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05/10/1997 - Campeonato Brasileiro 1997 - 1ª fase - Guarani 1 x 1 Internacional

INTER ESPERA CONQUISTAR A VAGA HOJE
O Inter entra em campo, hoje, com um só pensamento: derrotar o Guarani em Campinas (SP) e conquistar, com cinco rodadas de antecipação, a tão sonhada classificação para a próxima fase do Brasileiro. Com uma vitória, o time permanecerá na liderança isolada da competição e, de quebra, somará 41 pontos, um a mais que o mínimo necessário para garantir uma das oito vagas. O clube paulista, 24º colocado, luta para escapar do rebaixamento.
O grupo colorado, que vem de vitória contra o Criciúma em Cascavel (PR), está confiante em um outro bom resultado fora de casa. “Nosso ritmo havia caído um pouco, mas retomamos a boa fase e podemos até surpreender o adversário”, comenta Marcelo, que segue no meio-campo no lugar de Arílson, lesionado. 
O lateral-direito Gustavo substitui Enciso, suspenso, e vê no jogo uma nova chance de voltar a ser titular. “Mas tenho que jogar bem”, lembra. “Só conseguiremos um bom resultado se continuarmos com uma marcação forte. Não podemos nos descuidar nem um segundo”, adverte o volante Ânderson.
A principal esperança do Guarani é o atacante Aílton, ex-Inter, artilheiro da equipe. Cumprem suspensão o zagueiro Sorlei, o volante Luciano e o meio-campo Élson, outro com passagem pelo Beira-Rio. O clube não vence há 12 jogos.
Fonte: Correio do Povo, 05/10/1997, p. 24.

INTER COBIÇA A CLASSIFICAÇÃO
Porto Alegre - Ninguém está mais perto da classificação para a próxima fase do Brasileirão do que o Inter. Mas nem a vitória de quarta-feira passada, contra o Criciúma, que reconduziu o time gaúcho ao primeiro lugar na tabela, mudou o pensamento dos jogadores e dirigentes.
Nestes últimos dias, afinados como nunca, todos falaram a mesma língua. O que todos querem mesmo no Estádio Beira-Rio é chegar aos 40 pontos, o número mágico na matemática do Campeonato Brasileiro, que significa um lugar entre os oito melhores da competição.
É com esse objetivo que o Inter enfrenta neste domingo, em Campinas, o desesperado Guarani, um dos últimos colocados e seriamente ameaçado do fastasma do rebaixamento. “O Guarani é um bom time, de jogadores velozes, e precisamos ter o máximo de cuidados para evitarmos uma surpresa”, garantiu Roth.
Isso tudo ele repassou aos seus jogadores. E aproveitou o treino de sexta-feira para aprimorar duas coisas: os cruzamentos para a área e as cobranças de faltas.
Fonte: Pioneiro (RS), 04/10/1997, p. 44. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/885959/245774. Acesso em: 04 ago. 2023.

CAMPEONATO BRASILEIRO 1997 - 1ª FASE - GUARANI 1 X 1 INTERNACIONAL
Data: 05/10/1997
Local: Brinco de Ouro - Campinas (SP)
Público: 3.636 pagantes.
Renda: R$ 32.200,00
Juiz: Márcio Rezende de Freitas, auxiliado por Helberth Costa Andrade e Marco Antônio Gomes.
Cartões: Carlinhos, Aílton (G); Fabiano e Fernando (I).
Gols: Marcelo Rosa 16’/1 (I); Paulo Isidoro 25’/2 (G).
GUARANI: Hiran; Renato Paulista (Samuel), Marinho, Luís Cláudio e Rubens Cardoso; Carlinhos, Ivanildo (Jean Carlo), Mineiro e Moreno (Paulo Isidoro); Dinei e Aílton. Técnico: Lula Pereira.
INTERNACIONAL: André; Gustavo, Marcão (Márcio Dias), Régis e Luciano Almeida; Ânderson Luiz, Fernando, Sandoval e Marcelo Rosa (Mabília); Fabiano e Christian (Sílvio). Técnico: Celso Roth.

