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06/04/1947 - Amistoso - Internacional 2 x 4 Defensor-URU

INFORMA a "U. P.", de Montevidéu: — "O Clube Atlético Defensor aceitou o convite para jogar com o Internacional, de Porto Alegre, no próximo domingo. O grêmio uruguaio partirá para Porto Alegre na próxima quinta-feira".
Fonte: A Tribuna (SP), n. 006, 01 abr. 1947, p. 8. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/153931_02/35867. Acesso em: 13 fev. 2026.

MAÑAY, GARCÍA E CLAVARÉS JOGARÃO DOMINGO EM PORTO ALEGRE, NA EQUIPE DO C. A. DEFENSOR
MONTEVIDÉU, 1 (A. P.) — O Club Atlético Defensor, da primeiro divisão da Associação Uruguaia de Football, aceitou o convite que lhe foi feito para enfrentar domingo próximo, em Porto Alegre, a equipe do Internacional, campeão do Rio Grande do Sul. A partida da delegação do Defensor está marcada para quinta-feira, por via aérea.
Em Porto Alegre incorporar-se-ão àquela equipe os jogadores Alcides Mañay, José García e Walter Clavarés, que integram o selecionado uruguaio atualmente no Rio de Janeiro, disputando a Copa Rio Branco.
Fonte: A Noite (RJ), n. 12529, 01 abr. 1947, p. 17. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/348970_04/45518. Acesso em: 13 fev. 2026.

JOGADORES URUGUAIOS CHAMADOS À PORTO ALEGRE
O desportista uruguaio Manuel Cabalero recebeu um telegrama de Porto Alegre solicitando o embarque imediato para aquela cidade dos jogadores orientais Clavarés, De Lucca, Mañay e José García, que deverão integrar o team do Defensor no encontro de domingo com o Internacional, campeão sul-riograndense.
O REGRESSO DA DELEGAÇÃO ORIENTAL
A delegação uruguaia de futebol deverá regressar, amanhã, a Montevidéu por via aérea.
Fonte: Gazeta de Notícias (RJ), n. 077, 03 abr. 1947, p. 16. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/103730_07/31412. Acesso em: 13 fev. 2026.

INTERNACIONAL E DEFENSOR, O GRANDE EMBATE DESTA TARDE
O EMBATE FAZ PARTE DO PROGRAMA DE FESTEJOS COM QUE O INTERNACIONAL COMEMORA SEU 38º ANIVERSARIO DE FUNDAÇÃO — APARÍCIO VIANA E SILVA SERÁ O ÁRBITRO — FORMARÁ COMPLETO O ONZE COLORADO
O público esportivo da nossa entusiasta metrópole será brindado, logo à tarde, com um espetáculo futebolístico internacional. É que, no "estádio" da rua Silveiro, no bairro do Menino Deus, estarão frente a frente, num embate que se antecipa de sensacional desenrolar, as equipes de profissionais do valoroso Sport Club Internacional e do Club Defensor, terceiro colocado no certame uruguaio do ano passado e que, este ano, conta com um dos mais completos plantéis, sendo apontado como o mais sério candidato ao título máximo do país vizinho. Este grandioso embate sera o ponto alto dos festejos com que o simpático clube completa seu 38º aniversário de fundação.
Sem dúvida que o estádio dos Eucalitos será pequeno para conter o grande público que certamente afluirá para assistir ao grande embate. De um lado teremos o onze visitante, dono de invejável cartaz e que conta em seu seio com alguns integrantes do Selecionado Uruguaio que recentemente participou dos jogos pela "Copa Rio Branco". De outro lado estará o onze colorado, de esplêndidas atuações na presente temporada, tendo ja abatido espetacularmente a dois conjuntos visitantes. Está o onze preparado por Carlos Volante ostentando esplêndido preparo e deverá apresentar-se integrado de todos os titulares. Desde Ivo, no arco, até Carlitos na ponta-esquerda, toos estarão a postos e tudo certamente farão para escreverem mais uma brilhante página na vida esportiva do grande clube e que seria, sem dúvida, um régio presente de aniversário. Os uruguaios, desde ontem se encontram em nossa capital tendo sido alvos já de diversas homenagens.
As duas equipes, salvo possíveis modificações de última hora, formarão com a seguinte constituição:
DEFENSOR: Barrios, Vasquez e Riobó; Young, Hidalgo e Chagas; De Lucca, J. García, Clavarés, Ramón Castro e Ferrés.
INTERNACIONAL: Ivo, Alfeu e Nena; Viana, Ávila e Abigail; Tesourinha, Villalba, Adãozinho, Fandiño e Carlitos.
A arbitragem do sensacional embate estara a cargo de Aparício Viana e Silva, o popular "baixinho" do quadro principal da F. R. G. F. e, sem dúvida, um dos bons árbitros de nossos gramados. A prelimmar estará a cargo dos conjuntos do S. O. S. e da Seleção do Passo da Areia.
Pela Federacao Rio Grandense de Futebol foram estabelecidos os seguintes preços para o sensacional embate: Cadeira numerada Cr$ 50,00; Pavilhão Cr$ 20,00; 1/2 Pavilhão Cr$ 10,00; Geral Cr$ 10,00 e 1/2 Geral Cr$ 5,00.
Fonte: Jornal do Dia (RS), n. 059, 06 abr. 1947, p. 7. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/098230/103. Acesso em: 13 fev. 2026.

