28/12/1959 - Divisão de Honra 1959 - Internacional 1 x 1 São José-RS

DIVISÃO DE HONRA 1959 - INTERNACIONAL 1 X 1 SÃO JOSÉ-RS
Data: 28/12/1959
Local: Olímpico - Porto Alegre (RS)
Renda: Cr$ 195.445,00
Juiz: Antônio Jaoó
Expulsões: Ezequiel (I); Luizinho (S).
Gols: Deraldo 25’/2 (I); Joeci 34’/2 (S).
INTERNACIONAL: Cestari; Bruno e Ezequiel; Zangão, Kim e Danúbio; Alfeu, Ivo Diogo, Larry, Osquinha e Deraldo. Técnico: Selviro Rodrigues.
SÃO JOSÉ-RS: Paulinho; Osmar e Louro; Mossoró, Gago e Almir; Luizinho, Bodinho, Pinto, Valmir e Joeci. Técnico: Teté.

23/12/1957 - Divisão de Honra 1957 - Grêmio 1 x 2 Internacional

DIVISÃO DE HONRA 1957 - GRÊMIO 1 X 2 INTERNACIONAL
Data: 23/12/1957
Local: Olímpico - Porto Alegre (RS)
Renda: Cr$ 913.480,00
Juiz: Miguel Comesaña (ARG), auxiliado por Julian Oguiza (ARG) e Luiz Spinetto (ARG).
Gols: Larry 30'/1 (I); Ivo Diogo 39'/1 (I); Juarez 15'/2 (G).
GRÊMIO: Germinaro; Aírton Pavilhão e Dinha; Beiço, Nadir e Élton; Osvaldo, Gessy, Juarez, Milton e Vi. Técnico: Oswaldo Rolla.
INTERNACIONAL: La Paz; Florindo e Paulistinha; Mossoró, Zangão e Joel; Bodinho, Joaquinzinho, Larry, Chinesinho e Ivo Diogo. Técnico: Gastão Leal.

21/12/1959 - Divisão de Honra 1959 - Internacional 3 x 1 Juventude

DIVISÃO DE HONRA 1959 - INTERNACIONAL 3 X 1 JUVENTUDE
Data: 21/12/1959
Local: Olímpico - Porto Alegre (RS)
Renda: Cr$ 171.400,00
Juiz: Miguel Comesaña (ARG), auxiliado por Guilherme Sroka e Jorge Pivetta.
Gols: Irajá 45'/1 (J); Larry 46'/1 (I); Kim 34'/2 (I); Larry 49'/2 (I).
INTERNACIONAL: Cestari; Barradinhas e Ezequiel; Zangão, Kim e Danúbio; Alfeu, Ivo Diogo, Larry, Osquinha e Deraldo. Técnico: Selviro Rodrigues.
JUVENTUDE: Caju; Raul e Celso; Nílson, Saul Mugica e Jerônimo; Joir, Miltinho, Raimundo, Nezito e Irajá. Técnico: Lory Tonietto.

Lula

LULA
(atacante)

Nome completo: Luís Ribeiro Pinto Neto
Data de nascimento: 16/11/1946
Local: Arcoverde (PE)

Carreira:
1964
ABC
1965
Ferroviário-RN
1965-1967
Fluminense
1967
Palmeiras
1968-1974
Fluminense
1974-1977
Internacional
1977-1980
Sport

Lula infernizava os laterais adversários com suas arrancadas pela esquerda. E infernizava os dirigentes com suas reivindicações e sua rebeldia. Lula não era homem de meias palavras. Polêmicas, frases de efeito e dribles marcantes marcaram a carreira do ponta. Lula se orgulha de jamais ter perdido uma decisão na sua carreira.
O atacante iniciou a carreira no ABC de Natal, passando pelo modesto Ferroviário. Descoberto por um olheiro do Fluminense, partiu para o Rio de Janeiro aos 19 anos. Emprestado ao Palmeiras, conquistou os títulos da Taça Brasil e do Roberto Gomes Pedrosa de 1967.
Vendo potencial no ponta, o Fluminense providenciou o seu retorno. Nas Laranjeiras, conquistou os títulos estaduais de 69, 71 e 73, e o Roberto Gomes Pedrosa de 1970. Mas além das conquistas, Lula enfrentava problemas com Zagallo, técnico da Seleção Brasileira, e com companheiros de time, principalmente com o centroavante Artime.
Em 74 foi negociado com o Internacional, onde formou trios de ataque inesquecíveis ao lado de Valdomiro e Claudiomiro/Flávio Minuano/Dario. Porém, apesar dos títulos, sua rebeldia afetava seu relacionamento com o clube, principalmente com o técnico Rubens Minelli. O treinador colorado chegou a pedir demissão, mas a direção contornou a situação. Pelo Internacional, foi tricampeão estadual (74, 75 e 76) e bicampeão nacional (75 e 76).
Com saudades do nordeste e sua família constantemente doente em virtude do clima gaúcho, Lula rumou para o Sport, abrindo mão de um dinheiro que deveria receber do Internacional. O final da carreira de Lula ficou marcado por lesões e por uma briga com um torcedor do Sport na beira da praia, que resultou em socos e tiros. Mesmo sondado pelo Dallas, dos Estados Unidos, teve de encerrar a carreira por causa do joelho.

Edu (1977)


EDU
(atacante)

Nome completo: Jonas Eduardo Américo
Data de nascimento: 6/8/1949
Local: Campinas (SP)

Carreira:
1966-1976
Santos
1977
Corinthians
1977
Internacional
1978-1983
Tigres-MEX
1983
São Cristóvão
1984-1985
Nacional-AM
1985
Dom Bosco-MT

Edu teve um início de carreira muito promissor, afinal, começou jogando ao lado do Rei Pelé, na metade da década de 60. A imprensa esportiva do país colocava o meia como o maior ponta-direita do mundo. Tal expectativa fez com que o atacante integrasse a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1966, na vexatória campanha que terminou na primeira fase.
Ao retornar da Inglaterra, Edu adquiria cada vez mais o status de sucessor de Pelé. Fez parte do grupo que conquistou a Copa de 70, mas as comparações com o Rei Pelé não paravam, e isso aos poucos foi afundando a carreira do jovem atacante. Ainda assim, foi convocado para a Copa de 1974, realizada na Alemanha. Ao lado de Clodoaldo, Edu vivia à sombra de suas glórias no Peixe, cada vez mais no passado.
Depois de muito tempo cavando sua saída da Vila Belmiro, finalmente o Corinthians conseguiu levar Edu para São Paulo. Contratado por empréstimo, disputava a posição com Romeu, que já era considerado ídolo da Fiel. Sem muito espaço, foi emprestado ao Internacional.
A estreia de Edu não poderia ser pior: goleada gremista por 4 a 0 pelo Campeonato Brasileiro. Os três meses do atacante pelo Beira-Rio não agradaram a torcida colorada, que esperava o mesmo dos tempos de Santos, o que jamais aconteceria novamente.
Sem mais oportunidades concretas no futebol brasileiro, o futebol mexicano abriu as portas para Edu. Seu destino foi o Tigres, onde foi campeão nacional em 1978 e 1982. Defendeu São Cristóvão, Nacional de Manaus e Dom Bosco antes de encerrar a carreira em 1985.