Dinei e Gustavo contra seus respectivos ex-clubes.
Fonte: Correio do Povo
Sob forte pressão, o Internacional de Ânderson Luiz segurou o empate.
Fonte: Correio do Povo
Gustavo e Marcelo Rosa sofreram para segurar o resultado.
Fonte: Pioneiro

INTER PERDE PÊNALTI E CEDE O EMPATE
Depois de fazer 1 a 0 com Marcelo ainda no 1º tempo, o Inter poderia ter definido a vitória contra o Guarani no início da 2ª etapa, mas acabou cedendo o empate e por pouco não retornou de Campinas com uma derrota. Aos 3 minutos da fase final, o goleiro Hiran fez pênalti em Christian, que bateu e marcou. Mas o árbitro alegou invasão de Marcão e mandou repetir a cobrança. Desta vez, Christian acertou a trave. Foi o segundo pênalti perdido pelo atacante no Campeonato Brasileiro.
Bem ao seu estilo, o Inter começou atrás, esperando o adversário para se utilizar dos contra-ataques. E deu certo. Aos 20, Marcelo recebeu de Régis e fuzilou no canto: 1 a 0. O gol abalou ainda mais o Guarani e o Inter seguiu criando e desperdiçando oportunidades até o final da primeira fase.
Na etapa final, o Guarani, até então presa fácil, se empolgou com o pênalti perdido pelo Inter e, em menos de 10 minutos, perdeu três chances de marcar. Até que aos 24, Paulo Isidoro, ex-Inter, chutou de direita, longe do alcance de André: 1 a 1. O Guarani teve chance de passar a frente com Dinei, aos 31 minutos, mas André fez grande defesa. O Inter respondeu aos 44 com Mabília, que chutou raspando a trave. O time paullista segue candidato ao rebaixamento.
Fonte: Correio do Povo, 06/10/1997, p. 23.

INTER EMPATA E CONTINUA LÍDER
Campinas - O Inter perdeu ótima oportunidade de vencer o quase rebaixado Guarani, no Brinco de Ouro. Ficou apenas no empate em 1 a 1, gols de Marcelo e Paulo Isidoro. Christian perdeu um pênalti no segundo tempo, ao chutar na trave. Menos mal que o time mantém a liderança do Brasileirão, com 39 pontos, porque a Portuguesa também empatou.
O Inter abriu o placar aos 16 minutos com Marcelo. O Guarani teve situações para marcar, mas as conclusões foram deficientes. Aílton marcou um gol com o braço, anulado pelo árbitro Márcio Rezende de Freitas.
Na etapa final, aos cinco minutos, Christian foi derrubado por Hiran dentro da área. O atacante cobrou e marcou, mas o juiz mandou repetir porque Fabiano invadiu a área. Na segunda vez, Christian concluiu na trave. O lance animou o Guarani, que empatou com Paulo Isidoro.
Fonte: Pioneiro (RS), 06/10/1997, caderno de esportes, p. 2. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/885959/245792. Acesso em: 04 ago. 2023.

20/10/1996 - Campeonato Brasileiro 1996 - 1ª fase - Internacional 0 x 0 Guarani

CAMPEONATO BRASILEIRO 1996 - 1ª FASE - INTERNACIONAL 0 X 0 GUARANI
Data: 20/10/1996
Local: Beira-Rio - Porto Alegre (RS)
Público: 7.698 pagantes.
Renda: R$ 63.200,00
Juiz: Léo Feldmann
Cartões: Régis, Enciso, Fabinho (I); Aílton, Leonardo, Goiano e Germano (G).
INTERNACIONAL: André; Edinho Vichetin, Tonhão, Régis e César Prates; Enciso, Fernando (Murilo), Paulo Isidoro (Luiz Gustavo) e Arílson; Fabinho (Fabiano) e Leandro Machado. Técnico: Figueroa.
GUARANI: Hiran; Germano, Nenê, Leonardo e Silvinho; Élson, Goiano, Valdir e Alexandre (Dega); Valdo (Edu Lima) e Aílton. Técnico; Carlos Alberto Silva.

