Pedro

PEDRO
(lateral-direito)

Nome completo: Pedro Alves da Silva
Data de nascimento: 25/4/1981
Local: Brasília (DF)

Carreira:
2002-2003
Palmeiras
2003
Figueirense
2004
Vitória
2005
Internacional
2005-2006
Acadêmica de Coimbra-POR
2006
Iraty
2007
Santos
2007
Corinthians
2008-2010
Sporting-POR
2010-2011
Portimonense-POR
2012
Novo Hamburgo
2012
ABC
2013
ASA
2014
CSA

Pedro foi um dos laterais mais discretos que passaram pelo Internacional. Muitos até não se lembrarão que ele esteve pelas bandas do Beira-Rio.
O lateral se profissionalizou no Palmeiras em 1999, mas somente em 2002 começou a atuar no time principal, justamente no ano em que o verdão foi rebaixado à Série B do Brasileirão. Na ocasião, o Palmeiras contava com os laterais Arce e Leo Moura.
Ficou no Palmeiras até o final do primeiro semestre de 2003 e foi emprestado ao Figueirense. Depois de fazer uma campanha razoável pelo time catarinense, rumou à Salvador, onde foi jogar pelo Vitória, também por empréstimo. No final do ano, foi contratado pelo Internacional.
Em 2005, no Beira-Rio, pouco jogou. Disputou apenas cinco partidas e não despertou a confiança de Muricy Ramalho. Após conquistar o Gauchão, foi contratado pelo Acadêmica de Coimbra. Permaneceu em Portugal por uma temporada e foi repassado ao Iraty em 2006, até ser contratado pelo Santos em 2007.
No Peixe, teve um início promissor, mas foi preterido pelo técnico Luxemburgo. Trocou o Santos pelo Corinthians, no mesmo ano. Alegando problemas com atraso de salários, abandonou a concentração e conseguiu uma transferência para o Sporting-POR, em 2008.
Jogou três temporadas pelo Sporting e foi emprestado ao Portimonense, também de Portugal. Fez um bom campeonato, mas decidiu retornar ao Brasil. Se destino foi o Novo Hamburgo. Passou ainda por ABC, ASA de Arapiraca e CSA.

Válber

VÁLBER
(meia)

Nome completo: Válber da Silva Costa

Em 1992, o Mogi Mirim fez uma campanha belíssima no Paulistão, terminando a competição nas semifinais. Na equipe que ficou conhecida como "Carrossel Caipira", se destacaram: o lateral-esquerdo Admílson, o atacante Leto, e os meias Rivaldo e Válber. Falaremos desse último.

Válber começou a carreira no Santa Cruz, do Recife, aos 20 anos. Se transferiu para o Mogi Mirim em 1992, junto com Rivaldo. No Mogi, foi um dos jogadores mais importantes na melhor fase do clube, sob o comando do técnico Vadão.

No ano seguinte, o quarteto Admílson, Válber, Leto e Rivaldo, migrou para o Corinthians. No Parque São Jorge, Válber teve um bom começo, rendendo até uma convocação à Seleção pelo técnico Parreira. Porém, dos quatro jogadores, apenas Rivaldo vingou.

Em 94, Válber rumou ao Japão para jogar a recém-lançada J-League. O fraco nível do futebol japonês e a falta de visibilidade fizeram vários brasileiros retornarem ao Brasil. Então, no ano seguinte, Válber retornou ao Brasil para jogar no Palmeiras.

O time do Palestra Itália já não era mais o mesmo que venceu dois Brasileirões. A passagem de Válber pelo Palmeiras ficou marcada por uma briga com o volante Dinho, do Grêmio, em jogo pela Libertadores. No Olímpico, o Palmeiras levou 5 a 0. Um mês depois, Válber retornou a Porto Alegre.

Válber chegou no Beira-Rio, em 1995, por empréstimo e teve um começo bastante promissor. Nos três primeiros jogos do Inter no Brasileirão, marcou três gols. Dois deles, na sua estreia, diante do Criciúma. A torcida acreditou que Leandro teria um companheiro de ataque efetivo.

