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Alex Bach

ALEX BACH
(zagueiro)

Nome completo: Alex Fabiano dos Santos Bach
Data de nascimento: 2/1/1974
Local: Taquara (RS)

CARREIRA:
1994-1996 - Internacional
1997 - Esportivo
1997 - Marítimo-POR
1998 - Atlético-PR
1998-1999 - Marítimo-POR
1999-2000 - Camacha-POR
2001 - Juventude-MT
2001-2002 - Passo Fundo
2002 - Botafogo-SP
2003 - Luzern-SUI
2003 - São José-RS
2004 - Sapiranga
2005 - Passo Fundo
2005 - Chapecoense
2006 - Santo Ângelo
2007 - Guarani-VA
2008 - Porto Alegre


Promovido aos profissionais do Internacional em 1994, Alex Bach era um temor, mas para a própria torcida do Internacional. Alex era um zagueiro típico de Gauchão: muito sarrafo e pixotada pra pouca técnica.



Lançado por Antônio Lopes, Alex Bach teve um bom começo de carreira, fazendo bons jogos no Gauchão. Ganhou mais confiança após a eliminação colorada na Copa do Brasil para o Ceará, quando várias críticas caíram sobre a defesa.

Porém, no Brasileirão, vieram as críticas. O Inter vinha de uma boa sequência invicta, até um jogo diante do Vasco no Maracanã. O jogo terminou 5 a 2 para os cruzmaltinos, com muitas falhas da zaga. A gota d'água foi um gol contra de Alex Bach. Adílson Pinto retornou ao time e Alex não teve mais oportunidades no Inter.

Depois de passar dois anos com raríssimas chances no grupo principal, Alex Bach foi vendido ao Marítimo-POR em 1997, após disputar o Gauchão pelo Esportivo. Em Portugal, recebeu muitas críticas por falhas na bola aérea e de posicionamento.

Foi emprestado ao Atlético-PR, onde ficou apenas seis meses, retornando ao futebol português no segundo semestre de 1998. Seguiu jogando por empréstimo, mas pelo Camacha. Não deu certo no exterior.

Voltou ao Brasil para defender o Juventude-MT, onde fez história no time que goleou o Fluminense por 4 a 1, em Primavera do Leste, pela Copa do Brasil. Entretanto, o Juventude foi eliminado ao levar 3 a 0 no Maracanã.

Passou ainda por Passo Fundo, Botafogo-SP, Luzern-SUI, São José-RS, Sapiranga, Chapecoense, Guarani-VA e, seu último clube, o Porto Alegre.

Pedrinho

PEDRINHO
(lateral-direito)

Nome completo: José Pedro Oliveira Vidal

Assim como existem bandas de um hit só, Pedrinho é a versão adaptada ao futebol. Conseguiu destaque, ainda que discreto, em apenas uma temporada como jogador profissional.


Começou a carreira profissional no Internacional, em 1996. Sem oportunidades, devido a idade e às opções que os treinadores tinham à disposição, acabou sendo dispensado no final de 1999.


Disputou o Gauchão de 2000 pelo Santo Ângelo e, em 2001 foi para o Pelotas. Fez um bom Campeonato Gaúcho pelo áureo-cerúleo, disputando 24 partidas e marcando 7 gols.

Em julho de 2001 foi contratado pelo Grêmio para a disputa do Brasileirão. As frequentes lesões e suspensões de Ânderson Lima abriram caminho para Pedrinho fazer boas partidas pelo tricolor. Acabou o campeonato sendo um dos melhores laterais do certame.

Já em 2002, não teve a mesma sorte. O desempenho de Ânderson Lima foi muito mais regular e Pedrinho amargou a reserva o ano todo. Ainda teve uma lesão no joelho esquerdo no final do ano.

O Internacional deu abrigo ao jogador. Atravessou Porto Alegre e parou no Beira-Rio ainda em recuperação de cirurgia. Apenas em maio ficou às ordens de Muricy Ramalho. Problemas familiares e a falta de ritmo atrapalharam a volta do lateral ao Internacional. Foi dispensado em dezembro.

As lesões fizeram Pedrinho encerrar a carreira prematuramente. Hoje, tem uma loja de artigos esportivos em Porto Alegre, a Pedrinho Sports.

Gustavo Papa

GUSTAVO PAPA
(atacante)


Nome completo: Gustavo Saibt Martins


Jogadores vindos do interior nem sempre são unanimidade quando vêm jogar na capital. E aqueles que começam na dupla Gre-Nal, vão para o interior do Estado e voltam após anos de Gauchão, a desconfiança é maior ainda.

Gustavo veio para o Internacional em abril de 2005, depois de fazer um Campeonato Gaúcho brilhante pelo Glória de Vacaria. O apelido foi dado por Tinga, por "ter cara de papa".

Mesmo com a fama de artilheiro, Gustavo Papa não vingou no Internacional. Fez poucos gols, mas conquistou a torcida colorada com seu carisma. Quando marcava, corria em direção à torcida e fazia um sinal da cruz, "abençoando" a nação vermelha.

Depois de duas passagens pelo Inter (2005-2006 e 2007), passou por clubes das séries A, B e C do Brasileirão, e clubes do interior do estado, se destacando nos Gauchões e sendo um dos jogadores mais folclóricos dos últimos anos no Rio Grande do Sul.

Venceu a Série B do Brasileirão pelo Coritiba em 2007, e foi campeão da segundona do Gauchão em 2013 pelo Brasil de Pelotas, clube que defende até o momento.