O Internacional foi vaiado após o empate com o Guarani.
Fonte: Pioneiro

13/07/2004 - Campeonato Brasileiro 2004 - 1º turno - Guarani 2 x 1 Internacional


CAMPEONATO BRASILEIRO 2004 - 1º TURNO - GUARANI 2 X 1 INTERNACIONAL
Data: 13/07/2004
Local: Brinco de Ouro - Campinas (SP)
Público: 2.214 pagantes
Renda: R$ 21.354,00
Juiz: Lourival Dias Lima Filho, auxiliado por Alessandro Álvaro Rocha de Matos e Kléber Moradillo da Silva.
Cartões: Patrick (G); Bolívar e Clemer (I).
Gols: Sidnei 44’/1 (G); Rafael Sobis 23’/2 (I); Ricardo Lobo 47’/2 (G).
GUARANI: Jean; Dida, Carlinhos, Marcelão e Patrick; Sidnei, Simão, Careca (Sandro Hiroshi) e Harison (Reinaldo); Valdir Papel e Viola (Ricardo Lobo). Técnico: Zetti.
INTERNACIONAL: Clemer (André); Bolívar; Alexandre Lopes e Edinho; Élder Granja (Chiquinho), Marabá, Wellington Katzor, Fernandão e Alex; Danilo Gomes (Dauri) e Rafael Sobis. Técnico: Joel Santana.

Canal: hilhotta

Cassus

Imagem meramente ilustrativa
CASSUS
(Zagueiro)

Nome completo: Cassus Clay Silva
Data de nascimento: 19/09/1966
Local: Bauru (SP)

Carreira:
1984-1990
Guarani
1990
Internacional
1991-1993
Leones Negros-MEX

Com o nome similar ao de um dos maiores pugilistas da história, o zagueiro Cassus não teve a mesma dimensão no futebol. Irmão do zagueiro Júlio César, titular da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1986, iniciou a carreira no Guarani, assim como seu irmão.
Em um time muito bem treinado por Cilinho, chegou à decisão do Campeonato Paulista de 88, disputando a final contra o Corinthians. Com um gol de Viola, o time paulistano liquidou com o sonho do Bugre. Cassus era o único atleta da base do clube no time titular.
Foram sete anos no time profissional do Guarani, até que foi contratado por empréstimo pelo Internacional em agosto de 1990 para a disputa do Campeonato Brasileiro. Entrou no time titular colorado depois de Márcio Rossini se lesionar. A péssima campanha do Inter no campeonato e o rendimento abaixo do esperado fizeram com que Cassus retornasse ao Guarani no final do ano.
Do time campineiro, o jogador foi se aventurar no futebol mexicano, onde defendeu as cores do Leones Negros, do México.

Gil Baiano (1993)

GIL BAIANO
(lateral-direito)

Nome completo: José Gildásio Pereira de Matos
Data de nascimento: 3/11/1966
Local: Tucano (BA)

Carreira:
1985-1988
Guarani
1988-1993
Bragantino
1993-1994
Palmeiras
1994
Vitória
1995-1996
Paraná
1996-1997
Sporting-POR
1998
Ituano
1998
Paraná
1999
Ituano
2000
Paraná
2001-2002
Comercial-SP
2002
Bragantino
2003-2006
Comercial-SP
2006-2007
Ceilândia

Assim como o São Caetano no início do século XXI, o Bragantino foi a grande sensação do futebol brasileiro nos anos 1990. O time treinado pelo promissor Vanderlei Luxemburgo conquistou o Paulistão em 90, revelando o legendário Mauro Silva para o futebol brasileiro. No ano seguinte, chegou à decisão do Brasileiro sob o comando de Parreira, perdendo para o São Paulo do multicampeão Telê Santana.
Um dos destaques deste emblemático time foi o lateral Gil Baiano, que começou no Guarani em 1985 e se transferiu ao time de Bragança Paulista em 1988, fazendo parte da ascensão do Bragantino, sendo peça essencial do time que surpreendeu o Brasil. As atuações destacadas do lateral o levaram à Seleção Brasileira. A concorrência com Jorginho, Cafu e Luís Carlos Winck frustraram os planos de Gil Baiano com a amarelinha.
Para que seu futebol tivesse maior evidência, deixou o Bragantino e rumou para o Internacional na metade de 1993, por empréstimo. A péssima campanha do clube no Campeonato Gaúcho culminou em uma passagem relâmpago do lateral pelo Beira-Rio. Dois meses depois, foi contratado pelo poderoso Palmeiras da era Parmalat.
Apesar do título Brasileiro, Gil Baiano não conseguiu se firmar com a camisa alviverde, pois a torcida tinha preferência por Cláudio em seu lugar. Em 1994, se transferiu para o Vitória para a disputa do Campeonato Brasileiro.
No ano seguinte, foi para o jovem Paraná Clube, onde teve passagem destacada novamente, conquistando o título paranaense de 1995 e 1996. Suas boas atuações renderam ao lateral uma transferência para o futebol português, quando se transferiu ao Sporting, onde não teve sucesso.
Em sua segunda passagem pelo Paraná Clube, foi acusado de doping por uso de Fenpropropex, substância proibida pela CBF por aumentar a disposição dos atletas. Foi punido por 120 dias. Quando retornou ao clube em 2000, fez parte da campanha que resultou no título do Módulo Amarelo da Copa João Havelange. Nas oitavas-de-final, teve o azar de encontrar o campeão Vasco da Gama. No jogo de ida, 3 a 1 para o Vasco no Rio de Janeiro. O Paraná venceu o jogo de volta por 1 a 0, mas perdeu a classificação no saldo de gols.
Antes de encerrar a carreira, Gil Baiano defendeu Comercial-SP, Paraná e Ceilândia.