O meia-atacante teve atuações destacáveis ao longo do 1º turno do Brasileirão, quase classificando o Internacional para as semifinais, participando de todos os jogos. A derrota para a Portuguesa no Beira-Rio foi determinante para que Válber passasse a ser contestado.

No segundo turno, o rendimento de Válber caiu bastante e o Inter não desempenhou boas partidas. Na reta final da competição, Abel optou por Nando, Aílton e Zé Alcino. Válber perdeu espaço e a confiança da torcida e do treinador.

Passado o empréstimo, saiu do Beira-Rio e foi para o Vasco. No clube cruz-maltino, foi artilheiro do time na temporada, mas perdeu espaço com a chegada de Ramón Menezes e Edmundo. A partir daí, começou uma fase de ostracismo e queda de rendimento.

Ainda passou por Goiás, Ponte Preta, Yokohama Marinos-JAP, Atlético-PR, Santa Cruz, e retornou ao seu Mogi Mirim, onde largou o futebol em 2004.

Jackson Coelho

JACKSON
(meia)


Jogador de velocidade e que partia pra cima dos adversários sem medo. Assim era Jackson, maranhense de Codó. Com essa fama, desembarcou no Salgado Filho após uma passagem apagada pelo Cruzeiro, mas a pedido do técnico Carlos Alberto Parreira.

O meio-campo começou a carreira no Maranhão, em 1992. Em 1994 foi para o Mogi Mirim, que se curava da ressaca que foi o furacão "Carrossel Caipira". No ano seguinte foi para o Goiás, onde foi reserva na maior parte do ano. Acabou emprestado ao Comercial-SP em 1996.

Em 97 foi para o Sport, onde começou a ter um destaque maior, conquistando o bicampeonato pernambucano. No ano seguinte, Jackson foi convocado à Seleção pela primeira vez, e o Sport terminou o Brasileirão em 5º lugar, sendo eliminado nas quartas-de-final pelo Santos.

Foi contratado pelo Palmeiras para a disputa da Libertadores em 1999, na qual o Palmeiras se sagrou campeão. No final do ano, foi descoberto que Jackson era "gato". Influenciado por um empresário, visando uma transferência para o exterior, falsificou a certidão de nascimento, "rejuvenescendo" seis anos.

Em uma troca com o Cruzeiro, que ofereceu Marcelo Ramos, o Palmeiras negociou o meia com o clube mineiro. Conquistou a Copa do Brasil de 2000 e chegou ás semifinais da João Havelange, mas não repetiu o desempenho no ano seguinte. Foi transferido ao Internacional na metade de 2001.

Estreou na segunda rodada do Brasileirão, na derrota para o Coritiba, fora de casa, por 3 a 2. Jackson marcou um dos gols do Internacional. Fez um bom campeonato com o Internacional, dentro das limitações do time, mas não deixou muitas saudades. Deixou o Colorado no final do ano.

Passou por Gama, Paulista de Jundiaí, Coritiba e Ituano, até ter sua primeira experiência no exterior. Jogou uma temporada nos Emirados Árabes Unidos pelo Al Emirates. Um anos depois, estava de volta ao Coxa.

Conquistou o tricampeonato baiano pelo Vitória em 2007, 2008 e 2009 e ajudou o Vitória a subir á Série A em 2007. Em 2010 foi campeão potiguar pelo ABC. No mesmo ano, foi para o Santa Cruz, mas não conseguiu o acesso à Série C.

Antes de se aposentar pelo Maranhão, em 2013, jogou no Serrazuense-AL, Bahia de Feira, Santa Helena-GO e Expressinho-MA.

Luiz Cláudio

LUIZ CLÁUDIO
(atacante)

2001 foi o último ano em que o Internacional aderiu à priorização da contratação de refugos, ao invés de valorizar os jovens da base. Luiz Cláudio foi um dos vários refugos que o Colorado contratou no início dos anos 2000.