VAI INFORMAR SOBRE A PARTIDA INTERNACIONAL DE HOJE, EM PORTO ALEGRE
Para Porto Alegre, seguiu, ontem, pelo avião da linha gaúcha da Panair do Brasil, o jornalista uruguaio Ulises Badano, cronista esportivo de "El Día", enviado especial ao nosso país para acompanhar os jogos da Copa Rio Branco. Na capital do Rio Grande do Sul, assistirá o jogo de hoje, entre a forte equipe local do Internacional e o clube Defensor, de Montevidéu, dali retornando ao Prata.
Fonte: O Jornal (RJ), n. 8261, 06 abr. 1947, p. 8. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/110523_04/38040. Acesso em: 13 fev. 2026.

DEFENSOR E INTERNACIONAL SE ENFRENTAM EM PORTO ALEGRE
— PORTO ALEGRE, 5 (United) — Se realizará amanhã à tarde, nesta capital, a partida internacional de futebol entre as equipes do Internacional de Porto Alegre e Defensor, de Montevidéu.
Fonte: El Bien Publico (URU), n. 21242, 06 abr. 1947, p. 8. Disponível em: https://anaforas.fic.edu.uy/jspui/handle/123456789/15313. Acesso em: 11 jul. 2025. Texto traduzido por Geison Munhoz.

DEFENOR (URUGUAI) — 4
INTERNACIONAL — 2
P. ALEGRE, 6 (Asapress) — O prélio internacional realizado na tarde de hoje nesta capital, no campo dos Eucaliptos, entre o clube "Defensor", de Montevidéu, e o Internacional, desta capital, que comemora o seu 38º aniversario de fundacão; terminou com a vitória dos orientais pelo escore de 4 a 2. No princípio, tudo indicava que os locais seriam vitoriosos, pois iniciaram o jogo com inteiro predomínio técnico e territorial. E desse predomínio surgiu a vantagem de 2 x 1 no primeiro tempo, com tentos marcados por Tesourinha e Carlitos e Ramón para os visitaates. Mas na fase derradeira, o panorama, como por um toque de mágico, mudou completamente, passando os uruguaios de dominados a dominadores. Então a sua superiodade fez-se logo refletir no placar, com a marcacão de mais três tentos, por intermédio de Riobó, Ramón e Chagas, tentos estes que lhe deram a vitória final.
A arbitragem esteve a cargo de Aparício Viana e Silva, que esteve apenas regular. E a renda somou Cr$ 85.180,00. Os times preliantes foram os seguintes:
DEFENSOR — Barros, Vasquez e Riobó; Young, Hidalgo e Chagas; De Lucca, García, Silva, Ramón e Ferrés. INTERNACIONAL — Ivo, Alfeu e Nena; Viana, Ávila e Abigail; Tesourinha, Fandiño, Adãozinho, Villalba e Carlitos.
Fonte: A Noite (RJ), n. 12533, 07 abr. 1947, p. 10. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/348970_04/45565. Acesso em: 13 fev. 2026.