Róbson Mattis


RÓBSON MATTIS
(lateral-esquerdo)

Nome completo: Róbson Carlos Mattis
Data de nascimento: 9/6/1969
Local: São José do Rio Preto-SP

Carreira:
1988-1989 Juventus-SP
1990 Guarani
1990-1992 Al Hilal-SAU
1992 Juventus-SP
1993 Guarani
1994 Internacional
1995-1996 Guarani
1997 Santa Cruz
1998 Santo André
1999-2002 América-RN

A inconstância da lateral-esquerda causou uma grande enxaqueca na cabeça dos colorados nos anos 90. A saída de Daniel Franco, símbolo de raça e efetividade na conquista da Copa do Brasil, para o Corinthians abriu uma lacuna pelo lado esquerdo colorado.
A baixa qualidade das reposições vindas das categorias de base e do "rolinho" no setor fizeram com que o Internacional buscasse refugos para a posição. Um deles foi Róbson Mattis, muito pouco lembrado pelos colorados.
Róbson fez parte do grupo colorado na temporada de 1994. Começou como titular no início da temporada, mas foi perdendo a posição ao longo do ano para o jovem Celso Vieira e o improvisado ponta-esquerda Zinho.
Sem nenhuma perspectiva de evolução, retornou ao Guarani em 1995. Passou por Santa Cruz, Santo André e América-RN, onde é lembrado como ídolo da conquista potiguar de 2002, treinado por Adílson Batista. Uma grave lesão no ligamento cruzado abreviou a carreira do lateral, que continua seu trabalho no futebol trabalhando com crianças no Rio Grande do Norte.

Paulo Isidoro

PAULO ISIDORO
(meia)

Nome completo: Alex Sandro Santana de Oliveira
Data de Nascimento: 30/10/1973
Local: Salvador (BA)

CARREIRA:
1993-1994
Vitória
1994-1996
Palmeiras
1996
Internacional
1997-1998
Guarani
1999-2000
Cruzeiro
2000
Kawasaki Frontale-JAP
2001
Vitória
2001
Cruzeiro
2002
Fluminense
2002
Malatya-TUR
2003
Brasiliense
2004
Portuguesa
2005
Santo André
2005
Fortaleza
2006
Juventus-SP
2006
América-RN
2007-2008
Fortaleza
2009
Bahia
2010
Fortaleza
2011
Mogi Mirim