O atacante começou a carreira no Treze, da Paraíba, em 1996, mas no Vasco da Gama que conquistou os primeiros títulos da carreira. Esteve presente nos elencos campeões da Libertadores em 1998, da Mercosul de 2000, e dos Brasileirões de 1997 e 2000.

No Vasco, era conhecido como "artilheiro do segundo tempo". Porém, quando jogava entre os titulares, não tinha o mesmo rendimento. No período em que esteve no time carioca, foi emprestado ao Bahia e ao Palmeiras, onde foi vice-campeão da Libertadores em 2000.

O Internacional o contratou em 2001, para ser o substituto de Rodrigão. Com Parreira, Luiz Cláudio foi titular na maior parte do ano. Sua estreia foi péssima. No Beira-Rio, perdeu um pênalti contra o Cruzeiro, em partida válida pela Copa Sul-Minas. O Internacional foi derrotado por 2 a 0.

Aos poucos, o atacante foi superando as vaias, mas nunca foi unanimidade com a torcida colorada. Seu gol mais bonito foi uma bicicleta em um Gre-Nal válido pelo Gauchão, onde o Inter foi derrotado por 4 a 2. Outro gol memorável de Luiz Cláudio foi contra o Santos, na primeira fase do Brasileirão. O atacante chutou quase sem ângulo, vencendo o goleiro Pitarelli.

A irregularidade e questões contratuais envolvendo o Vasco fizeram com que o jogador não permanecesse no Beira-Rio em 2002. Acabou se transferindo para o Sport. A partir daí, rodou por vários clubes: Boavista-POR, Botafogo, São Caetano, Duque de Caxias, Vila Nova, Macaé, Noroeste-SP, Al-Ansar-LBN e Angra dos Reis, seu último clube.

Paulo Roberto Prestes

PAULO ROBERTO
(lateral-esquerdo)

Nome completo: Paulo Roberto Araújo Prestes
Data de nascimento: 21/4/1964
Local: Porto Alegre (RS)

CARREIRA:
1983
Internacional
1984
Botafogo
1984-1985
Palmeiras
1986-1996
Atlético-MG
1997
Internacional

O lateral-esquerdo Paulo Roberto foi lançado aos profissionais do Internacional em 1983, pelo técnico Ernesto Guedes. Paulo veio de uma excelente leva de jovens, na qual subiram Luís Carlos Winck, seu irmão Tato, Aloísio e Dunga. Tinha como principais característica bons cruzamentos e o chute forte na canhota.

Quando estava assumindo a titularidade com o técnico Dino Sani, teve uma lesão no joelho e ficou 4 meses encostado. Nesse meio tempo, o Internacional contratou reforços para suprir a falta de Paulo Roberto.

Em 1984, Paulo Roberto foi emprestado ao Botafogo. Na época, foi treinado por Didi, o "Folha Seca". Jogou por seis meses no Fogão e seguiu para o Palmeiras. Na época, o Verdão enfrentava um grande jejum, o que deixava o ambiente carregado. Jogou ao lado de Leão e Mário Sérgio. Permaneceu no Palestra Itália até o final de 1985.

Estreou no Atlético-MG em 1986 conquistando o Campeonato Mineiro e chegando às semifinais do Brasileirão de 1986 e de 1987. Ficou 10 anos no Galo, sendo capitão do time por 7 anos. Ainda levantou as taças estaduais de 88, 89, 91 e 95, e a Conmebol de 92, em uma decisão histórica contra o Olimpia, que tinha Goycochea como goleiro.

Depois de todo esse tempo no Galo, com alegrias e derrotas, teve mais uma passagem pelo Botafogo, em 1996, ano em que o Fogão levou o título da Taça Cidade Maravilhosa, onde só participaram times da capital carioca. Retornou ao Internacional em 1997, ano em que encerrou a carreira.