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08/06/1968 - Torneio Confraternidad 1968 - Nacional-URU 1 x 1 Internacional

TORNEIO CONFRATERNIDAD 1968 - NACIONAL-URU 1 X 1 INTERNACIONAL
Data: 08/06/1968
Local: Centenario - Montevidéu (URU)
Renda: $ 689.750,00 (NCr$ 103.000,00).
Juiz: Agomar Martins, auxiliado por Luiz Sosa (URU) e Luiz Candalles (URU).
Gols: Emilio Alvarez 23’/2 (N); Valdomiro ?’/2 (I).
NACIONAL-URU: Dogliotti; Ubina, Ancheta, Emilio Alvarez e Javier; Duarte e Prieto; Santos (Blanco) Sassia, Filomeno e Domingos Perez. Técnico: Julio Maceiras.
INTERNACIONAL: Gainete; Laurício, Scala, Luiz Carlos e Jorge Andrade; Élton (Lambari) e Dorinho; Carlitos (Oton), Bráulio, Claudiomiro e Valdomiro. Técnico: Oswaldo Rolla.

03/05/2006 - Libertadores 2006 - Oitavas-de-final - Volta - Internacional 0 x 0 Nacional-URU

LIBERTADORES 2006 - OITAVAS-DE-FINAL - VOLTA - INTERNACIONAL 0 X 0 NACIONAL-URU
Data: 03/05/2006
Local: Beira-Rio - Porto Alegre (RS)
Público: 30.459 (26.225 pagantes).
Renda: R$ 284.201,00
Juiz: Carlos Torres (PAR), auxiliado por Ramón Chamorro (PAR) e Manuel Bernal (PAR).
INTERNACIONAL: Clemer; Élder Granja, Bolívar, Fabiano Eller e Jorge Wagner; Edinho, Fabinho, Adriano Gabiru (Michel) e Alex (Perdigão); Márcio Mossoró (Iarley) e Fernandão. Técnico: Abel Braga.
NACIONAL-URU: Bava; Jaume, Victorino e Pallas; Vázquez, Vanzini, Brítez (Márquez), Albín e Viana; Suarez (Suárez) e Castro. Técnico: Martin Lasarte.

04/04/2006 - Libertadores 2006 - 1ª fase - Nacional-URU 0 x 0 Internacional

LIBERTADORES 2006 - 1ª FASE - NACIONAL-URU 0 X 0 INTERNACIONAL
Data: 04/04/2006
Local: Parque Central - Montevidéu (URU)
Juiz: Carlos Amarilla (PAR), auxiliado por Ricardo Grance (PAR) e Nicolás Yegros (PAR).
Cartões: Victorino, Delgado, Juarez, Márquez, Martinez (N); Adriano Gabiru e Fabiano Eller (I).
NACIONAL-URU: Bava; Victorino, Jaume e Leites; Vanzini, Viana, Vázquez e Delgado (Albin); Marques, Juarez (Suárez) e Castro. Técnico: Martín Lasarte.
INTERNACIONAL: Clemer; Ceará, Bolívar, Fabiano Eller e Rubens Cardoso; Fabinho, Tinga, Adriano Gabiru e Michel (Mossoró); Iarley (Jorge Wagner) e Rentería (Rafael Sobis). Técnico: Abel Braga.

Manga

MANGA
(goleiro)

Nome completo: Haílton Corrêa de Arruda
Data de nascimento: 26/4/1937
Local: Recife (PE)

Carreira:
1957-1958
Sport
1958-1967
Botafogo
1967-1973
Nacional-URU
1974-1977
Internacional
1977
Operário-CG
1978
Coritiba
1979-1980
Grêmio
1981-1982
Barcelona-EQU

Diz o ditado que Deus escreve certo por linhas tortas. No caso de Manga, sua história foi escrita com base em suas mãos e dedos deformados. Não é à toa que o Dia do Goleiro é uma homenagem ao jogador, ideia lançada nos anos 70, data comemorada no dia de seu aniversário: 26 de abril.
Manga é o típico jogador raiz, cercado de folclore e grandes histórias. A mística do Manguita Fenômeno, como o próprio se intitulava, resultou em glórias gigantescas, principalmente em suas passagens por Botafogo, Nacional de Montevidéu e no Internacional.
O jovem Manga, apelido de infância por ser um exímio apanhador de mangas, começou a carreira nos juvenis do Sport. Em 1957, foi lançado aos profissionais em uma excursão do time pernambucano na Europa, depois de o goleiro Osvaldo Baliza se lesionar. Desde então, nunca mais aceitou esquentar banco em nenhum clube na carreira.
Como esperado, o centro do país foi o seu destino. Pelo Botafogo, foram três títulos do Rio-São Paulo (62, 64 e 66), uma Taça Brasil (68) e quatro campeonatos estaduais (61, 62, 67 e 68). Apesar das conquistas, Manga vivia em pé de guerra com a imprensa carioca, principalmente o cronista esportivo João Saldanha. Manga é um dos responsabilizados pela eliminação da Copa do Mundo de 1966, na fatídica partida contra a Seleção de Portugal.
Em 1967, foi contratado pelo Nacional de Montevidéu, onde, mais uma vez, assumiu a titularidade com muito trabalho. Em território charrua, foram quatro campeonatos nacionais e as inédita conquistas da Libertadores de 1971, quebrando a invencibilidade de três títulos do Estudiantes, se vingando da derrota em 1969, e do Intercontinental de 1971. Permaneceu no futebol uruguaio até 1974.
O Internacional não conseguia manter uma estabilidade em sua meta, pois Schneider não conseguia se consolidar com a camisa 1 por cometer muitas falhas em momentos decisivos. Manga foi contratado após a Copa do Mundo da Alemanha. Assim, o Internacional parou de bater na trave. Conquistou dois campeonatos brasileiros, em 75 e 76. Além disso, Manga conquistou os estaduais de 74, 75 e 76. Na decisão de 1975 contra o Cruzeiro, fez defesas inacreditáveis, parecendo muito tranquilas por sua plasticidade.
Em 77, a direção colorada não quis dar um merecido aumento para o goleiro, que deixou o Internacional magoado. A torcida colorada sentiu a ausência do fenômeno, principalmente após a quebra da hegemonia do octacampeonato.
Mesmo acima dos 40 anos, Manga conquistou mais três títulos estaduais: sul-matogrossense pelo Operário (1977), paranaense pelo Coritiba (1978) e gaúcho pelo Grêmio (1979). A reta final de sua carreira se deu no Barcelona de Guayaquil, onde conquistou o título equatoriano em 1981. Parou de jogar somente em 1982, aos 42 anos.