A carreira do meia Paulo Isidoro começou como um meteoro, assim como sua velocidade na armação das jogadas para a finalização dos seus companheiros. Paulo Isidoro é apenas um apelido, dada a semelhança física com o clássico ponta-de-lança atleticano dos anos 80.
Destaque das categorias de base do Vitória no início dos anos 90, foi um dos grandes nomes no vice-campeonato brasileiro de 1993, jogando ao lado de Dida, Alex Alves e Roberto Cavalo. Na disputa do Torneio da Uva, em Caxias do Sul, Paulo Isidoro chamou a atenção do Palmeiras, que também participava da competição e o levou a São Paulo.
Se em 93, Paulo Isidoro bateu na trave, no ano seguinte a conquista veio jogando pelo Verdão. Permaneceu no clube até 1996, quando se transferiu para o Internacional no início de maio. Sua estréia foi diante do Flamengo, no dia 9 de maio daquele ano. No Beira-Rio, Paulo Isidoro teve um bom desempenho, mas acabou ficando na reserva de Marcelo Rosa. Ainda assim foi um dos protagonistas da conquista do Torneio Mercosul.
Em 1997, o meia foi para o Guarani, onde permaneceu até o ano seguinte. Pelo Cruzeiro, mais títulos na conta: Copa Centro-Oeste de 1999, Copa do Brasil 2000 e Copa Sul-Minas de 2001. Outro momento importante da carreira do meia foi em 2005, quando foi destaque do Fortaleza no Campeonato Brasileiro.
Paulo Isidoro defendeu, ao todo, dezesseis clubes, sendo 14 no Brasil, um no Japão e um na Turquia. Parou de jogar aos 38 anos. Depois disso, passou a se dedicar à carreira de treinador.

Vilson Tadei

VILSON TADEI
(meia)

Nome completo: Vilson Tadei
Data de nascimento: 2/6/1954
Local: Urupês (SP)

CARREIRA:
1971
Rio Preto
1972
América-SP
1973-1974
Rio Preto
1975
Penapolense
1976
Rio Preto
1977-1978
Barretos
1978-1980
São Paulo
1980-1982
Grêmio
1982
Santa Cruz
1982-1983
Guarani
1983
Internacional
1984-1985
Vasco
1985-1986
Monterrey-MEX
1987
Botafogo-SP
1988
Figueirense
1988
Taquaritinga
1989
Rio Preto
1990
Jaboticabal
1991
Jalense

Vilson Tadei surgiu para o futebol em 1971, no Rio Preto. Na época, possuía cabelos longos, diferente de sua época em que esteve no Rio Grande do Sul defendendo Grêmio e Internacional.

Depois de uma rápida passagem pelo rival América, voltou ao Rio Preto em 1973, onde permaneceu até 1977. Em 78, foi vendido ao São Paulo, onde fez 54 partidas, mas não se firmou como titular. Depois de uma passagem pelo Coritiba em 80, se transferiu para o Grêmio.

O meia foi campeão gaúcho em 1980 e campeão brasileiro em 1981, permanecendo no Olímpico até o ano de 82. Após rápidas passagens por Santa Cruz e Guarani, ficou alguns meses no Beira-Rio, em tempo de levantar o caneco do Gauchão em 1983.

Vilson Tadei foi o principal nome na inauguração do estádio da Ressacada. Em um amistoso do Vasco contra o Avaí, aos 5 minutos, o meia fuzilou o goleiro catarinense, marcando o primeiro gol do estádio. No final do jogo, Vasco 6 a 1, com dois gols do carequinha.


Em sua passagem pelo futebol mexicano, foi campeão nacional com o Monterrey, na temporada 1985/1986. Retornou ao Brasil em 87, jogando por clubes do interior paulista até 1991, ano em que pendurou as chuteiras, aos 37 anos.

Betinho

BETINHO
(meia)

Nome completo: Gilberto Carlos Nascimento
Data de nascimento: 14/6/1966
Local: Ipiranga (SP)

CARREIRA:
1986-1988
Juventus-SP
1988-1989 
Cruzeiro
1990-1992
Palmeiras 
1992
Cruzeiro 
1993-1996
Bellmare Hiratsuka-JAP
1997-1998
Kawasaki Frontale-JAP
1998-1999
Internacional
1999
Guarani
2000
São José-SP
2000
Gama
2001
Santo André
2002
Ipatinga
2003
Francana
2004
Juventus-SP

O meia Betinho começou a carreira em 1986, na Juventus-SP. Na época, o jogador atuava pela ponta-direita, obtendo destaque no time da Rua Javari. Além de um bom passe, Betinho se destacava pela perícia nas cobranças de falta e nos cruzamentos. Quem promoveu o jogador aos profissionais do time foi Cláudio Duarte.