AMISTOSO - INTERNACIONAL 2 X 4 DEFENSOR-URU
Data: 06/04/1947 
Local: Eucaliptos - Porto Alegre (RS)
Público: aprox. 15.000.
Renda: Cr$ 95.180,00
Juiz: Aparício Viana e Silva
Gols: Tesourinha 24’/1 (I); Carlitos 32’/1 (I); Ramón Castro 40’/1 (D); De Lucca 8’/2 (D); Ramón Castro 15’/2 (D); Riobó 19’/2 (D). 
INTERNACIONAL: Ivo Winck; Alfeu e Nena; Viana, Ávila e Abigail; Tesourinha, Fandiño, Adãozinho, Villalba e Carlitos. Técnico: Carlos Volante.
DEFENSOR-URU: Barrios; Vázquez e Riobó (Bassi); Young, Hidalgo e Chagas; De Lucca, José García, Silva, Ramón Castro e Ferrés. Técnico: Juan Corazco.

HOJE O DEFENSOR VOLTOU A JOGAR EM PORTO ALEGRE
REVANCHE COM O INTERNACIONAL
Em Porto Alegre, atuou no domingo o time principal do Defensor, que enfrentou o Internacional, clube local.
Mais de quinze mil pessoas presenciaram o encontro, que, segundo a imprensa local, ofereceu momentos de intenso movimento por parte dos jogadores e um espetáculo futebolístico de destaque.
A formação das equipes foi a seguinte:
DEFENSOR: Barrios; Vázquez e Riobó; Young, Hidalgo e Chagas; De Lucca, Ramón Castro, Paulino Silva, J. García e Ferrés.
Aos 30 minutos do segundo tempo, o zagueiro Riobó foi substituído por Bassi.
INTERNACIONAL: Ivo; Alfeu e Nena; Viana, Ávila e Abigail; Tesourinha, Villalba, Adão, Fandiño e Carlitos.
A presença dos jogadores uruguaios foi ovacionada pelos espectadores, que repetiram seus aplausos entusiasmados ao verem em campo os jogadores do Internacional com uma bandeira uruguaia.
Após 24 minutos, o Internacional abriu o placar — gol do ponta-direita Tesourinha —, após o qual foi esboçada uma leve reação da equipe uruguaia, mas novamente os ágeis brasileiros assumiram o controle das ações, sitiando a defesa uruguaia.
O jogo continuou sendo disputado na última zona defensiva visitante e, aos 32 minutos, Carlitos quebrou a última resistência uruguaia, marcando o segundo gol.
O novo contraste pareceu infundir vigor ao time uruguaio, que, com bastante entusiasmo, conseguiu equilibrar o jogo por momentos, embora o conjunto local sempre deixasse uma impressão melhor. Quando faltavam apenas dois minutos para o término do período, García comandou uma profunda investida contra a baliza brasileira e passou em boa hora a Ramón Castro, que com um forte remate diminuiu a vantagem.
Sem alterações no placar, terminou o primeiro tempo, que se caracterizou pelo jogo harmônico da linha de ataque do Internacional e pela boa atuação da defesa uruguaia, especialmente Barrios, que demonstrou segurança extraordinária na meta do Defensor.
No segundo período, os violetas começaram a atuar com maior determinação, lançando ataques constantes contra a baliza local.
No cerco à cidadela do Internacional, permitiram que De Lucca conquistasse o gol de empate quando haviam transcorrido apenas oito minutos. García recebeu a bola e avançou rapidamente por sua ala, para depois enviar um centro à meta brasileira. De Lucca chegou em bom momento e superou a resistência do goleiro local.
O Defensor continuou comandando o jogo na zona defensiva do Internacional e, aos 15 minutos, a partir de um escanteio, Ramón Castro colocou seu time em vantagem.
O jogo seguiu se desenvolvendo com características semelhantes e, quatro minutos depois, a defesa brasileira, pressionada, cedeu outro escanteio. Executado o tiro de canto, Riobó, que jogava adiantado, chutou com boa sorte, conferindo números finais ao placar, que, em consequência, favoreceu o Defensor por quatro gols a dois.
Sem outras ocorrências importantes, a partida terminou sob aplausos dos espectadores.
Fonte: El Bien Publico (URU), n. 21243, 08 abr. 1947, p. 8. Disponível em: https://anaforas.fic.edu.uy/jspui/handle/123456789/15314. Acesso em: 11 jul. 2025.