Aírton Caixão

AÍRTON CAIXÃO
(volante)

Nome completo: Aírton de Ávila Fraga
Data de nascimento: 13/5/1965
Local: Porto Alegre (RS)

CARREIRA:
1985-1988 - Internacional
1989 - Guarani
1990-1991 - Grêmio Maringá
1992 - Fortaleza
1993 - Ceará
1994 - Fortaleza
1996 - Pelotas
1997 - São Luiz-RS
1999 - Goiânia
2001 - São José-RS

Outros clubes:
São Caetano
Nacional-URU
Al-Shabab-SAU
Newell's Old Boys-ARG
Náutico
Guarani-CA
Caxias

Aírton Caixão pode ser considerado um dos volantes mais pragmáticos do Internacional. Pode-se dizer que o jogador é um dos reflexos do futebol colorado na década de 80. A grande maioria da torcida colorada considerava o volante simplista demais, mas não a ponto de ser um perna-de-pau.

Defendeu o Internacional no período mais vazio dos anos 80, de 85 a 88, onde o auge do Colorado foi a chegada à decisão da controversa Copa União, vencida pelo Flamengo. A partir de então, Aírton peregrinou pelo país e pelo interior do estado, além de passar por Uruguai, Arábia Saudita e Argentina.

O auge de sua carreira se de longe de Porto Alegre. No Ceará, Aírton Caixão se sagrou campeão estadual defendendo os dois grandes clubes da capital. Com o Fortaleza, venceu em 1992; e pelo Ceará, em 1993.

Em 2001, o volante ainda protagonizou uma transação "diferenciada" na história do futebol gaúcho. Na época, o jogador de 36 anos e com 15 quilos a mais, foi contratado pelo São José através de Francisco Novelletto. Mas ao invés da qualidade técnica, a função de Aírton era animar o grupo do Zequinha. Aírton Caixão era quase um Perdigão.

Aguirregaray

AGUIRREGARAY
(zagueiro)

Nome completo: Óscar Osvaldo Aguirregaray Acosta
Data de nascimento: 25/10/1959
Local: Artigas (URU)

CARREIRA:
1980-1986 - Nacional-URU
1986-1988 - Defensor-URU
1988-1989 - Internacional
1990-1991 - Palmeiras
1991 - Figueirense
1991-1993 - Defensor-URU
1993-2001 - Peñarol-URU


A força e a seriedade fizeram de Aguirregaray um dos mais notáveis zagueiros que passou pelo Internacional no final da década de 80. O zagueiro veio para o Inter em um tempo em que o futebol uruguaio estava em alta, tendo o então campeão da América, o Peñarol, e a seleção local era a vencedora da Copa América.

Aguirregaray começou a carreira no Nacional, em 1980, ano em que o time foi campeão da América e Mundial. O titular da posição era ninguém menos que Hugo De León, um dos maiores zagueiros da história do Uruguai. Aguirregaray deixou o Nacional em 85, quando foi para o Defensor.

Por três anos, foi capitão do Defensor, onde foi campeão nacional em 1987, levando o time ao seu segundo título. Em 1988, foi contratado pelo Internacional como reforço para o Campeonato Brasileiro.

Com a ida de Aloísio para o Barcelona, Aguirregaray preencheu a lacuna na zaga com estilo, atuando ao lado de Nenê e ajudando o Internacional a chegar á decisão do Brasileirão de 88. Teve uma atuação impecável no Gre-Nal do Século. Aguirregaray era um zagueiro vigoroso, mas nunca foi considerado desleal.

Deixou o Internacional no final de 89 e seguiu para o Palmeiras. Jogou 23 partidas no Palmeiras, marcando um gol. Mas ficou lembrado por ter perdido um gol que tirou a possibilidade do Palmeiras disputar as finais do Paulistão de 90.

Foi para o Figueirense em 91, e no mesmo ano retornou ao Defensor, quando conquistou mais um título nacional. Permaneceu no time até o ano de 1993.

Já veterano, foi para o Peñarol, onde jogou por mais oito anos e conquistou mais cinco títulos uruguaios. Conquistou a Copa América de 1995 pela seleção uruguaia dentro do seu terreno. Jogou até os 41 anos, se despedindo dos gramados em 2001.