Em 88, quase foi negociado com o Corinthians por empréstimo, mas o Cruzeiro engrossou e levou o jogador para Minas Gerais, onde teve um destaque ainda maior. Foi campeão mineiro e da Supercopa da Libertadores. Em 1990 retornou a São Paulo, mas dessa vez, seu destino foi o Palmeiras, de Cuca e Maurílio. Mesmo com boas atuações, Betinho saiu do clube em 92, sem o que a torcida mais queria: um caneco. Curiosamente, no ano seguinte as glórias retornaram ao clube...

O atacante trocou o Brasil pelo Japão em 1993, ano de estréia da J-League, primeira divisão do campeonato local. Foram quatro anos no Bellmare Hiratsuka (atual Shonan Bellmare) e dois anos no Kawasaki Frontale. No Bellmare, Betinho jogou ao lado de Simão e Paulinho McLaren, ex-atletas do Internacional. Deixou a terra do sol nascente em 98, depois de lesões prejudicarem sua carreira.

Betinho foi o último reforço do Internacional para o Campeonato Brasileiro de 1998 sem custos. O jogador era dono do próprio passe e veio por empréstimo. Embora o time tivesse fracassado no campeonato, Betinho marcou gols e se destacou. Porém, acabou não sendo aproveitado em 99, indo para o Guarani.

O meia ainda defendeu São José-SP, Gama, Santo André, Ipatinga, Francana e encerrou a carreira no clube que o projetou: a Juventus-SP.

Rodrigão

RODRIGÃO
(atacante)

Nome completo: Rodrigo Fernandes Alflen
Data de nascimento: 14/6/1978
Local: Santos (SP)

CARREIRA:
1999
Santos 
2000
Internacional
2001 
Santos
2001-2002
Saint-Éttiene-FRA 
2002
Botafogo
2003
Guarani
2003-2004
Marítimo-POR
2005
Santo André
2006
Atlético-PR
2007
Al-Hilal-SAU
2007
Palmeiras
2008
Atlético-PR
2008
Vitória
2009
Guaratinguetá
2010
Santo André
2011
Anapolina
2012
Independente-SP
2012
Jabaquara
2013
Aimoré
2013
Portuguesa Santista
2014
São Carlos
2015
Portuguesa Santista

Destaque na Copa São Paulo de Juniores de 99, Rodrigão começou a carreira no Santos, sendo um dos grandes nomes santistas no Campeonato Brasileiro daquele ano jogando ao lado de Dodô. Jogador sem grande técnica, mas com faro de gol, veio para o Internacional em uma troca feita pelo volante Ânderson Luís.

A passagem de Rodrigão pelo Beira-Rio não correspondeu com as expectativas criadas pela torcida. Quando o jogador chegou ao clube em 2000, a falência do clube refletia na escassez de gols do ataque colorado naquele ano. Rodrigão foi uma das grandes decepções coloradas na temporada e retornou ao Santos no ano seguinte.

Voltou bem ao Santos, mas a crise obrigou o clube a vender o atacante para o Saint-Éttiene-FRA. Depois de uma temporada marcada por lesões, foi emprestado ao Botafogo em 2002, ano do fatídico rebaixamento do time carioca no Campeonato Brasileiro. Em 2003, foi emprestado ao Guarani e teve um bom desempenho no clube paulista.

No ano seguinte, o atacante foi para o Marítimo-POR, onde disputou a Copa da Uefa e a Liga Portuguesa. Após uma boa temporada e com o fim do contrato com o Saint-Éttiene, Rodrigão retornou ao Brasil para defender o Santo André na histórica disputa da Libertadores de 2005. No Atlético-PR, um problema de hepatite C parou a carreira do jogador por seis meses.

Jogou no Al-Hilal, da Arábia Saudita, onde ajudou o clube a obter a vaga na Copa da Ásia, mas no mesmo ano, foi contratado pelo Palmeiras. No Palestra, Rodrigão fez valer a lei do ex: marcou um golaço de bicicleta contra o Internacional no Beira-Rio, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro daquele ano.

Retornou ao Atlético-PR após o fim do contrato de empréstimo, em 2008. Em março daquele ano, Rodrigão se transferiu para o Vitória a pedido do técnico Vadão. Pelo time baiano, Rodrigão conquistou o primeiro e único título de sua carreira: o estadual.

Rodrigão ainda rodou por times menos expressivos de São Paulo, além de Indios Juarez-MEX, Anapolina e Aimoré. Se aposentou em 2015, na Portuguesa Santista.