Uruguaios x brasileiros — Em Porto Alegre, com uma assistência numerosa que deixou de renda Cr$ 85.180,00, realizou-se domingo o encontro internacional do Club Defensor, de Montevidéu, com o S. C. Internacional, campeão gaúcho. A partida foi bastante movimentada, agradando, para terminar com a vitória dos visitantes por 4x2.
Fonte: Correio da Manhã (RJ), n. 16080, 08 abr. 1947, p. 10. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_05/35999. Acesso em: 13 fev. 2026.

GUERRA DOS CLUBES GAÚCHOS CONTRA A C. B. D.
O Internacional já iniciou a carga com justas razões
RIO, 10 (Meridional) — Os clubes de futebol, embora a torcida não saiba, contribuem com percentagens quando da realização de jogos internacionais. Essas percentagens revertem sempre em benefício da Confederação Brasileira de Desportos, entidade que superintende todos os ramos de esporte e a qual compete conceder ou não as respectivas licenças.
Pois bem: de acordo com os despachos procedentes de Porto Alegre, o Internacional, grêmio mais destacado da capital gaúcha, está promovendo um movimento tendente a cortar a demasiada ganância das entidades superiores, isto é, da Federação Riograndense de Futebol e Confederação Brasileira.
Segundo o mesmo telegrama, o Internacional alega que no prélio disputado domingo, contra o Defensor, do Uruguai, aquelas entidades arrecadaram quinze por cento da renda, isto sem empregar o menor capital e sem ter quaisquer responsabilidades.
Diz ainda que a Federação Riograndense distribuiu 100 ingressos aos amigos dos dirigentes "caronas" que contribuiram para o decréscimo da receita.
O despacho termina com a seguinte frase: "Esse movimento está destinado a obter o apoio dos demais grêmios locais".
Caso sejam veridicas mesmo as informações que nos chegam, a C.B.D. terá que se explicar e dizer a razão pela qual cobra essas percentagens.
Fonte: Diário de Pernambuco (PE), n. 084, 11 abr. 1947, p. 7. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/029033_12/25708. Acesso em: 13 fev. 2026.

Régis

RÉGIS
(zagueiro)


Régis é cria do Internacional, zagueiro frio, de boa estatura e com excelente técnica pra sair jogando. O jogador começou nos infantis do Grêmio, mas foi para os juvenis do Inter aos 15 anos. Com o tempo, foi se destacando nas divisões de base, até subir aos profissionais em 1996.

