro, Alex foi protagonista mais uma vez, provocando a expulsão de Renato Gaúcho, ídolo e peça-chave do Grêmio. O 0 a 0 garantiu o Inter de volta ao topo do futebol gaúcho depois de cinco anos de jejum. O Touro Indomável foi fortemente saudado pela torcida colorada, que ostentava penicos na cabeça fazendo chacota à volta olímpica feita pelos tricolores no jogo anterior.

O Cerro Porteño tratou de contratar o atacante em 1992. O técnico Valdir Espinosa, vítima do carrasco colorado em 91, foi quem o indicou. Os dois ficaram muito próximos e se sagraram campeões paraguaios naquele ano.

Alex Rossi ainda foi ídolo de Rosario Central-ARG, Banfield-ARG e Universitario-PER. Ainda passou sem brilho por Corinhians e Osasuña-ESP. Retornou ao Inter de Santa Maria, onde virou garçom de um emblemático atacante do interior gaúcho: Badico.

No Avaí, Alex Rossi passou a ser Alex "Raça", onde conquistou os catarinenses pela sua determinação e faro de gol. Passou ainda por São Caetano, Inter de Limeira, Caldense e Tupi-MG, onde encerrou a carreira.

Depois de sua carreira no futebol, Alex se envolveu com drogas pesadas, mas foi buscar a recuperação em uma fazenda no município de Ivorá. Com o apoio da família e de amigos, Alex teve a maior conquista da sua vida, a reabilitação.

Cleitão

CLEITÃO
(volante)


Cleitão é a imagem do Internacional de 2002: um time perdido, limitado e esforçado, no máximo. Impossível não lembrar do trio Cleitão, Claiton e Cleiton Xavier, em uma temporada de mudanças administrativas e muita gente sofrendo de domingo a domingo com os resultados do time.

Cleitão foi formado nas categorias de base do Internacional e jogou no Colorado por apenas duas temporadas como profissional. Na primeira temporada, substituiu Leandro Ávila, que ficou apenas três meses no Inter e foi dispensado por conta de constantes lesões.

A campanha no Brasileirão foi desastrosa, com o Colorado se salvando na última rodada diante do Paysandu. Fernando Baiano e Librelato (R.I.P.) fizeram os gols que livraram o Inter do descenso. No ano seguinte, Cleitão perdeu posição para Sangaletti e amargou a reserva até ser dispensado no final do ano.

Rapidamente, o Caxias contratou o volante, mas não rendeu no clube grená. Em 2005, jogou pela modesta Portuguesa Santista, sem sucesso. Ainda passou por Vilavelhense-ES, Inter de Bebedouro-SP e Moto Club, onde foi campeão maranhense em 2008.

Voltou ao Rio Grande do Sul para defender o Internacional, mas o de Santa Maria. Jogou no clube em 2010 e 2011. Ainda em 2011, foi para o Cianorte-PR e, posteriormente, para o J. Malucelli.