3/7/1985 - Campeonato Brasileiro 1985 - 2ª fase - Bangu 1 x 1 Internacional

CAMPEONATO BRASILEIRO 1985 - 2ª FASE - BANGU 1 X 1 INTERNACIONAL
Data: 3/7/1985
Local: Maracanã - Rio de Janeiro (RS)
Público: 2.425 pagantes.
Renda: Cr$ 18.237,00
Juiz: Luís Carlos Antunes, auxiliado por José Luís Guidott e Joel Caires.
Gols: Ademir Alcântara 11'/2 (I); João Cláudio 33'/2 (B).
BANGU: Gilmar; Márcio Nunes, Jair, Oliveira e Baby; Delacir (João Cláudio), Lulinha e Mário; Marinho, Pingo e Ado (Gílson Gênio). Técnico: Moisés.
INTERNACIONAL: Mano; Luís Carlos Winck, Aloísio, Mauro Galvão e André Luís; Ademir Kaefer, Luiz Freire e Ademir Alcântara; Paulo Santos, Kita e Marcelo Vita. Técnico: Otacílio Gonçalves.

Marcação pesada de Luís Carlos Winck
e Mauro Galvão em João Cláudio.
Fonte: Jornal do Brasil.
Embolamento no meio de campo
com Paulo Santos e Luiz Freire.
Fonte: Jornal dos Sports.

9/10/1968 - Roberto Gomes Pedrosa 1968 - 1ª fase - Internacional 0 x 0 Bangu

ROBERTO GOMES PEDROSA 1968 - 1ª FASE - INTERNACIONAL 0 X 0 BANGU 
Data: 9/10/1968
Local: Olímpico - Porto Alegre (RS)
Renda: NCr$ 55.644,00
Juiz: Carlos Costa, auxiliado por José Luís Barreto e João Carlos Ferrari.
INTERNACIONAL: Schneider; Laurício, Scala, Pontes e Sadi; Dorinho e Tovar; Carlitos, Bráulio, Claudiomiro e Balzaretti. Técnico: Daltro Menezes.
BANGU: Ubirajara; Fidélis, Mário Tito, Luís Alberto e Pedrinho; Jaime e Juarez; Mário, Sabará, Prado (Milton) e Aladim. Técnico: Ocimar.

2/7/1969 - Amistoso - Internacional 3 x 1 Novo Hamburgo

AMISTOSO - INTERNACIONAL 3 X 1 NOVO HAMBURGO
Data: 2/7/1969
Local: Beira-Rio - Porto Alegre (RS)
Juiz: José Carlos von Mendgen
Gols: Sérgio Galocha 15'/1 (I); Tovar 18'/1 (I); Chiquinho 7'/2 (I); Helenílton 10'/2 (N).
INTERNACIONAL: Schneider (Edgar); Édson Madureira, Pontes (Gunga), Valmir Louruz (Luiz Carlos) e Jorge Andrade; Tovar (Élton) e Dorinho (Lamas); Carlitos (Valdomiro), sérgio Galocha (Bráulio), Chiquinho e Canhoto (Gílson Porto). Técnico: Daltro Menezes.
NOVO HAMBURGO: Carlos; Di (Heitor), Bernardino, Osmar e Virgílio; Bira e Xameguinha; Garrincha (Ortiz), Dirceu, Helenílton e Sarão. Técnico: Crespo.
Obs.: convidado pelo Novo Hamburgo, a presença de Garrincha foi a grande atração do amistoso.

24/2/1991 - Campeonato Brasileiro 1991 - 1ª fase - Internacional 2 x 0 Atlético-PR

CAMPEONATO BRASILEIRO 1991 - 1ª FASE - INTERNACIONAL 2 X 0 ATLÉTICO-PR
Data: 24/2/1991
Local: Beira-Rio - Porto Alegre (RS)
Público: 15.388 pagantes.
Renda: Cr$ 16.074.000,00
Juiz: Dalmo Bozzano, auxiliado por Luiz Orlando de Souza e José Patrício de Matos.
Cartões: Márcio Santos, Cuca (I); Odemílson, Batista e Valdir Benedito (A).
Expulsão: Helcinho (I).
Gols: Cuca 8'/1 (I); Helcinho 11'/1 (I).
INTERNACIONAL: Maizena; Luís Carlos Winck, Célio Silva, Márcio Santos e Ricardo Costa; Bonamigo, Simão e Cuca; Alex Rossi (Luiz Fernando Gomes), Hamílton e Helcinho. Técnico: Ênio Andrade.
ATLÉTICO-PR: Rafael; Jorge Luiz, Batista, Leonardo e Odemílson; Valdir Benedito, Luís Carlos Martins e Andrezinho; Carlinhos, Tico (Éder Antunes) e Éder Aleixo. Técnico: Procópio Cardoso.

Cuca corre para festejar o gol que abriu o placar.
Fonte: Súmulas Tchê
Dividindo com muita garra, Cuca foi um dos grandes nomes da partida.
Fonte: Súmulas Tchê

Róbson Mattis


RÓBSON MATTIS
(lateral-esquerdo)

Nome completo: Róbson Carlos Mattis
Data de nascimento: 9/6/1969
Local: São José do Rio Preto-SP

Carreira:
1988-1989 Juventus-SP
1990 Guarani
1990-1992 Al Hilal-SAU
1992 Juventus-SP
1993 Guarani
1994 Internacional
1995-1996 Guarani
1997 Santa Cruz
1998 Santo André
1999-2002 América-RN

A inconstância da lateral-esquerda causou uma grande enxaqueca na cabeça dos colorados nos anos 90. A saída de Daniel Franco, símbolo de raça e efetividade na conquista da Copa do Brasil, para o Corinthians abriu uma lacuna pelo lado esquerdo colorado.
A baixa qualidade das reposições vindas das categorias de base e do "rolinho" no setor fizeram com que o Internacional buscasse refugos para a posição. Um deles foi Róbson Mattis, muito pouco lembrado pelos colorados.
Róbson fez parte do grupo colorado na temporada de 1994. Começou como titular no início da temporada, mas foi perdendo a posição ao longo do ano para o jovem Celso Vieira e o improvisado ponta-esquerda Zinho.
Sem nenhuma perspectiva de evolução, retornou ao Guarani em 1995. Passou por Santa Cruz, Santo André e América-RN, onde é lembrado como ídolo da conquista potiguar de 2002, treinado por Adílson Batista. Uma grave lesão no ligamento cruzado abreviou a carreira do lateral, que continua seu trabalho no futebol trabalhando com crianças no Rio Grande do Norte.