No início, jogava como lateral-esquerdo, bem adaptado, revezando com Cesar Prates, que jogava pelas duas laterais. No ano seguinte, começou sua trajetória sólida na zaga colorada, ao lado de Gamarra. O Inter quebrou a hegemonia do Grêmio e conquistou o Gauchão, apos dois anos de jejum. Também foi uma das revelações do Brasileirão, ao lado de Fabiano, Chrsitian e Marcelo Rosa.

Em 98, o Inter não fez boas campanhas, mas Régis seguiu fazendo boas partidas com a camisa vermelha. Em seu último ano, a perda da posição para o zagueiro Gonçalves e o péssimo desempenho do time ao longo de 99 fizeram com que Régis ficasse ofuscado.

Então, em 2000, deixou o Inter e foi para o Fluminense. Pelo time carioca, Régis fez boas campanhas nos Brasileiros de 2000 e 2001. Ainda conquistou o título estadual de 2002.

Pelo São Paulo, fez a melhor campanha na primeira fase do Brasileirão de 2002, mas o tricolor paulista caiu ans quartas-de-final para o Santos, que terminou o campeonato como campeão.

Depois de defender o Saturn, da Rússia, Régis foi para o Cruzeiro, sem sucesso. Ainda passou por Brasiliense, Ponte Preta, Viborg-DIN e voltou ao Rio Grande do sul para defender o Juventude, em 2007. O clube caxiense terminou o Campeonato Brasileiro rebaixado.

Em 2008 foi para o Uruguai, onde jogou pelo Defensor. Posteriormente, defendeu Paysandu e Marília. No ano seguinte, foi para o Figueirense. Encerrou a carreira no Vila Nova, em 2010, aos 34 anos.

Aguirregaray

AGUIRREGARAY
(zagueiro)

Nome completo: Óscar Osvaldo Aguirregaray Acosta
Data de nascimento: 25/10/1959
Local: Artigas (URU)

CARREIRA:
1980-1986 - Nacional-URU
1986-1988 - Defensor-URU
1988-1989 - Internacional
1990-1991 - Palmeiras
1991 - Figueirense
1991-1993 - Defensor-URU
1993-2001 - Peñarol-URU


A força e a seriedade fizeram de Aguirregaray um dos mais notáveis zagueiros que passou pelo Internacional no final da década de 80. O zagueiro veio para o Inter em um tempo em que o futebol uruguaio estava em alta, tendo o então campeão da América, o Peñarol, e a seleção local era a vencedora da Copa América.

Aguirregaray começou a carreira no Nacional, em 1980, ano em que o time foi campeão da América e Mundial. O titular da posição era ninguém menos que Hugo De León, um dos maiores zagueiros da história do Uruguai. Aguirregaray deixou o Nacional em 85, quando foi para o Defensor.

Por três anos, foi capitão do Defensor, onde foi campeão nacional em 1987, levando o time ao seu segundo título. Em 1988, foi contratado pelo Internacional como reforço para o Campeonato Brasileiro.

Com a ida de Aloísio para o Barcelona, Aguirregaray preencheu a lacuna na zaga com estilo, atuando ao lado de Nenê e ajudando o Internacional a chegar á decisão do Brasileirão de 88. Teve uma atuação impecável no Gre-Nal do Século. Aguirregaray era um zagueiro vigoroso, mas nunca foi considerado desleal.

Deixou o Internacional no final de 89 e seguiu para o Palmeiras. Jogou 23 partidas no Palmeiras, marcando um gol. Mas ficou lembrado por ter perdido um gol que tirou a possibilidade do Palmeiras disputar as finais do Paulistão de 90.

Foi para o Figueirense em 91, e no mesmo ano retornou ao Defensor, quando conquistou mais um título nacional. Permaneceu no time até o ano de 1993.

Já veterano, foi para o Peñarol, onde jogou por mais oito anos e conquistou mais cinco títulos uruguaios. Conquistou a Copa América de 1995 pela seleção uruguaia dentro do seu terreno. Jogou até os 41 anos, se despedindo dos gramados em 2001.